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O Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher será marcado no Brasil, neste dia 25 de novembro, com atos em várias cidades. As manifestações fazem parte da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”, que promove ações de educação e prevenção para alertar sobre as violências sofridas pelo gênero feminino.

Em Curitiba, haverá uma manifestação na Praça Santos Andrade, às 13 horas. Em Londrina, o protesto será no calçadão, das 9 às 12 horas, em frente ao Banco do Brasil.

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Em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira até sexta-feira a Arena Fonte Nova ficará iluminada com a cor laranja, em homenagem às mulheres. A cor laranja é o tom utilizado mundialmente para remeter à causa e gerar o debate e a reflexão da sociedade sobre o tema. São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e muitas outras grandes cidades tem atos previstos.

Os manifestantes prometem cobrar o fim da impunidade e mais políticas públicas para combater o feminicídios e outras práticas constante de agressões contra as mulheres.

Dados do Instituto Sangari, divulgados no Mapa da Violência de 2012, mostram que no Brasil cerca de 90 mil mulheres foram assassinadas entre 1980 e 2010. Nas últimas três décadas, houve um avanço de 217,69% no número de morte de mulheres. A Organização Mundial de Saúde aponta o Brasil como 7.º país com maior número de mulheres assassinadas.

O dia 25 de novembro foi declarado Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher em 1981, na cidade de Bogotá (Colômbia), durante o Primeiro Encontro de Mulhertes da América Latina e Caribe em homenagem a “Las Mariposas”, codinome utilizado pelas irmãs Mirabal, heroínas da República Dominicana brutalmente assassinadas em 25 de novembro de 1960 por se oporem à ditadura de Rafael Leônidas Trujillo.

A Assembleia Geral da ONU proclamou em 1999 essa data como Dia Internacional para Eliminação da Violência contra a Mulher.

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