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No sábado, dia 25, a Sociedade Protetora dos Animais (SPAC) resgatou mais um cavalo vítima de maus-tratos. O animal estava abandonado no bairro Cajuru e apresentava marcas de violência, além de estar muito doente.

A SPAC levou veterinários ao local e depois o encaminharam à chácara da ONG, mas o cavalo não resistiu. Durante as vezes em que tentaram levantá-lo, ele caiu, pois não conseguia parar de pé. Nem a medicação pode ser dada direito, porque as veias do animal estavam fracas e não aguentaram.

A Soraya Simon, presidente da SPAC, registrou ocorrência na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), mas ainda não há sinal do responsável pela violência. Se alguém souber, pode entrar em contato com a delegacia (3356-7047). Não precisa se identificar.

Comentei aqui outras vezes sobre como eu acho um absurdo o que acontece com os cavalos na periferia. Geralmente os carrinheiros usam e abusam do bicho e depois, quando ele já não aguenta mais, o abandonam em um canto qualquer.

Um colega aqui do jornal, o José Carlos Fernandes, comentou comigo dia desses que muitos carrinheiros não usam mais cavalos porque sai caro. Mas para mim não importa a quantidade. Se apenas um ainda usar o animal, vou achar absurdo do mesmo jeito.

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Sou absolutamente contra a prática, mesmo que a pessoa “cuide”. Não faz o menor sentido a exploração de um cavalo hoje em dia. O animal não está preparado para passar o dia rodando pela cidade, carregando peso e tomando pouca água (vamos convir que não é simples parar em qualquer lugar para dar de beber ao bicho).