i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?

A Protagonista

Foto de perfil de A Protagonista
Ver perfil

PSDB fecha questão, mas Alckmin descarta punição a infiéis: “Política é convencimento”

  • PorThaísa Oliveira
  • 13/12/2017 18:24
(Foto: Orlando Brito/PSDB)
(Foto: Orlando Brito/PSDB)| Foto:

O presidente do PSDB, governador Geraldo Alckmin, afirmou que o partido nem sequer discutiu punição aos deputados federais que votarem contra a Reforma da Previdência. A sigla fechou questão sobre a pauta nesta quarta-feira (13/12) durante o primeiro encontro da Executiva Nacional após a Convenção do último sábado (9/12).

LEIA MAIS: No Twitter: PSDB anuncia fechamento de questão sobre Previdência

“Vamos fazer o convencimento para ter o maior número de votos. Esse não é o momento para discutir punição. Não está excluída a punição, mas a nossa tarefa primeira é o convencimento e acho que estamos indo bem”, declarou.

Segundo o líder do partido na Câmara dos Deputados, Ricardo Tripoli, ao menos 20 dos 46 parlamentares da bancada são favoráveis à Reforma. “Com o fechamento de questão, alguns deputados se sentirão mais confortáveis para votar com o partido.”

Alckmin sustentou que aprovar a Reforma da Previdência é uma questão “fiscal” e de “justiça social”, já que há trabalhadores que ganham, em média, R$ 1.200, e outros, do setor público, cujos benefícios chegam a R$ 28 mil.

No encontro, o partido definiu ainda a criação de uma comissão para discutir a viabilidade de prévias partidárias — uma reivindicação do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que já se colocou como pré-candidato tucano à Presidência.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.