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O diretor-presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse nesta quarta-feira (9) que não se opõe à possibilidade de o Ministério Público Federal (MPF) investigá-lo sobre as acusações do operador do mensalão, o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. "Se o Ministério Público tem algum elemento de credibilidade e acha relevante fazer a investigação, acho que tem mais é de fazer. Esse é o papel do Ministério Público", reagiu Okamotto, se referindo ao depoimento de Marcos Valério onde relatou ter sido ameaçado de morte por ele.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu remeter à primeira instância as acusações de Valério de que o esquema do Mensalão pagou despesas pessoais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Okamotto não se pronunciou sobre a decisão do MPF referente a Lula e disse não ter lido a reportagem do jornal.

Já a jornalista Miriam Leitão publicou informação de que encontrou Roberto Gurgel e que ele disse disse, nesta quarta-feira (9), que ainda não decidiu se vai investigar ou não o ex-presidente Lula.

Em férias

A assessoria de comunicação de Lula informou que não há nenhuma posição oficial do ex-presidente sobre o encaminhamento das investigações sobre ele ao Ministério Público. Segundo a assessoria, que considerou "incorreta" a manchete de hoje de O Estado de S.Paulo, não há uma posição sobre o assunto porque não há decisão oficial da Procuradoria em encaminhar o processo para a primeira instância.

Inicialmente, a assessoria do Instituto Lula não quis informar o paradeiro do ex-presidente da República, mas disse em seguida que ele estaria viajando com a família pelo "litoral brasileiro" e que deve retornar a São Paulo na próxima semana.

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