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 | Brunno Covello/Gazeta do Povo
| Foto: Brunno Covello/Gazeta do Povo

Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inviabilizou a recriação do Partido Liberal (PL), que o ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD, foto), trabalhava para colocar de pé. Os ministros do TSE rejeitaram pedido feito pelo PL para continuar apresentando o número mínimo de assinaturas de apoio para sua criação durante o processo de registro da legenda – das quase 500 mil exigidas, foram apresentadas apenas 167.627. Agora, para tentar ser reconhecida, a sigla terá que apresentar um novo pedido de registro à Justiça Eleitoral. A ideia original de Kassab era fundir o PL com o PSD, e atrair congressistas insatisfeitos com seus partidos para reforçar a base governista da presidente Dilma Rousseff. Com a decisão do TSE, porém, o ministro vai esbarrar na nova lei de registro de partidos, que só permite fusão de siglas cinco anos após serem criadas.

Mais dinheiro entrando

Lançado pelo governo do Paraná há duas semanas, o Programa Especial de Parcelamento já teve adesões que somam R$ 215 milhões, sendo R$ 34,2 milhões para pagamento à vista e R$ 180,8 milhões parcelados em até 120 meses. Pelas regras, contribuintes paranaenses com débitos em atraso têm até 30 de setembro para negociar a dívida com o Executivo, mediante redução de até 75% em multas e 60% nos juros.

Começaram os trabalhos

A Comissão Especial responsável pela organização do concurso público na Assembleia Legislativa do Paraná fez sua primeira reunião nesta quinta-feira (6). Neste momento, o grupo vai finalizar o quadro de vagas a serem preenchidas e selecionar a universidade que aplicará as provas, até o fim do ano. No total, devem estar em disputa cerca de 100 postos, sendo 10 especialidades de nível superior e uma de nível técnico.

Em causa própria

Apesar do cenário econômico turbulento, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) seguem discutindo uma proposta de aumento dos próprios salários para 2016. A negociação prevê conferir um reajuste de cerca de 16% no salário de R$ 33,7 mil, elevando os vencimentos para mais de R$ 39 mil. A proposta ainda não foi fechada e será construída com o Planalto. O STF ainda negocia com a equipe econômica um reajuste para servidores entre 41% e 44%, divididos em quatro parcelas. O tribunal reivindica uma reposição de 46%, mas o Planalto demonstra resistência.

Pegadinha

Um evento do Facebook convocando para as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff no próximo dia 16 chegou a reunir mais de 70 mil pessoas, inclusive centenas de apoiadores do governo e petistas, por meio de uma pegadinha. O criador do evento alterou o nome de “Eu não voto em Aécio”, marcado para 15 de agosto, para “16 de agosto eu vou pra rua #ForaPT”. Um dos organizadores do evento, Mauro Sanders, disse que “foi dado o troco” e que “o governo petista nos enganou em toda sua campanha política”. Em cerca de uma hora após a descoberta da jogada, o evento perdeu mais de 6 mil presenças.

Cartilha do lobby

Centenas de advogados da União circularam por Brasília nos últimos dias para pressionar parlamentares a votarem aumento da categoria, o que ocorreu na madrugada de quinta-feira (6) na Câmara. A União dos Advogados Públicos Federais do Brasil (Unafe) dá orientações de como os advogados devem se comportar, se vestir e agir para pressionar os congressistas a aprovarem a proposta, numa espécie de “manual do lobby”. Eles fizeram intenso lobby e conseguiram entrar até o plenário, o que é proibido.

“Não adianta fustigar ou tentar provocar ainda mais ou agravar ainda mais a situação que nós estamos vivendo. Quanto mais cautela tivermos, melhor será para o país.”

Ana Amélia (PP-RS) senadora, mostrando preocupação com as pautas-bomba diante da situação “já delicada do país”.
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