Neílson, vice-artilheiro do Paranaense-2013, volta ao Estadual em 2014, para reabrir seu mercado após uma passagem ruim pela Portuguesa. (Foto: Josué Teixeira/ Gazeta do Povo)
Neílson, vice-artilheiro do Paranaense-2013, volta ao Estadual em 2014, para reabrir seu mercado após uma passagem ruim pela Portuguesa. (Foto: Josué Teixeira/ Gazeta do Povo)| Foto:

A partir de domingo, o meio-campo do Corinthians será gerenciado pelo Bruno. Se você acompanhou as seis últimas edições do Campeonato Paranaense, sabe quem é o Bruno. Foram quatro anos no Iraty, dois no Londrina. Marcação forte, passe preciso, ótimos lançamentos, bom chute de fora da área. Difícil imaginar um clube que não queria um meio-campista assim? Te digo três: Coritiba, Atlético e Paraná.

Neílson, vice-artilheiro do Paranaense-2013, volta ao Estadual em 2014, para reabrir seu mercado após uma passagem ruim pela Portuguesa. (Foto: Josué Teixeira/ Gazeta do Povo)

Neílson, vice-artilheiro do Paranaense-2013, volta ao Estadual em 2014, para reabrir seu mercado após uma passagem ruim pela Portuguesa. (Foto: Josué Teixeira/ Gazeta do Povo)

O trio de ferro cagou deu de ombros para Bruno. Ele jogou o Brasileirão emprestado para a Portuguesa e agora foi para o Corinthians ser o substituto de Paulinho que Tite não conseguiu encontrar ano passado. Todo o Estadual tem suas revelações que surgem do nada (Jucilei foi um meteoro desses e também ninguém se interessou), mas casos como o de Bruno são comuns. Por isso, o Bola no Corpo encerra a minissérie sobre o PR14 com 5 jogadores do interior (o que, na geografia do futebol local, engloba J. Malucelli – tá no pé da Rodovia do Café – e Rio Branco – tá fora de Curitiba) que o trio de ferro precisa prestar atenção.

Neílson, atacante, Londrina

A vice-artilharia do PR-13, com 13 gols, não bastou para Neílson atrair a atenção do trio de ferro. O jogador acabou emprestado à Portuguesa, teve poucas chances e voltou ao Estádio do Café. Sem a companhia de Weverton (foi embora) e Celsinho (perdeu a posição), será o comandante do ataque do Tubarão. Eficiente dentro e fora da área, é uma boa aposta para compor elenco na A ou ser o 9 do Paraná na B.

 

Eduardo, atacante, J. Malucelli

Velocista, jogo de ponta, meia aberto, ala e lateral-direito no Toledo. Teve seus melhores momentos contra Atlético, Coritiba e Paraná, mas acabou no J. Malucelli. Jovem, é uma boa aposta de futuro.

 

Felipe, atacante, Maringá

Foi o destaque do Nacional de Manaus nos dois jogos contra o Coritiba, pela Copa do Brasil. Esteve na mira do Paraná, mas acabou na Cidade Canção. Joga aberto pela direita ou pela esquerda.

 

Rafael Chorão, meia, Rio Branco

Em 2012, foi um dos poucos a se salvar no Barueri rebaixado à Série C do Brasileiro. Com a Portuguesa, caiu no Paulista. Fez o Brasileiro no Treze e foi parar no Rio Branco. Por causa da parceria de comum com a Amaral Sports, é um nome possível para o Paraná no Nacional. Pode ser meia, atacante de lado de campo e até um falso 9.

 

Edson, goleiro, Arapongas

Seu momento mais marcante foi a defesa de três pênaltis contra o São Caetano, pela Copa do Brasil. Fez um bom Estadual pelo Arapongão ano passado. Na posição, só ficou atrás de Danilo (Londrina) e Santos (Atlético).

 

*****

 

Ei, eu escrevi que esse é o último capítulo da minissérie? Esqueça. Ler o fantástico guia da Gazeta do Povo editado pelo André Pugliesi me deu ideia de uma saideira, um capítulo extra, que ponho no ar amanhã, com um tema surpresa. Por ora, vamos resgatar o que saiu por aqui.

 

– Segunda-feira: 5 coisas que você sempre vê no Paranaense. E 5 que você nunca imaginou que veria

– Terça-feira: 5 jogadores do Coritiba que precisam tratar o Paranaense como Copa do Mundo

– Quarta-feira: 5 jogadores do Atlético que precisam tratar o Paranaense como Copa do Mundo

– Quinta-feira: 5 (ou 6) jogadores do Paraná que precisam tratar o Paranaense como Copa do Mundo

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