Em nota divulgada na tarde da sexta-feira (16) pela assessoria da Câmara, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, atacou a “estratégia ardilosa” da Procuradoria-Geral da República (PGR) de divulgar “maciçamente” detalhes de investigações contra ele. Cunga diz que há objetivo de “desestabilizar sua gestão e atingir sua imagem de homem público”.
Para Cunha, há interesse de desviar o foco do possível processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O peemedebista voltou a negar que tenha recebido vantagem “de quem quer que seja” e concluiu que ação da PGR tem “objetivo maldoso” de desviar o interesse dos “reais responsáveis por malfeitos”. “Os seus advogados terão agora, finalmente, a oportunidade de conhecer os supostos dados e documentos alardeados pela mídia ao longo das duas últimas semanas, em uma tentativa de constranger e desgastar politicamente o presidente da Câmara. Trata-se de uma clara perseguição movida pelo procurador-geral da República [Rodrigo Janot]”, afirmou.
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