Banalização do crime, naturalização do mal, criminalização da polícia e vitimização de bandidos. Até que ponto o brasileiro já está contaminado pelo discurso fácil de que ladrões, sequestradores, assaltantes e até assassinos são meras "vítimas" da sociedade?
Por que tanta gente aceita isso e não percebe que, ao enaltecer bandidos, deixa as vítimas reais de lado, à própria sorte? Que relação tem isso com a normalização da prática de corrupção na política? O Brasil está fadado a conviver para sempre com esse mal?
Quem alimenta a inversão de valores e por quê? Quem ganha e quem sai prejudicado com isso? Qual recado é passado a jovens de comunidades carentes, quando se propaga que há "lógica no assalto", como fez a filósofa e professora universitária Márcia Tiburi, filiada ao partido dos Trabalhadores, naquela entrevista famosa?
O que a política tem a ver com tudo isso? E a justiça? Assista ao programa Segunda Opinião para acompanhar o debate sobre o tema. Participam do episódio desta segunda (17) o antropólogo Flávio Gordon, colunista da Gazeta do Povo; a professora Paula Marisa, especialista em Educação; e a advogada e comentarista política Fabiana Barroso.
Segunda Opinião vai ao ar ao vivo, todas as segundas-feiras, a partir de 20h, aqui no espaço da minha coluna. Eu, Cristina Graeml, ancoro a discussão entre os comentaristas.

Formada em Comunicação Social – Jornalismo (UFPR/1992). Trabalhou como repórter de TV por 26 anos. Está na Gazeta do Povo desde julho de 2018, onde já atuou como produtora e apresentadora de minidocumentários em vídeo e programas de análise política (Última Análise, Conversa Com Fiúza, Passando a Régua com Rodrigo Constantino e Hora do Strike). Estreou como colunista em fevereiro de 2020, publicando textos e vídeos na coluna Falando Abertamente, editoria Vozes. Às segundas-feiras comanda o programa Segunda Opinião, apresentado ao vivo, às 20h, envolvendo outros comentaristas em debates sobre temas relacionados às Convicções da Gazeta do Povo.**Os textos da colunista não representam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.



