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Brasília – Investigações da Polícia Federal para a CPI do Tráfico de Armas indicam que o PCC, criado em São Paulo em 1993, tem ramificações "consolidadas" em pelo menos quatro estados: além do Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Bahia aparecem como terreno fértil para a influência dos criminosos paulistas. Em outros locais, como Rio, Ceará, Mato Grosso e Minas, o PCC faz ações pontuais. Estes estados também são pontos de esconderijo de criminosos da facção.

No Rio Grande do Sul, diz o delegado Orlando Rincon, o PCC está voltado para a aquisição de armas. Em Mato Grosso do Sul, os criminosos contam com a frágil fiscalização da fronteira para adquirir e transportar armas e drogas. "O Paraná entrou como rota do PCC pela fronteira com o Paraguai. Algumas pessoas foram presas nesse trajeto e ficaram no estado, o que começou a disseminação, alimentada pelos remanejamentos de presos. Os transferidos levaram a ideologia do PCC", diz o policial.

No Ceará, suspeita-se que Marcola tenha liderado duas grandes ações. Uma foi em 1999, quando um bando invadiu a sede da empresa de segurança Corpvs e levou R$ 6,3 milhões. A outra ação foi em fevereiro de 2000, também contra uma empresa de segurança, a Nordeste Segurança de Valores (NVS), de onde foi roubado R$ 1,3 milhão.

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