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Valor do golpe foi calculado pelo Gaeco com base no pagamento feito por 234 famílias à construtora | Gilberto Abelha/Arquivo/Jornal de Londrina
Valor do golpe foi calculado pelo Gaeco com base no pagamento feito por 234 famílias à construtora| Foto: Gilberto Abelha/Arquivo/Jornal de Londrina

O golpe aplicado pela Construtora Iguaçu do Brasil em Londrina foi de R$ 77 milhões. Esse é o cálculo apresentado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) após a conclusão do segundo inquérito do caso. As investigações duraram cerca de um ano e meio. De acordo com o delegado do órgão, Ernandes Alves, o valor do golpe foi calculado com base no pagamento de 234 famílias por imóveis que nunca foram entregues. Neste segundo inquérito, 13 pessoas foram indiciadas por formação de quadrilha, falsificação de documentos e estelionato. Destas, cinco aparecem pela primeira vez como investigadas no caso. De acordo com o delegado do Gaeco, são funcionários e filhos do sócio oculto da Iguaçu do Brasil, Guidmar dos Anjos Guimarães.

Em entrevista à RPC-TV, Ernandes Alves afirmou que o valor do patrimônio de Guimarães é superior a R$ 77 milhões. Por causa disso, o delegado pediu o bloqueio dos bens do sócio oculto de Carlos Alberto Campos de Oliveira, dono da construtora e ex-prefeito de Mandaguari.

Também em entrevista à emissora de tevê, o representante das famílias lesadas, Eduardo Tomasetti, disse que o pedido de bloqueio de bens de Guimarães é um passo importante nas investigações. "Já que o sócio oculto – que já não é mais oculto – tem um patrimônio capaz de pagar as famílias lesadas, as esperanças se renovam."

Entenda o caso

A Iguaçu do Brasil é acusada de fraudes na construção de condomínios e casas, na compra de terrenos que não teriam sido quitados, além de ter recebido alvarás da prefeitura de Londrina para obras que não haviam sido concluídas.

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