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| Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Na areia, grupos disputam uma partida de beach tennis. Na água, os praticantes de stand up paddle, também conhecido como SUP, aproveitam a calmaria do mar. Em tempos de sol e calor, os esportes da moda nas praias de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, atraem adeptos e curiosos. Além da diversão, é a oportunidade de aprender algo novo em uma curta temporada.

Até quem não sabe nadar se arrisca no mar para sentir o gostinho de remar sob uma prancha de stand up. Neste caso, usar o colete salva-vidas é fundamental, explica a atendente de uma locadora de pranchas em Camboriú, Ana Júlia Junkes. “Passamos todas as instruções antes da pessoa sair para a água. Também há possibilidade de o banhista ir para o mar junto com um professor”, explica. Uma hora do esporte custa R$ 25 por pessoa. Com professor, R$ 50.

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As amigas Eduarda Aguirre, 14, e Eloísa Mocelina, 15, experimentaram a modalidade e não se arrependeram. Pelo contrário, saíram do mar já planejando quando voltariam a alugar uma prancha nesta temporada. “Sempre tivemos curiosidade para saber como era. No início deu um pouco de trabalho ficar na prancha, mas depois pegamos o jeito”, relata Eduarda. “O bom é que mexe com o corpo todo e ainda pegamos sol”, emenda a amiga Eloísa.

De passagem por Balneário Camboríu, o casal de argentinos Juliana Schreiber, 22, e Mário Castilho, 26, também deram uma chance ao stand up paddle. Ao fim de uma hora praticando o esporte, a vontade era de continuar na água, brinca Juliana. “Queria ficar de pé, mas não consegui. Mesmo assim, é muito bonita a vista que temos do mar”, relata.

Confundido pelos mais desavisados com frescobol, o beach tennis usa raquetes com formato parecido e regras e golpes herdados do tênis. As quadras na areia de Camboriú atraíam interessados para aulas, pela manhã, e partidas amistosas, à tarde. “Depois da primeira aula, já dá para sair jogando. Geralmente, o pessoal gosta de fazer aula antes, para ficar mais fácil de disputar partida à tarde com quem não é tão iniciante”, comenta o professor de beach tennis Carlos Faber.

A modalidade, sustenta, também é bastante democrática. “As pessoas conseguem jogar com 8 anos ou 80 anos. Não há uma faixa etária definida”, diz. Uma hora de aula de beach tennis custa R$ 50 por pessoa, mas o valor ainda pode ser menor de acordo com o número de alunos. As partidas na quadra de areia, no período da tarde, são gratuitas.

De Chapecó (SC), a comerciante Rejane Goelzer, 44 anos, aproveitou as férias para praticar o esporte com o marido e os filhos. Antes, a veranista só jogava frescobol. O incentivo para aprender beach tennis veio do esposo, que costuma jogar tênis onde moram. “Estou gostando bastante. É um esporte excelente para interagirmos com outras famílias na praia”, define ela.

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