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Na prática, o novo Plano Diretor legitima pequenos centros de bairros que já existem, mas que estão longe de ser o ideal em autossuficiência. Embora sejam dinâmicos do ponto de vista de comércio e serviços e ofereçam uma série de facilidades a quem mora nessas regiões, lugares como o Portão e o Boqueirão também convivem com as mazelas do Centro: congestionamentos na hora do rush e alto fluxo de trabalhadores vindos dos municípios da Região Metropolitana.

Curitiba e o plano da “não mobilidade”

Revisão do Plano Diretor sugere novos eixos de adensamento e bairros mais autônomos a partir do modelo trinário de transporte da capital e seus BRTs

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A Curitiba de 2024. Entenda

Discussão sobre a revisão do Plano Diretor da capital paranaense avança na Câmara Municipal. Antes de ir para votação, uma última audiência pública deve ser realizada em agosto próximo. Fique por dentro:

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Para Clovis Ultramari, da UFPR e do programa de mestrado e doutorado em Gestão Urbana da PUCPR, ao reconhecer as centralidades existentes, o Plano Diretor “parece estar correndo atrás de uma realidade” quando, na verdade, deveria olhar para bem além disso.

Em favor do incentivo às centralidades no novo Plano Diretor, pesa para o Ippuc a vontade da prefeitura de Curitiba, principalmente na gestão de Gustavo Fruet, de qualificar esses locais com mais equipamentos públicos – com novas Ruas da Cidadania e outros serviços – e transporte – ao reforçar os eixos de transporte no sentido Leste-Oeste.

Entre as possibilidades para a valorização dos bairros, já divulgadas na Gazeta do Povo, está também a criação de mais calçadões – vias exclusivas para a circulação de pedestres –, próximo dos terminais de ônibus, em bairros como Sítio Cercado, Boqueirão, Bacacheri, Tatuquara e Santa Felicidade.

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