No ano que vem, a folha de salários do governo federal deverá ter um aumento da ordem de R$ 16 bilhões, segundo dados que circulam na área técnica do governo. O salto é resultado dos reajustes negociados em anos anteriores, a serem pagos em etapas e das contratações de aprovados em concursos públicos. A cifra deverá constar do projeto de lei para o Orçamento de 2010, a ser encaminhado ao Congresso no final de agosto.
A mesma proposta prevê um salto de R$ 27 bilhões nas chamadas despesas discricionárias (que não são obrigatórias) do governo. Desse montante, a maior parte são investimentos - principalmente os do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deverá somar R$ 22,5 bilhões em 2010, segundo consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Também de acordo com essa lei, as despesas com benefícios previdenciários deverão ter um incremento de R$ 22,2 bilhões.
Outras despesas também deverão crescer em 2010. O programa Minha Casa Minha Vida, que este ano tem reservados R$ 6 bilhões para subsídios, deverá demandar mais recursos em 2010. Também está em discussão um reajuste dos benefícios do programa Bolsa-Família, cujo impacto é estimado em R$ 2 bilhões - mas tudo depende do critério de reajuste a ser definido pelo governo. Já a área de Educação deverá receber cerca de R$ 3,5 bilhões para o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
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