R$ 500 milhões é o valor máximo que pode ter sido desviado dos cofres da prefeitura de São Paulo, segundo as investigações.

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A Justiça de São Paulo decidiu aceitar ontem pedido de prorrogação da prisão temporária de três dos quatro auditores fiscais presos na quarta-feira em operação do Ministério Público Estadual (MPE) e da Controladoria-Geral do Município que desmontou um esquema suspeito de desviar até R$ 500 milhões dos cofres da prefeitura de São Paulo. Já o fiscal Luís Alexandre Cardoso Magalhães, o quarto funcionário público preso, poderá ser solto porque concordou em colaborar com as investigações. A investigação mostra que ao menos cinco empresas participaram do esquema. Ontem, representantes da Brookfield, uma das citadas, afirmaram que pagaram R$ 4,1 milhão de propina aos fiscais entre 2009 e 2012.