Familiares do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), encontrado morto quatro anos atrás numa estrada na região metropolitana de São Paulo, disseram nesta sexta-feira que não é possível ainda descartar a participação de integrantes do PT no crime. Ameaçado de morte em telefonemas anônimos, o irmão do prefeito, o professor Bruno Daniel, chegou a endossar as acusações feitas pelo senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), que, em discurso no plenário na quinta-feira, acusou o PT de tentar impedir as investigações sobre o assassinato.
- Enquanto o crime não for solucionado, são muitas as evidências que levam a crer na participação de petistas na morte do meu irmão - disse Bruno, para em seguida listar personagens com forte vínculo ao PT.
- O Sérgio (Gomes da Silva, o Sombra) já está indiciado e era muito próximo ao PT. O deputado Donizete Braga teve o celular rastreado e verificou-se que ele estava na região do cativeiro para onde meu irmão foi levado antes de morrer. O Klinger (de Oliveira e Souza) também está envolvido com a corrupção em Santo André, o que teria levado ao assassinato. São muitas evidências - disse.
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