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estado X servidores

Votação do projeto da Paranaprevidência fica para quarta-feira

Servidores acampam em frente à Alep; policiais e professores entraram em confronto

  • PorGazeta do Povo, com informações de Angieli Maros, Kelli Kanadus e Katna Baran
  • 28/04/2015 10:03
Os professores vão acampar na praça Nossa Senhora do Salette, no Centro Cívico |
Os professores vão acampar na praça Nossa Senhora do Salette, no Centro Cívico| Foto:

A votação da projeto da Paranaprevidência, apresentado pelo governo estadual, foi adiada para esta quarta-feira (29), depois que a Comissão de Constituição e Justiça concedeu vistas a todos os deputados da comissão, para que analisem as 16 emendas apresentadas durante a sessão da última segunda-feira (27). A sessão foi marcada para às 14h30.

Até lá, os servidores do interior do estado vão dormir na praça Nossa Senhora do Salette, no Centro Cívico. Até o início da tarde, mais de 120 barracas haviam sido montadas. Os servidores esperam a chegada de mais ônibus do interior do estado nesta madrugada.

Choque

O segundo dia de protestos dos professores da rede estadual de ensino contra o projeto de lei que modifica a Paranaprevidência, nesta terça-feira (28), foi marcado por vários episódios de tumulto e confronto com a polícia, em situações que deixaram, pelo menos, 13 pessoas feridas. Todos os enfrentamentos ocorreram no Centro Cívico, próximo à sede do governo do Paraná.

Veja como foi o segundo dia de protestos e votação na Assembleia

Confira imagens do tumulto no Centro Cívico

O confronto entre PMs e professores teve gás de pimenta, bombas de efeito moral e muita correria. Veja as imagens feitas pelo cinegrafista Rodrigo Sierpinski.

+ VÍDEOS

A primeira ocorrência, que deixou oito pessoas machucadas, foi já durante a madrugada, quando, por volta das 1h30, policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) chegaram para cumprir a ordem de retirada dos manifestantes que ocupavam a Praça Nossa Senhora da Salete, em frente ao Palácio do Governo. Na versão dos professores que acampavam no espaço, a confusão começou no momento em que eles sentaram em frente aos três caminhões de som contratados pela APP Sindicato, representante da classe, para impedir a retirada dos veículos.

  • Apesar da barreira policial e dos confrontos, professores permanecem em frente à Alep.
  • Manifestante improvisou uma proteção contra bombas de efeito moral.
  • Bombas foram lançadas no meio da manhã desta terça-feira.
  • Manifestantes passaram mal depois da ação da PM.
  • Mesmo com decisão judicial liberando a presença de manifestantes, eles não devem ser liberados para entrar no plenário hoje.
  • Manifestantes se dispensam e evitam confronto com a PM.
  • Policiais usaram gás de pimenta contra os professores.

“Sentamos em volta [dos caminhões] para que não retirasse. Daí foi quando eles começaram a suar gás de pimenta e foram retirando o pessoal. Tinha muito policial e eles agiram com muita truculência para tirar a gente de lá”, relatou o professor Sérgio Rufino, um dos que estavam na praça durante a madrugada. “Não precisava nada disso porque não somos bandidos, só estamos aqui atrás de nossos direitos”.

Decisão

Decisão do juiz substituto Márcio José Tokars - após pedido de habeas corpus impetrado pelo grupo de advogados Direito para Todos - libera a entrada de dirigentes sindicais e estudantes nas galerias da Assembleia Legislativa do Paraná, para que possam acompanhar as sessões dos deputados.

No entanto, decisão da mesa diretora da Assembleia indica que hoje os servidores não poderão entrar no plenário. Isso porque o entendimento de Ademar Traiano (PSDB) é que a decisão judicial só vale para o dia de votação do projeto - portanto, não valeria para esta terça-feira. Para ele, os manifestantes devem ocupar o mesmo local que ocuparam ontem, nas proximidades da Alep, mas ainda para fora do cerco policial.

Por ora, os manifestantes dizem que não vão entrar na Alep. Segundo a diretora da APP Sindicato, Marlei Fernandes, os servidores vão acompanhar a sessão somente nesta quarta-feira (29), quando o projeto da Paranaprevidencia será votado.

O grupo Direito para Todos havia protocolado um habeas corpus individual e o juiz que ficou responsável pela decisão deu efeito coletivo à medida. “O juiz entendeu que a decisão anterior, que previa o interdito proibitório, não significa impedir a passagem e fazer o cerco policial, mas que o efetivo deveria garantir segurança dentro da Assembleia, com a participação dos manifestantes”, explica uma das advogadas do grupo, Luiza Beghetto.

Segundo a PM, os policiais precisam agir porque os manifestantes invadiram uma área “congelada”, ou seja, onde não poderiam estar. Além disso, a equipe tinha, segundo a assessoria de imprensa da corporação, autorização para retirar os caminhões que estavam estacionados em local proibido. Por isso, os veículos foram recolhidos e encaminhados ao pátio do Departamento de Trânsito (Detran), e os proprietários foram multados.

A área “congelada” a qual se refere a PM foi isolada no último fim de semana, com o amparo de um interdito proibitório que determinou o cerco à Alep Desde o último sábado (25), mais de mil policiais de todo as partes estado estão de prontidão para assegurar que a Assembleia vote o projeto ao longo desta semana. Na sexta-feira passada (26), uma liminar proibiu a APP-Sindicato de ocupar o prédio da Assembleia e assegurou o uso de força policial para garantir o cumprimento da decisão, sob pena de multa.

Mais confrontos

A tentativa de acessar a área isolada pela Polícia Militar gerou mais dois tumultos no Centro Cívico nesta terça-feira. Os cerca de sete mil manifestantes – segundo o sindicato dos professores – que estavam no protesto foram dispersados duas vezes pelos policiais, que usaram cassetetes, sprays de pimenta e bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.

As situações aconteceram entre 10h30 e 11 horas. Nos dois episódios, cinco pessoas ficaram feridas, sendo um deles um major da PM, que teve ferimentos na mão.

A PM contesta o número de participantes estimado pela APP Sindicato. Em vez de sete mil, seriam três mil, de acordo com a assessoria de imprensa da corporação.

O projeto de lei que propõe mudanças na Paranaprevidência foi aprovado por 31 votos contra 21 na segunda, e volta para segunda discussão nesta quarta-feira (29). O intervalo entre as votações foi maior porque o único oposicionista na CCJ, o petista Péricles de Mello, pediu vista para avaliar as emendas ao projeto. Um habeas corpus conquistado pelos professores na manhã de terça-feira garante que os docentes possam acompanhar a votação desta quarta.

Veja outras notícias sobre a greve dos professores no Paraná.

Siga em tempo real.

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Boa noite. Obrigado pela audiência.

Encerramos aqui a cobertura em tempo real da sessão na Alep e do protesto dos professores. Obrigado por nos acompanhar, boa noite e até amanhã.

Clima

O efetivo policial que agora faz cerco à Assembleia Legislativa é menor que a metade do que estava na tarde de hoje no Centro Cívico. O clima é bem tranquilo. A maioria dos manifestantes se mantém nas barracas montadas na praça.

Comércio

Muitos comerciantes aproveitam a mobilização para vender comidas e bebidas no Centro Cívico. Agora a noite, ao menos dez barracas estão na praça.
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Entrevista

Em entrevista para o Paraná TV 2ª Edição, da RPCTV, Richa afirmou que o governo cumpre decisão judicial colocar policiais em frente à Assembleia para garantir o funcionamento da Casa. Ele ressaltou que o projeto da Previdência é baseado em estudo atuarial, foi amplamente debatido com a sociedade e entidades dos servidores, Ministério Público e especialistas. “O risco de haver qualquer tipo de prejuízo aos servidores é zero.”
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Manifesto

As Pastorais Sociais da Arquidiocese de Curitiba se manifestaram sobre a tensão entre servidores estaduais, sobretudo professores, e o governo do Paraná, por meio de nota, pedindo mais diálogo entre as partes. A entidade lembra que essa semana antecede a comemoração do dia dos trabalhadores e manifesta preocupação em relação aos atos de violência que ocorreram no Centro Cívico. “Lamentamos profundamente os fatos violentos ocorridos nesta manhã e, à luz do Evangelho de Jesus Cristo, conclamamos todas as partes ao diálogo com respeito e busca da superação dos conflitos, a fim de que prevaleça a verdade”, diz um trecho da nota.

Pedido

Os líderes do movimento pedem que o maximo dr manifestantes permaneçam na praça durante a noite para evitar que a policia tente retirar o carro de som e as barracas do local durante a noite, como ocorreu nesta madrugada, gerando confusão.

Tranquilidade

O clima é de tranquilidade em frente à Assembleia Legislativa. Muitos manifestantes já deixaram a Praça Nossa Senhora da Salete e vários policiais também vão deixando o cerco para descansar. A maioria dos ônibus do interior já foi embora também. Os manifestantes que permanecem na Praça pretendem acampam esta noite aqui e se concentram em torno das barracas.

Saúde

Alguns servidores estaduais da área da saúde também estão na Praça Nossa Senhora da Salete. Conforme explica a representante do SindiSaude, Elaine Rodela, eles já estavam mobilizados desde ontem, mas, com o inicio da greve, hoje, a orientação é de que toda categoria em greve venha para a frente da Assembleia para cobrar os deputados sobre a votação do projeto que trata das mudanças na ParanaPrevidência. "Não podemos deixar o governo sem respostas a esse abuso que está ocorrendo aqui nem à falta de atendimento as nossas reivindicações", destacou Elaine.
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120 barracas

Os professores já montaram mais de 120 barracas na praça Nossa Senhora do Salette para passar a noite e aguardar a votação do projeto.
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No Facebook

Ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado estadual, Rafael Greca também se manifesta nas redes sociais
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Convocação

Um caminhão de som está circulando pela cidade convocando todos os servidores estaduais a irem para o Centro Cívico engrossar a manifestação.

Acampamento

Manifestantes vão preparando as barracas para passar a noite no Centro Cívico. A quantidade de barracas, aparentemente, é o dobro das registradas ontem.
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Líder do governo

Na tribuna, o deputado Luiz Cláudio Romanelli, defendeu o projeto que altera a Paranaprevidência e disse que a Polícia agiu corretamente.
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VÍDEO: Confira como foi a confusão no Centro

Interior sem policiamento

Um policial destacou, porém, que com a convocação para a capital, as cidades do interior ficam com o policiamento desfalcado, principalmente em relação às tropas especiais. Todo o efetivo da ROTAM de Paranavaí, por exemplo, está em Curitiba. São 20 policiais responsáveis por coordenar operações especiais na cidade.
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Gleisi Hoffmann

Em uma nota de repúdio, a senadora do PT, Gleisi Hoffmann, repudiou veemente à violência, segundo ela, praticada pelo governo Beto Richa contra os professores e trabalhadores da educação do Paraná. Na nota, ela conta que alertou, na tribuna do Senado, o risco dessa política de menosprezar o diálogo e de recusar a negociação, preferindo o confronto e a falta de tolerância.

Diárias

A reportagem conversou com alguns policiais do interior do estado que foram destacados para trabalhar no cerco à Assembleia Legislativa e, conforme eles foram notificados pelos comandantes, acabaram de receber as diárias para o delocamento. A SESP havia divulgado que o pagamento seria feito ontem, mas só acabou efetivado hoje.
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Reunião no Congresso sobre a Paranaprevidência foi o assunto do dia no '''Bom Dia Brasília'''
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Em Brasília

Começou há pouco a audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados com o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, para discutir as possibilidades de reorganização dos fundos previdenciários estaduais. O debate também tem a participação do consultor e especialista em previdência social pública e privada Renato Follador. O deputado João Arruda (PMDB-PR), que solicitou a realização da audiência, ressalta que um projeto de lei do governo do Paraná, em análise na assembleia legislativa do estado, extingue o fundo previdenciário e transfere todos os recursos para o fundo financeiro, buscando alteração no Regime Próprio de Previdência Social dos servidores paranaenses. Segundo ele, Minas Gerais e São Paulo propuseram alterações semelhantes. No entanto, parecer da Advocacia Geral da União considerou que o projeto está “em desacordo com a técnica contábil e com o mandamento constitucional do equilíbrio financeiro e atuarial e com as normas que derivam deste, além de atentar contra os princípios constitucionais da eficiência e economicidade”. Para Arruda, é urgente discutir o tema com o ministro da Previdência Social, já que cabe à sua pasta, por meio da Secretaria de Políticas de Previdência Social, estabelecer os parâmetros e diretrizes gerais para a organização e funcionamento dos regimes próprios de previdência social.
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Nas Redes Sociais

O governador Beto Richa publicou um vídeo explicativo sobre a Paranaprevidência
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Opinião

A vice-prefeita de Curitiba e Secretária do Trabalho e Emprego da prefeitura, Mirian Gonçalves, criticou a aprovação, em primeira discussão, do projeto que muda a Paranaprevidência e, com isso, afeta diretamente os professores. “Estamos assistindo à morte da Paranaprevidência sob o olhar atento do governador com a garantia da tropa de choque da Polícia Militar. Endividado, o governo do Estado pretende pagar suas inexplicáveis dívidas usando a poupança feita pelos servidores para a sua aposentadoria”, afirmou. Defensora dos direitos dos trabalhadores, ela questionou a postura do governo do Estado: “O que é ilegal? A greve ou a apropriação indevida do bem alheio, mais conhecido como estelionato?”.
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Defesa

Na Tribuna, o deputado estadual Élio Rusch (DEM) parabenizou a atuação da Polícia Militar.
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Pelo Twitter

Antecessor de Beto Richa, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a ação da Polícia Militar nas redes sociais.
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Saúde paralisada

Servidores da Saúde entraram em greve no fim da manhã desta terça-feira. A paralisação é por tempo indeterminado e, de acordo com a presidente do sindicato da categoria, “motivos não faltam para a greve”. Entre as razões, ela enumera o projeto de lei que altera a Previdência (PL 252/2015) e tramita na Assembleia; o não envio de projeto de lei de correção do plano de carreira dos servidores e “a violência moral, cívica e física contra os servidores com o cerco à Assembleia”, diz Elaine Rodella. “Há motivos políticos, pois não aceitamos que o aparato do estado, que é pago por todos nós, seja usado para defender os interesses do governo e não o interesse de toda a população. Além disso, já pedimos várias reuniões para negociar o reajuste salarial e o secretário não se manifesta”, completa Elaine.
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Responsabilidade

Ainda na tribuna, o deputado Tadeu Veneri (PT) disse que o governador Beto Richa e o secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini, são os responsáveis pelas ações da Polícia Militar.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Apoio

Muitos estudantes participam das manifestações no Centro Cívico em apoio aos professores.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Versinhos

"Nós estamos aqui no Paraná E a greve vai continuar E se o povo se unir A educação que vai subir", cantam os manifestantes em frente ao cerco policial no Centro Cívico.
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Tadeu Veneri

Na tribuna, o deputado do Partido dos Trabalhadores criticou a ação da Polícia Militar. "Todos sabem que a situação é delicada. Mas é preciso que tenhamos bom senso, para que não tenhamos surpresa na madruga", disse.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Fora da Alep

Os manifestantes não vão entrar na Alep hoje. Segundo a diretora da APP Sindicato Marlei Fernandes, os servidores vão acompanhar a sessão somente amanhã, quando o projeto da Paranaprevidencia será votado.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Nos Campos Gerais

Em Ponta Grossa, 90% das escolas estão sem aula, segundo o sindicato dos professores.
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Pelo Twitter

Também pelo Twitter, o ex-presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni (PSDB) comentou sobre a situação.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

No Centro Cívico

O clima é tranquilo na Praça Nossa Senhora da Salete, no Centro Cívico. Os servidores aproveitam as sobras para descansar. Os manifestantes garantem que vão acampar novamente na praça essa noite.
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Primeira dama

Enquanto o prefeito Gustavo Fruet se limitou a lamentar os “transtornos” causados no Centro Cívico pelo bloqueio policial, a esposa dele e presidente da FAS, Marcia Fruet, compartilhou no Twitter uma imagem que mostra um professor ferido por uma bala de borracha. “Ao mestre com carinho. Patrocínio Beto Richa”, diz a legenda da foto.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília
A APP Sindicato nega que tenham black blocks infiltrados na manifestação. "Se houvesse a manifestação teria sido ainda mais complicada de manhã", disse o secretário de comunicação do sindicato Luis Fernando Rodrigues.
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Na Assembleia

A oposição vai pedir vistas do projeto para ganhar tempo: com mais cinco votos contrários, o projeto seria derrubado
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Servidores da Saúde em greve

“Há motivos políticos, pois não aceitamos que o aparato do estado, que é pago por todos nós, seja usado para defender os interesses do governo e não o interesse de toda a população. Além disso, já pedimos várias reuniões para negociar o reajuste salarial e o secretário não se manifesta”, completa Elaine.
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Servidores da Saúde em greve

Servidores da Saúde entraram em greve no fim da manhã desta terça-feira. A paralisação é por tempo indeterminado e, de acordo com a presidente do sindicato da categoria, “motivos não faltam para a greve”. Entre as razões, ela enumera o projeto de lei que altera a Previdência (PL 252/2015) e tramita na Assembleia; o não envio de projeto de lei de correção do plano de carreira dos servidores e “a violência moral, cívica e física contra os servidores com o cerco à Assembleia”, diz Elaine Rodella.
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Depois do almoço

Por enquanto, situação está calma nas proximidades com a Assembleia Legislativa. Manifestantes procuram sombras na praça Nossa Senhora de Salete
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Fotos

Fotos: polícia usou bombas de efeito moral e spray de pimenta contra os manifestantes. Veja as imagens

Sessão relâmpago na CCJ

Os deputados estaduais fizeram uma sessão relâmpago na CCJ, de menos de dez minutos. O líder do governo, Romanelli, deu parecer favorável a 13 emendas. Rejeitou apenas uma. Fez substitutivo para duas. Péricles de Mello, do PT, pediu vistas. Nelson Justus, presidente da comissão, concedeu vistas a todos os deputados, que têm 24 horas para devolver o projeto. Outra sessão da CCJ está marcada para amanhã às 13h30. Só depois disso o projeto da previdência vai a plenário.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
A estação-tubo Centro Cívico, desativada hoje por causa dos protestos, ganhou outra serventia.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Feridos

A organização do protesto disse que houve feridos também no tumulto do fim da manhã, ao contrário do que tinha sido informado mais cedo. Segundo contaram, quatro pessoas foram encaminhadas a hospitais por causa de machucados e também pelo excesso de gás lacrimogêneo inalado. Então, somente hoje, foram 12 manifestantes feridos.
Gladson Angeli
Gladson AngeliEditor Mídias Sociais

Vídeo publicado nas redes sociais

Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Cadê o almoço?

Alguns policiais também enfrentam uma batalha no trabalho desta terça-feira. Muitos tiveram que resistir ao spray de pimenta jogado perto deles. Esquema para almoço? "O esquema é sair daqui e procurar algum lugar pra comer", comenta um policial.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Assim como aconteceu na prefeitura hoje cedo, funcionários da Alep que chegam pela Avenida Cândido de Abreu são revistados antes de entrar.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Sobre o tumulto desta madrugada, uma das diretoras da APP, Marlei Fernandes, disse que foram dois mil policiais contra os 150 professores acampados. Agora, serão iniciados os procedimentos para exames de corpo de delito. Oito ficaram feridos. "Eles [policiais] disseram que se a gente queria guerra, ia ter guerra", comentou o professor Bruno, de Ponta Grossa.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Sol forte

Apesar de os termômetros marcarem 22 graus, o sol é muito forte nesta altura do dia. Por isso, boa parte dos manifestantes deixa a frente do cordão de isolamento e aproveita as sombras da Praça Nossa Senhora da Salete.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Hora do almoço.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília
Os manifantes se concentram em frente à barreira policial e gritam "fora Beto Richa"
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Há pouco, uma professora precisou ser levada para o hospital por causa de um ferimento na cabeça. Mas o sindicato informou que o problema não teve a ver com o tumulto do fim da manhã. Então, o saldo de feridos do dia continua em oito pessoas, que foram levadas a hospitais depois de um confronto com a polícia durante a madrugada.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Agora, o Batalhão de Choque ocupa a frente da Alep.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Deputado Nelson Luersen para para falar com a reportagem da Gazeta do Povo sobre o tumulto de mais cedo no Centro Cívico. "É lamentável. Só vimos isso no AI 5".
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Deputado Nelson Luersen para para falar a reportagem da Gazeta do Povo sobre o tumulto de mais cedo no Centro Cívico. "É lamentável. Só vimos isso no AI 5".
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Convocação

Os líderes sindicais convocam todas as categorias do funcionalismo público do estado para uma grande manifestação amanhã no Centro Cívico.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Mesmo que consigam avançar mais um pouco, manifestantes têm acesso à frente da sede do governo barrada por forte cordão de isolamento policial.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Agora, Polícia começa a se concentrar em frente à Alep.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Cumprimento

Alguns manifestantes cumprimentam os policiais que deixam a praça.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Marcha

O caminhão de som dos manifrstes segue em direção à rua seguido pelos servidores. Eles vão se posicionar em frente à Alep.
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Fim da reunião

Deputado Traiano afirma que o entendimento dele sobre a decisão do TJ é que o habeas corpus vale para o dia de votação do projeto - portanto, amanhã. Hoje, acontece a reunião da CCJ. A mesa também entrou com medida judicial para que na sessão em que o projeto deve ser votado em segunda discussão também seja feita sem público presente
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Batalhão de Choque se retira de frente do caminhão de som. Manifestantes caminham para a frente do Palácio do Governo.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Comemoração

Os manifestantes comemoram a saída do Batalhão de Choque da Praça
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Comissão que se reuniu com o presidente da Alep volta para onde os professores estão concentrados.
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Saída

O Batalhão de Choque deixa a Praça Nossa Senhora da Salete e o caminhão de som vai ocupar a rua.
Gazeta do Povo
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Fim da reunião

Depois de encontrar-se com os deputados da oposição, a mesa da Assembleia informa que nesta tarde permitirá que os manifestantes ocupem o mesmo espaço que ocuparam ontem, durante a sessão. Ou seja, não entrarão no plenário
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Procurada há aproximadamente vinte minutos, a assessoria de imprensa da Polícia Militar ainda não retornou com a estimativa oficial da corporação sobre o número de manifestantes reunidos hoje na Praça Nossa Senhora da Salete.
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Sindicato pediu a intervenção do governo municipal sobre a ocupação da praça Nossa Senhora da Salete. Segundo a entidade, o executivo estadual não comunicou a Prefeitura sobre o isolamento da área. A informação teria sido repassada por Ricardo Ghisi, secretário de governo de Curitiba.
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Reunião

Neste momento, deputados da oposição estão em reunião com Ademar Traiano, presidente da Alep, para discutir abertura da Casa aos manifestantes
Kelli Kadanus
Kelli KadanusRepórter em Brasília

Estudantes

Muitos estudantes do Colégio Estadual do Paraná acompanham a movimentação dos servidores em frente à Alep
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Alunos do Colégio Estadual do Paraná chegam ao Centro Cívico.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Conversa

Com o clima menos tenso, até conversas informais entre manifestantes e policiais são restabelecidas.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Sossego

Agora, o clima volta a ficar tranquilo em frente à sede do governo do Paraná. Embora continuem concentrados, professores, estudantes e demais pessoas que participam do protesto estão calmos. Eles aguardam o resultado da reunião com o presidente da Alep, Ademar Traiano (PSDB). Este encontro vai definir se os dirigentes sindicais poderão ou não entrar na Assembleia nesta tarde.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
A APP Sindicato estima sete mil pessoas reunidas no protesto desta terça-feira.
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Situação mais tranquila

Protesto está mais calmo no Centro Cívico
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
A intenção é que estes representantes combinem como será a entrada dos manifestantes na Alep hoje à tarde. A entrada foi garantida por um habeas corpus.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Sindicato, polícia e os deputados Nelson Luersen e Requião Filho montam uma comissão para debater com o presidente da Alep.
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Oposição X situação

Deputados de oposição afirmam que às 11h30 terão reunião com o presidente da Alep, Ademar Traiano (PSDB). Nereu Moura (PMDB), afirma que, se os professores não forem autorizados a acompanhar a sessão, cumprindo a decisão do TJ, os oposicionistas pedirão a prisão de Traiano.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Os deputados Nelson Luersen e Requião Filho sobem no carro de som do sindicato.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Agora, situação fica um pouco mais tranquila. Caminhão de som para de avançar.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Segundo o sindicato, PM promete parar com o confronto. Chega caminhão de choque.
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Com a Avenida Cândido de Abreu bloqueadas, os manifestantes avançam pelo gramado da praça. Helicóptero da Polícia Civil ronda agora o espaço.
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Não apenas gás de pimenta como bomba de efeito moral estão sendo usadas. Muita gente correndo. Confronto é tenso.
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
A situação é muito complicada no Centro Cívico
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Mais spray de pimenta. À medida que os manifestantes avançam, o gás é expelido
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Em frente à Prefeitura, dirigentes sindicais gritam para Gustavo Fruet (PDT). " A rua é pública ", dizem
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Durante o segundo ato violento do dia - o primeiro foi durante a madrugada-, muitas pessoas começaram a chorar ao inalar gás de pimenta. Um grupo chacoalhou uma das viaturas. Aparentemente, ninguém se feriu.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Equipes dos batalhões especiais da PM cercam definitivamente o acesso ao Palácio, mas são enfrentados pelos manifestantes que tentam, aos poucos, progredir a caminhada.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Dispersam os manifestantes , que gritam "sem violência"
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Policiais empurram manifestantes.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Spray de pimenta é agora a arma dos policiais
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Violência!!!
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Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Atenção ,motoristas. O trânsito na Av Cândido de Abreu, entre a rotatória e a sede do governo, está totalmente bloqueado.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Liberam o acesso à rotatória que leva ao Palácio do Governo.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Manifestantes gritam, em coro, "retira, retira". Mas policiais não cedem.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Equipe da ROTAM fortalece o cerco, impedindo a entrada do caminhão da APP Sindicato
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Policiais aumentam o cerco. Os carros da PM invadem toda a extensão dda rotatória
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
Os docentes e alunos que já estavam em frente ao Palácio se juntam ao grupo que chega
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
O clima começa a mudar no Centro Cívico. Com a chegada de um grupo de professores que chega, policiais começam a se mobilizar.
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo
O grupo que estava na Praça 19 de Dezembro toma a Cândido de Abreu e tenta acessar os arredores da Praça Nossa Senhora da Salete com um caminhão de som
Angieli Maros
Angieli MarosRepórter da Gazeta do Povo

Volta ao Centro Cívico

Começa a caminhada de professores de volta ao Centro Cívico
Gazeta do Povo
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Concentração

Depois da retirada dos carros de som da Praça Nossa Senhora de Salete, os dirigentes da manifestação indicaram que os manifestantes se reunissem na Praça 19 de Dezembro, para então caminhar todos juntos ao coração do Centro Cívico. É isso que acontece nesse momento
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Nesta manhã

Cerca de 100 professores fazem caminhada pacífica da Praça 19 de Dezembro até a Assembleia Legislativa
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