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156 do 156

Problemas no 156 são responsáveis por maior parte do trabalho da Ouvidoria de Curitiba

Instalada em abril de 2015, Ouvidoria já recebeu 1.730 manifestações de cidadãos. Três quartos tratam do canal de atendimento – e reclamação – da prefeitura

  • PorJoão Frey
  • 11/12/2016 20:00
 | Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
| Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo

Instalada em abril de 2015, a Ouvidoria de Curitiba se transformou numa espécie de instância superior do canal 156 da prefeitura. Até agora, das 1.730 manifestações da população, cerca de 75% foram para fazer alguma reclamação referente a pedidos já protocolados no canal de reclamação direto entre prefeitura e cidade e que ainda não foram atendidos pela prefeitura.

Dos contatos, 806 eram relativos a problemas com a Iluminação pública, coleta de caliça e pedidos de fiscalização de trânsito – serviços que devem ser demandados via 156.

“No que diz respeito ao 156, um dos papéis da Ouvidora é servir como grau recursal quando o serviço não é prestado de acordo. Iluminação pública e coleta de caliça são as principais que nos chegam. Muitas vezes o prazo das demandas é extrapolado. No caso da iluminação tivemos casos de três meses de demorar para trocar uma lâmpada”, relata o ouvidor de Curitiba, Clóvis Costa.

Apesar da predominância de assuntos referentes ao sistema 156, o ouvidor Clóvis Costa afirma que as atribuições do órgão não se restringem a esse tipo de cobrança. “A Ouvidoria também é um instrumento de democracia participativa. Atuamos no caso da Vila Domitila, atuamos no caso dos jovens que foram impedidos de entrar em um shopping center da cidade e temos feito outras atuações que não apenas essa de cobrar os serviços públicos não executados”, relata.

Estrutura pequena

Na avaliação de Costa, para que a Ouvidoria possa expandir sua atuação, é fundamental que sua função seja conhecida pelos curitibanos.

“A ouvidoria precisa ser mais conhecida pela população. Para isso precisamos adotar uma estratégia de comunicação que possa atingir a população com os poucos recursos que a gente tem. A gente tem um projeto em fase final para criar uma rede de ouvidores cidadãos, ouvidores distribuídos em todas as regionais, que mediante trabalho voluntário, fariam esse papel”, afirma o ouvidor.

Atualmente, a estrutura do órgão conta – além do próprio ouvidor – com dois servidores cedidos pela Câmara Municipal e mais dois estagiários.

Além de reclamações, a Ouvidoria também recebe solicitações, elogios, dúvidas e denúncias que são encaminhadas ao Executivo.

“No caso de denúncias, cobramos as informações do órgão responsável para saber se houve a instalação de sindicâncias, enfim, cobramos um posicionamento do órgão público. Se nada tiver sido feito, nós cobramos a abertura de sindicâncias”, explica Costa.

Eleição será retomada só em 2017

O processo eleitoral para a escolha do próximo ouvidor de Curitiba, que deveria ter sido concluído na quinta-feira (8), só deve ser decidido em 2017. Após três turnos sem atingir o número mínimo de 20 votos para eleger o ouvidor, a Câmara Municipal acatou um requerimento do vereador Chico do Uberaba (PMN) para deixar a decisão para a próxima legislatura. A reportagem apurou com vereadores da capital que o movimento pode ser uma estratégia para tentar acabar com a Ouvidoria Municipal, já que há parlamentares insatisfeitos com a atuação do órgão.

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