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Depoimento

“O que importa é que minha filha nasceu bem”

  • PorAndré Gonçalves, correspondente
  • 28/08/2010 21:01
Francielli e a filha Eduarda, nascida entre o fim de um programa e o início de outro: para a mãe, pouco importa quem foi o autor, e sim se funciona | Hugo Harada / Gazeta do Povo
Francielli e a filha Eduarda, nascida entre o fim de um programa e o início de outro: para a mãe, pouco importa quem foi o autor, e sim se funciona| Foto: Hugo Harada / Gazeta do Povo

A filha da auxiliar-administrativa Francielli Andrea Gonzalez, de 29 anos, nasceu em julho de 1998, época de um limbo entre os programas de combate à mortalidade infantil de Rafael Greca, que deixou a prefeitura em 1996, e de Luciano Ducci, que lançou o "Mãe Curitibana" em 1999. O depoimento dela reforça a confusão de origem entre as duas propostas.

"Fiz todo o acompanhamento da gravidez, incluindo os exames pré-natais, pela rede de saúde de Curitiba", diz. Francielli também se lembra de ter recebido uma espécie de minienxoval e panfletos do programa "Nascer em Curitiba Vale a Vida", que continham a assinatura de Greca (embora o prefeito na época já fosse Cassio Taniguchi). Ela afirma que o parto de Eduarda, hoje com 12 anos, foi vinculado à maternidade Nossa Senhora de Fátima (a vinculação seria o grande diferencial do "Mãe Curitibana", lançado um ano depois).

Depois do nascimento, ela conta que teve à disposição todos os exames de acompanhamento pelo sistema público da cidade, mas preferiu fazer um plano de saúde privado. Sobre a polêmica em torno da paternidade dos programas ela foge do assunto.

"Não gosto de política. O que importa é que minha filha nasceu bem."

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