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Presidente da República, Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro| Foto: Alan Santos/PR

Na penúltima noite do ano, uma tragédia em Santos, na Vila Belmiro, que é conhecida nacionalmente por ter o estádio do Santos. Um elevador que estava subindo para o nono andar, com quatro pessoas da mesma família, despencou, matando as quatro, inclusive um jovem. Além dele, uma senhora – mulher de um suboficial da Marinha –, o irmão dela e a mulher dele. Livrou-se um menino que disse que ia pela escada.

A gente vê as declarações do condomínio, da Marinha, da prefeitura. Todas dizendo que o elevador estava em dia, todos os papéis estavam em dia, todas as revisões tinham sido feitas, a manutenção trimestral estava feita também. Estava tudo normal.

Não, não estava normal. O elevador caiu. Se estivesse tudo normal, o elevador não teria caído. Existe uma coisa chamada Lei da Gravidade, e o elevador não resistiu a isso. Não teve nem aquele dispositivo de segurança que tranca quando ele atinge uma velocidade descendente.

A gente tem a mania aqui no Brasil de dar mais importância ao papel e não ao mundo real. Eu vejo nas estradas que a primeira coisa que o fiscal pede são documentos, papéis. A primeira coisa deveria ser olhar como estão as luzes do carro, os pneus, verificar amortecedor, direção, freio. Isso é mais importante do que papel. Mas, aqui no Brasil, nessa cultura burocrática, é duro.

Recuperação

Eu gostaria de falar um pouquinho do ano do qual nos despedimos na noite passada. Foi o ano em que nos livramos de uma infecção. Uma infecção que atingiu a célula do país, que é a família. Os neurônios dos nossos filhos, em algumas escolas e faculdades. Atingiu a musculatura da economia, que é o emprego, o trabalho. E a própria coluna vertebral do país, que é o respeito às leis e a ética. Estou falando da corrupção, do intencional enfraquecimento de valores que mantêm o país unido.

Escapamos disso depois de anos de tentativas dela de tomar o poder, enfraquecendo o país. Nos livramos disso em 2019. Tomara que neste 2020, a gente consiga, enfim, a cura definitiva – ainda estamos em um processo. E, depois, que consigamos nos vacinar. Nos imunizar do mal que nos causaram, que debilitou esse país.

Mudanças

O ano de 2019 teve mudanças. Talvez a maior delas, na política, tenha sido o chefe do Poder Executivo, que é o presidente da República, mandar no Poder Executivo. Porque antes os ministérios eram entregues a partidos políticos para que o presidente tivesse votos garantidos no Congresso.

Esses votos agora são dúvida, mas se conseguiu limpar o Poder Executivo de um fisiologismo que se aproveitava dos ministérios para tirar vantagens políticas. Politicamente talvez essa tenha sido a grande modificação desse ano.

Otimismo

A mostra de que há gente em casa para fazer valer as leis derrubou os homicídios em uma taxa nunca vista no mundo. E, ao mesmo tempo, mostrou que tem que haver respeito à lei e valorização da polícia. Com isso, se melhorou a segurança pública de um modo geral.

E a economia, os números estão aí, não preciso nem comentar. Voltou o otimismo, e o otimismo vai fazer com que este ano de 2020 seja bem melhor ainda. Está não apenas voltando o emprego, mas se transformou desempregados em empreendedores, donos de seu próprio nariz e de seu próprio bolso.

Foram mudanças que a política liberal na economia conseguiu.

Que tenhamos todos um 2020 ainda melhor.

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