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A Operação Publicano, deflagrada no início deste ano pelo Gaeco, investiga um suposto esquema que favorecia a sonegação fiscal em troca de propina | /
A Operação Publicano, deflagrada no início deste ano pelo Gaeco, investiga um suposto esquema que favorecia a sonegação fiscal em troca de propina| Foto: /

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Londrina anunciou na tarde desta quinta (18) que 109 pessoas serão indiciadas por corrupção passiva e tributária e formação de quadrilha. A medida faz parte da segunda fase da Operação Publicano, que terá inquérito concluído nesta sexta (19).

De acordo com o delegado Alan Flore, 59 auditores, advogados e contadores que tiveram mandado de prisão expedido já foram indiciados. Até sexta , serão indiciados 50 empresários. “Realmente é um numero bastante expressivo. São dezenas de fatos que motivaram os indiciamentos de auditores e dos empresários envolvidos na cooptação de agentes públicos”, afirmou.

A Operação Publicano, deflagrada no início deste ano pelo Gaeco, investiga um suposto esquema que favorecia a sonegação fiscal em troca de propina. Auditores fiscais procurariam grandes devedores de impostos estaduais e ofereceriam o cancelamento ou a amortização do débito mediante propina.

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