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Notas Políticas

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  • PorRicardo Marques de Medeiros – notaspoliticas@gazetadopovo.com.br - Colaboraram Caroline Olinda e Kátia Chagas
  • 19/10/2009 21:01
 | Rodolfo Bührer/ Gazeta do Povo
| Foto: Rodolfo Bührer/ Gazeta do Povo

Afastado das decisões partidárias do PSDB desde o fim da campanha eleitoral de reeleição de Beto Richa, o ex-ministro Euclides Scalco (foto) fala o mínimo sobre política. Mas deixou escapar ontem que "só dá palpite quando pedem" e os tucanos do Paraná não pediram nenhum conselho. Ele fez aparição rápida na Assembleia para prestigiar o colega de escola em Porto Alegre, Pedro Simon. Padrinho do prefeito Beto Richa, Scalco diz que o relacionamento familiar continua o mesmo, mas que só conversam sobre outros temas, como futebol. As conversas com o comando nacional do partido, no entanto, são mais frequentes. Ele defende uma composição com José Serra candidato a presidente e Aécio Neves, como vice. Segundo ele, a definição precisa ser rápida porque o presidente Lula, "violando a lei", está levando sua candidata (Dilma Rousseff) a tiracolo em todos os eventos pelo país. Sobre a definição entre Beto Richa e Alvaro Dias, Euclides Scalco, disse que mesmo que a escolha seja feita com base em pesquisas eleitorais, a escolha depende da direção nacional.

Mágica

O pré-candidato a governador Orlando Pessuti (PMDB) parece ter encontrado uma solução muito simples para resolver o impasse das alianças no Paraná. Segundo ele, se o PMDB decidir se coligar com o PT, o PDT não precisa ser excluído da aliança. "Basta o Osmar concordar em ser candidato ao Senado. Ele tem essa alternativa, eu não tenho", sugeriu Pessuti.

Silêncio

O governador Roberto Requião (PMDB) teve de ouvir elogios rasgados ontem do senador Pedro Simon, durante discurso, ao ex-governador José Richa, pai do prefeito Beto Richa (PSDB). Coincidência ou não, abaixou a cabeça nesse trecho do discurso.

Verba para a reforma

A prefeitura de Curitiba quer remanejar R$ 1,27 milhão destinado ao orçamento da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego para a Urbs aplicar na reforma da Rua 24 horas, fechada desde setembro de 2007. O pedido da prefeitura já foi aprovado na Comissão de Economia e Finanças da Câmara e até o fim do mês deve ir à votação em plenário. "A nossa preocupação é que já estamos passando da metade do mês de outubro, e essa verba correria o risco de ser perdida pela Secretaria de Trabalho, que ainda não apresentou uma destinação a esse dinheiro", afirma o presidente da Comissão, vereador Paulo Frote (PSDB).

Não é bem assim

As vereadoras Professora Josete (PT) e Noêmia Rocha (PMDB) não concordam com os argumentos de Frote. As duas votaram contra o remanejamento da verba. "Se não há tempo hábil neste ano para usar esse recurso, o prefeito poderia apresentar um decreto de crédito suplementar no ano que vem para poder usar o dinheiro restante na própria Secretaria de Trabalho", diz Josete.

Aliás...

Parece estar sobrando dinheiro na Secretaria de Trabalho e Emprego de Curitiba. Além de poder transferir R$ 1,27 milhão para a reforma da Rua 24 Horas, porque corre o risco de perder a verba por falta de uso, a secretaria perdeu neste ano R$ 9 milhões de verbas do ProJovem que viriam do governo federal para projetos de qualificação de 7 mil jovens. Neste caso, porque a pasta não conseguiu concluir a licitação das empresas que iriam executar os projetos no prazo estabelecido pelo Ministério do Trabalho.

Pinga-fogo

"Repito e reitero: não tive reunião privada com a ex-secretária. Acredito que o processo esteja encerrado desde o depoimento dela no Congresso."

Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, perguntada sobre a divulgação de que Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, encontrou a agenda na qual consta o registro do suposto encontro entre as duas no Palácio do Planalto, no fim do ano passado.

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