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Movimentos de rua se aproximam dos partidos políticos para terem voz nas eleições. | Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
Movimentos de rua se aproximam dos partidos políticos para terem voz nas eleições.| Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

Coordenadores dos movimentos Vem pra Rua e MBL se encontraram no início da semana em Brasília com líderes de partidos de oposição – PSDB, PPS, DEM e SDD. A conversa foi rápida, mas eles saíram do encontro dando sinais positivos ao engajamento da oposição nos protestos.

“Eu tenho a impressão de que os movimentos inicialmente acharam que tinham como provocar o impeachment sozinhos, o que é uma utopia. Nenhum processo de impeachment nasce das ruas. Na época do Collor, houve primeiro a incapacidade de articulação no Congresso e depois a coisa se expandiu para as ruas”, lembra o professor da Unicamp Wagner de Melo Romão.

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Já no ano passado, integrantes dos grupos que têm encabeçado os movimentos de rua contra a presidente Dilma começaram a se filiar a partidos políticos – dezenas devem sair candidatos nas eleições de outubro.

“Muitos dos coordenadores são jovens, com pouca experiência no campo político. Agora eles perceberam que, sem conexão com os partidos políticos, independente da qualidade destas legendas, eles não chegam a lugar nenhum”, afirma Romão.

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