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PSol oficializa militante feminista como candidata à prefeitura de Curitiba

Xênia Mello participa da organização da Marcha das Vadias e integra o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher . Na campanha, vai defender políticas “humanizadas” e a ampliação da transparência no município

  • Fernando Martins
  • Atualizado em às
Xênia Mello é a candidata do Psol à prefeitura de Curitiba. | Antonio More/Gazeta do Povo
Xênia Mello é a candidata do Psol à prefeitura de Curitiba. Antonio More/Gazeta do Povo
 
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O PSol oficializou neste sábado (22), em convenção partidária, a candidatura da advogada e servidora pública Xênia Mello à prefeitura de Curitiba. Militante do movimento feminista e da causa LGBT, Xênia diz que vai defender na campanha a adoção de políticas “humanizadas”, uma gestão mais democrática e a ampliação da transparência no município e do acesso da população às informações públicas.

Formada em Direito, Xênia tem 31 anos, é servidora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e atualmente cursa mestrado em Sociologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ela também integra o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e participa da organização na cidade da Marcha das Vadias – que todos os anos sai pelas ruas para defender os direitos das mulheres, sobretudo contra agressões praticadas por homens.

Em 2014, Xênia concorreu a uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná e não se elegeu. Na última eleição municipal, em 2012, foi candidata a vereadora e também não conseguiu uma cadeira na Câmara Municipal.

Propostas

A campanha do PSol vai reforçar as bandeiras do partido, tais como a defesa de políticas voltadas para mulheres, negros, moradores da periferia, jovens, sem-teto.

Xênia diz que a atenção à infância e à educação, por exemplo, é uma das prioridades de seu programa de governo. Ela critica, por exemplo, o fechamento pela prefeitura de vagas nos berçários municipais – o que seria revisto caso seja eleita.

A candidata também destaca que pretende combater o que chama de “máfias” do transporte coletivo e do ICI (Instituto Cidades Inteligentes, antigo Instituto Curitiba de Informática) – organização responsável pela gestão dos sistemas de informação do município.

Xênia diz que pretende promover uma gestão mais democrática em Curitiba, instituindo o orçamento participativo deliberativo na cidade. Pela proposta da candidata do PSol, os cidadãos não seriam apenas consultados pela prefeitura para sugerir obras e programas durante a elaboração da lei orçamentária; eles teriam poder de decidir o que será incluído no orçamento do município.

Ela também considera essencial equacionar as dívidas que a prefeitura tem com o Instituto de Previdência do Município de Curitiba (IPMC), responsável pelo pagamento das aposentadorias dos servidores inativos do município.

Coligação e chapa de vereadores

O vice de Xênia será o servidor público Rodolfo Jaruga, do Tribunal de Justiça do Paraná. Jaruga também é filiado ao PSol. Mas o partido também vai se coligar oficialmente com o PCB na eleição de Curitiba. O PSol também terá o apoio de militantes de outros partidos de esquerda que ainda buscam registro na Justiça Eleitoral: Raiz (que está sendo estruturado pela deputada federal Luiza Erundina, de São Paulo) e A Partida (sigla feminista) – além de outros coletivos independentes.

A sigla de Xênia vai lançar 30 candidatos a vereador em Curitiba (21 homens e 9 mulheres). A expectativa do PSol é eleger dois candidatos. Hoje a sigla não tem vereadores na cidade.

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