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Flavio Gordon

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A “gripezinha” de Agamben: controvérsias filosóficas sobre o coronavírus

  • Flavio GordonPor Flavio Gordon
  • 15/04/2020 15:24
Casal caminha pela deserta praça Duomo, Milão, Itália, 31 de março de 2020, durante lockdown para conter a propagação da infecção do novo coronavírus
Casal caminha pela deserta Piazza del Duomo, em Milão, na Itália, em 31 de março de 2020, durante lockdown para conter a propagação da infecção do novo coronavírus.| Foto: Miguel Medina/AFP

“A nossa civilização preocupou-se em aliviar o sofrimento e prover o bem-estar humano numa escala universal sem precedentes na história, mas que, ao mesmo tempo, ameaça nos aprisionar em formas potencialmente alienantes e desumanizadoras” (Charles Taylor, prefácio a The Rivers North of the Future: the testament of Ivan Illich, de David Cayley)

“Pois, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á” (Mateus 16,25)

Tão logo o coronavírus chegou à Itália, e assim que as primeiras medidas restritivas começaram a ser implementadas, teve início ali um fenômeno que, decerto familiar àqueles resilientes brasileiros integrantes do grupo de risco, não é mais que uma lembrança esmaecida no alucinado Brasil dos nossos dias: um debate livre e franco.

E não, não falo apenas de debate num sentido pragmático, acerca, por exemplo, de estratégias de enfrentamento do coronavírus. Embora também esse tenha ocorrido, por certo, refiro-me aqui a um debate de outro tipo: uma controvérsia intelectual sem nenhuma finalidade prática ou utilidade imediata, e que, no contexto de uma pandemia, muita gente talvez tenha considerado (não sem alguma razão) até mesmo nociva, por alienada e diversionista.

Giorgio Agamben alertava para o risco do recrudescimento do autoritarismo estatal diante do que também ele via apenas como uma “gripezinha”

O fato, todavia, é que debate houve. E houve, não em algum rincão obscuro e periférico da vida intelectual italiana, mas, ao contrário, em seu coração mesmo. Tendo por origem as observações que um dos mais prestigiados intelectuais italianos vivos, o filósofo Giorgio Agamben, fez no blog Quodlibet a respeito da reação governamental à pandemia, a celeuma que se seguiu foi, embora nem sempre brilhante, sem dúvida acalorada e briosa.

O texto original de Agamben intitula-se L’invenzione di un’epidemia (“A invenção de uma epidemia”). Nele, o filósofo critica o que chamou de medidas emergenciais “frenéticas”, “irracionais” e “inteiramente infundadas” adotadas pelo governo para conter “uma pretensa epidemia de coronavírus”. Baseando-se numa declaração emitida à época pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNR), segundo a qual, além de não haver uma epidemia de Sars-CoV-2 na Itália, a infecção reportada gerava sintomas leves de gripe (do tipo influenza) em quase 90% dos casos, Agamben pergunta: “Se essa é a situação, por que a imprensa e as autoridades se empenham tanto em espalhar um clima de pânico, propiciando assim um verdadeiro estado de exceção com sérias limitações ao movimento e a suspensão da rotina em regiões inteiras?”

O filósofo sugere dois fatores explicativos para essa “resposta desproporcional”. O primeiro seria uma tendência contemporânea universal de usar o estado de exceção como paradigma normal de governo. O segundo, um estado de medo que, nos últimos anos, se entranhou nas consciências individuais, e que se traduziria numa necessidade autêntica por situações de pânico coletivo para as quais a peste fornece o pretexto ideal. “Portanto” – conclui –, “num onipresente círculo vicioso, as limitações à liberdade são aceitas em nome de um desejo por segurança criado pelos mesmos governos que ora agem para satisfazê-lo”.

Em suma: Agamben alertava para o risco do recrudescimento do autoritarismo estatal diante do que – três semanas antes de Jair Bolsonaro! – ele também via, por assim dizer, apenas como uma “gripezinha”.

L’invenzione di un’epidemia foi publicado no dia 26 de fevereiro, quando a Itália tinha ainda somente três mortes por coronavírus confirmadas. Já no dia seguinte, 27 de fevereiro, surgiu a primeira de uma série de críticas ao comentário de Agamben: um texto intitulado Eccezione viral (“Exceção viral”), publicado no blog Antinomie, de autoria do filósofo francês Jean-Luc Nancy, e que ditou o tom das reações subsequentes. Um apanhado da controvérsia pode ser lido no European Journal of Psychoanalysis sob a rubrica “O coronavírus e os filósofos”.

Questionando a caracterização da Covid-19 como uma gripe qualquer, Nancy lembra Agamben que, para essas, já há vacina. E que, segundo outras fontes oficiais, a mortalidade estimada do coronavírus seria até 30 vezes maior. Ademais, aponta o erro do colega italiano em não perceber que aquilo que ele via – talvez com certa nostalgia burguesa – como estado de exceção já virara regra num mundo em que interconexões técnicas de toda sorte atingiram uma intensidade inédita na história humana. “Há uma espécie de exceção viral – biológica, científico-computacional, cultural – que é pandêmica”, escreve Nancy, donde o título do texto. “Governos são apenas executores sombrios, e culpá-los dessa forma soa mais como manobra diversionista do que como reflexão política.”

Quão humanamente digna resta sendo uma vida em que você pode apanhar e ser algemado por sentar num banco de praça? Perseguido, preso e arrastado como um animal feroz por pisar na areia da praia?

Tendo aberto o comentário referindo-se a Agamben como “um velho amigo”, o filósofo francês encerra-o com uma curiosa nota pessoal. Conta que, há 30 anos, quando médicos decidiram que ele precisaria de um transplante de coração, “Giorgio” foi um dos poucos a lhe sugerir que os ignorasse. “Se tivesse seguido o seu conselho”, conclui Nancy, “eu provavelmente teria morrido pouco tempo depois”.

Diante do que hoje sabemos da Itália – com os seus mais de 21 mil mortos até o momento –, é inevitável constatar que a percepção de Jean-Luc Nancy sobre a gravidade do Sars-CoV-2 estava correta; e a de Giorgio Agamben (bem como a de Bolsonaro), equivocada. Todavia, há algo no alerta do filósofo italiano (algo aparentemente inapreensível por Nancy) que permanece válido, a despeito da letalidade do novo vírus. E válido, sobretudo, para os brasileiros, que temos assistido a toda sorte de arbitrariedade, oportunismo político e abuso de autoridade cometidos sob o pretexto de combate à pandemia – que, nesse contexto, adquire um ar de necessidade, quase como se nossas classes política e jornalística parodiassem, em seu íntimo, os versos de Kaváfis: “Sem o vírus o que será de nós? Ah! Ele era uma solução”.

Em resposta às críticas, Agamben aprofundou o seu argumento no artigo Chiarimenti (“Esclarecimentos”), publicado no mesmo Quodlibet no dia 17 de março (quando os mortos na Itália já haviam subido para 297). Nesse novo texto, o filósofo destaca a degradação das relações humanas que as medidas draconianas de combate à pandemia arriscavam produzir. Em particular, demonstrava preocupação com uma perigosa desumanização e crudelização do sentido da vida, reduzida a mera sobrevivência físico-corpórea.

Escreve Agamben: “O medo é um péssimo conselheiro... Resta evidente que os italianos estão preparados para sacrificar praticamente tudo – condições normais de vida, relações sociais, trabalho, amizades, até mesmo convicções políticas e crenças religiosas – para evitar o risco de ficar doente. A vida crua, e o medo de perdê-la, não é algo que une os homens, mas que, ao contrário, os opõe e aparta. Outros seres humanos, tal como os da praga descrita por Manzoni, hoje são vistos apenas como contaminadores potenciais a serem evitados a todo custo. Os mortos – os nossos mortos – não têm direito a um funeral, e não está claro o destino dos cadáveres dos nossos entes queridos. O nosso próximo foi apagado, e é estranho que as igrejas permaneçam caladas sobre isso (grifos meus). O que será das relações humanas num país que vai se acostumando a viver desse modo sabe-se lá por quanto tempo? E o que é uma sociedade cujo único valor é a sobrevivência?... Os homens acostumaram-se a tal ponto a viver em condições de crise e emergência permanentes que parecem não notar que sua vida foi reduzida a uma condição puramente biológica, tendo perdido não apenas a dimensão social e política, como até mesmo a do sentimento e a da compaixão. Uma sociedade em estado permanente de emergência não pode ser livre. Vivemos, de fato, numa sociedade que sacrificou a liberdade em favor das assim chamadas 'razões de segurança', e que, por consequência, condenou a si própria a um estado permanente de medo e insegurança”.

Como disse acima, a reflexão do filósofo italiano é de especial interesse para o Brasil contemporâneo. Também nós não teremos deixado, em função da pandemia, que nossa vida fosse amputada de toda dimensão espiritual e transcendente, reduzida pelos traficantes do pânico a uma condição puramente biológica? Quão humanamente digna resta sendo uma vida em que você pode apanhar e ser algemado por sentar num banco de praça? Perseguido, preso e arrastado como um animal feroz por pisar na areia da praia? Literalmente asfixiado pelo braço da lei por querer trabalhar? Caçado como um criminoso por rezar dentro da própria casa? Se, involuntariamente, importamos da China o vírus, estaremos condenados a, dessa vez por vontade própria, importar de lá também a concepção totalitária da relação entre Estado e sociedade, entre o governo e os indivíduos? No regime comunista chinês, também é possível sobreviver, mantendo o organismo vivo e respirando, com a condição de que permaneça calado, imóvel e diminuto – como um Penjing.

Por fim, imagino que a provocação de Agamben em relação ao silêncio das igrejas possa ser especialmente perturbadora aos religiosos em geral, e católicos em particular. Pois não é nada trivial ver igrejas fechadas em plena Páscoa ou fiéis sem poder receber a Eucaristia. Não terá sido essa uma concessão excessiva à razão médico-epidemiológica? Uma atenção desmedida às exigências da matéria em detrimento das do espírito? Não é de surpreender, obviamente, que magistrados fanaticamente secularistas e jornalistas marxistas-leninistas – aos quais a pandemia tem servido de pretexto para extravasar arraigados preconceitos antirreligiosos – recusem às igrejas o estatuto de “serviços essenciais”. Mas os religiosos deveriam ser os últimos a endossar-lhes o juízo. Afinal, se a missão de salvar vidas é, decerto, nobilíssima, a de salvar almas não é de somenos. Quando mais não seja porque haverá sempre quem tema menos a doença do que o Inferno.

Conteúdo editado por:Marcio Antonio Campos
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Comentários [ 47 ]

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    Plínio

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    VALMIR SCHREINER MARAN

    ± 16 dias

    Existe inteligência. Artigo remete a reflexões esquecidas pelo bombardeio midiático.

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    Alex

    ± 16 dias

    Parabéns pela lucidez e pela qualidade do texto!

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    Diego Cardoso Baima

    ± 17 dias

    Claro que devemos tomar medidas proporcionais de proteção, especilmente em grupos de risco. Mas citar o número de "21 mil" de mortos como se fosse algo avassalador é sinal de que o articulista caiu no alarma exagero. Temos doenças muito piores, e bastante transmissíveis, que matam muito mais que isso, como Tuberculose, Hepatite B, HIV, Diarreias agudas. Tuberculose também é altamente tranmissível por tosse. Sem falar das doeças cardíacas e câncer. E nem por isso o mundo parou de forma tão violenta. Esse pânico exagerado diante do covid não tem sentido.

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    Irineu Berestinas

    ± 17 dias

    Ainda bem que nós, leitores da Gazeta, temos fo Flavio Gordon, que bate de 7x1 no Francisco Razzo e no Renan Santos...

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      Alex

      ± 16 dias

      Discordo Alexandre. Colocar Guilherme Fiúza no nível de Francisco Razzo e Renan Santos não faz sentido. Fiúza é muito lúcido e sabe usar o sarcasmo. Aliás, coisa rara nos dias de hoje (saber usar sarcasmo de forma inteligente). O Francisco Razzo também é inteligente, mas tem demonstrado desonestidade intelectual.

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      Alexandre

      ± 17 dias

      E no Guilherme Fiúza!

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    Irineu Berestinas

    ± 17 dias

    As autoridades de saúde, diante da gravidade do problema, devem, sim, adotar medidas de controle (não o 'fecha tudo' e nem o liberou geral, de modo a provocar o caos nos sistema de saúde e nos hospitais), apresentado esse contraponto ao autor do texto, devo reconhecer que os seus escritos são de um intelectual que consegue chegar com facilidade ao âmago das questões. Meus cumprimentos, Caro Flávio, pelo que texto, que mais não faz do que repetir a sua mensurável e clara sabedoria.

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    Nissim lopez

    ± 17 dias

    Muito bom. Análise profunda e bem orientada chegando a uma conclusão importante: não podemos nos deixar calar perante arbitrariedades como essa da senhora em Araraquara e várias outras.

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    MORALES

    ± 17 dias

    Excelente! Parabéns! Brilhante!

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    A_I

    ± 17 dias

    Parabéns, excelente artigo. Temos muita coisa pra refletir em tempo de pandemia e suas consequências. Esse texto traz luz num momento de escuridão. Continue com o excelente trabalho.

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    JOSE ROBERTO RISTON

    ± 17 dias

    Elevar o debate para o nível espiritual/transcendental é para poucos, ainda mais na acirrada guerra cultural/política em que vivemos. Excelente texto. Fez-me refletir fora do âmbito "biológico".

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    FERNANDA LOPES MARTINS

    ± 17 dias

    Novamente se perdeu quando entrou na religião... Bem típico...

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    Ricardo de Mello Araujo

    ± 17 dias

    Excelente texto!

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    WSR

    ± 17 dias

    Parabéns pelo artigo, Flávio!

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    Ulisses

    ± 17 dias

    O q temos, em grande medida, é gente q ñ consegue abrir mão de seu inalienável direito de ir e vir em benefício de pessoas q ñ podem deixar de sair de casa. Ter q pisar na areia, ou fazer um churrasco, ou se reunir no banco da praça, ou ir na padaria comer sonho quase como se fosse uma necessidade biológica incontrolável, isso sim é algo preocupante. Não completamos 1 mês de restrições e vemos gente falando em perda da liberdade como se estivesse fazendo um grande sacrifício por ñ ir ao shopping. Sinceramente, acho q ñ conseguimos ainda dimensionar quais são os reais problemas a serem enfrentados com esse vírus...

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      PAULO C.P.

      ± 17 dias

      Perfeito seu comentário Ulisses.

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      Eduardo Prestes

      ± 17 dias

      Isso, exatamente, não abro mão da minha liberdade por restrições sem sentido. O estado não manda nas pessoas. E as pessoas sabem se cuidar muito melhor sozinhas do que sob tutela estatal. Continuo indo a praia, é bom para a saúde, e mantenho as minhas precauções. E é um direito da pessoa correr riscos, se assim o desejar.

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  • U

    Ulisses

    ± 17 dias

    Penso que ler Boécio, Tomás de Aquino, Alberto Magno, retomar Aristóteles pode dar dimensão às vidas do presente. A vida biológica não só não se contrapõe à vida política, como a possibilita. A potencialidade da virtude só se dá na condição biológica de um organismo humano. Há muito o q se falar sobre isso. Mas ñ vejo como, depois de ler Boécio, pensar q sacrificamos algo tão difícil assim. A disciplina para abrir mão de uma liberdade, constantemente confundida com 'fazer o q eu quero', é um bom caminho para o aprimoramento da alma. Casos excepcionais de arbitrariedade por parte das autoridades devem ser tratados com atenção, mas são exceções.

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    LEONARDO RIBAS GOMES

    ± 17 dias

    O texto ia bem até cair na religião. O Gordon não consegue se privar da equação divina sem comprovação. Não consegue se livrar do doutrinamento jovem que recebeu, pois se tivesse nascido no Ira, por exemplo, teria produzido texto similar para os islamicos, sempre acreditando nas virgens a espera no céu. Somos seres biológicos sim, sem nenhum espirito. Acreditar diferente é procurar o saci pererê na floresta depois de adulto.

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      Bruno Carneiro

      ± 17 dias

      "Somos seres biológicos, sim. Sem nenhum espírito. Acreditar diferente é procurar Saci Pererê na floresta, depois de adulto." Falou o professor de Deus, que sabe tudo acerca das coisas da Terra e do Céu. Responda-nos, ó magnânima sabedoria: quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? O que estamos fazendo aqui?

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    • E

      Eduardo Prestes

      ± 17 dias

      A fé da outra pessoa não diz respeito a você. Para alguns, a religião é parte importante da vida e merece atenção diária. Respeito muito os religiosos, que tem uma obra maravilhosa, em asilos, orfanatos, hospitais, escolas, assistência social, etc. Ao contrário dos marxistas, por exemplo, que só sabem reclamar, dividir e criar conflitos e tiranias (além das mais de 100 milhões de vítimas desta diabólica ideologia).

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    • U

      Ulisses

      ± 17 dias

      Para quem não consegue estudar história Antiga e Medieval e pensa q a humanidade se constitui a partir dos séculos XV ou XVI... talvez... as vezes, também, é só uma questão de etimologia e você entender o que significa a vida do espírito... afinal, essa sua breve reflexão ñ poderia ser realizada sem q vc tivesse a potencialidade do pensamento, se fosse só uma ameba, ou um outro mamífero qualquer... enfim...

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    Mauricio França Del Bosco Amaral

    ± 17 dias

    Insisto que se deve ter muito cuidado nas comparações entre dois países com circunstâncias diametralmente opostas. No Mais, muito proveitoso o conteúdo de altíssimo nível intelectual do ser artigo, notadamente a reflexão final.

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  • P

    peace!

    ± 17 dias

    Muito claro que só a ciencia pode resolver um problema cientifico.

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      Eduardo Prestes

      ± 17 dias

      Falam tanto em ciência, mas vale lembrar que não foi feito qualquer estudo sobre o impacto negativo na economia, em quanto tempo haverá desabastecimento de alimentos, quais setores mais impactados, qual número de desempregados, quantas empresas fecharão, etc. Não sabem nada disso, não tem a menor idéia das consequências desse fechamento. Tampouco sabem o que vai acontecer quando as pessoas saírem da quarentena (meu palpite é um novo pico de contágio). Ou seja, como toda decisão estatal, é burra, ineficiente e irresponsável. É só teatro político. O combate à epidemia deveria ser feito com recomendações, as pessoas sabem o que é melhor e mais urgentes para elas próprias.

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      Mirtão

      ± 17 dias

      Dãããããããããããããããããããããndão. Que profundidade em tuas palavras, você realmente é um "jênio".

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    Andre Gamoni Ahaniko

    ± 17 dias

    Momento de reflexão, prós e contras, polegar no queixo. Afinal, o que fazer?

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    Douglas Alexandre I Nunes

    ± 17 dias

    As pessoas irão morrer, todos nós. Mas sacrificar a civilização, em nome de protegê-la, é uma contradição lógica.

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  • F

    Francisco Velloso

    ± 17 dias

    Parabéns pelo texto.Provoca a discussão e nos obriga a pensar.

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    DENISSON HONORIO DA SILVA

    ± 17 dias

    É desconcertante sua reflexão. Admito que é mais facil ser levado como um boi para o abte. Você não precisa raciocinar, apenas obedece candidamentr o que lhe dizem. Haveria talvez um saida se nós todos fizessemos uma distância segura na padaria, no mercado e na farmácia. Que as industrias e outros estabelecimetos buscassem alternativas para os funcionários como mascaras, home office. Mas isso num mundo ideal. Pois temos milhões de miseraveis que moram em favelas e comem o que ganham no dia. Se se contaminarem será uma mortande absurda. Filosificamente concordo mas é dificilimo ter uma resposta pronta sendo radical tanto para um lado quanto para outro.

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  • L

    Luciana Amaral

    ± 17 dias

    21 mil mortes em 70 dias ( Itália) não tem significado pra a filosofia e para alguns leitores. Qt a sair ou ficar, o meu direito vai até onde começa o direito do outro. Ser agente de transmissão é assumir responsabilidades.

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    4 Respostas
    • Z

      Zyss

      ± 17 dias

      Rodrigo: então viva a sua vida biológica confinado em sua casa. #ficaemcasa

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    • R

      Rodrigo

      ± 17 dias

      ah... e o velho ranzinza zyss ataca novamente. todo mundo é burro, só zyss é inteligente. na verdade, ó pai, é nosso dever e nossa salvação darmos graças a zyss, o espírito onipotente, onipresente e sapiência suprema do universo . pena q seja tão mal humorado, sempre odiando e xingando.

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    • Z

      Zyss

      ± 17 dias

      O vírus está no ar vc que tome as medidas de proteção que achar necessário.

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    • Z

      Zyss

      ± 17 dias

      O seu direito ficar em casa e não encher o ****....Essa conversa mole aí é ridícula!

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  • O

    Otacilio Bandeira

    ± 17 dias

    "Quando mais não seja porque haverá sempre quem tema menos a doença do que o Inferno." Excepcional desfecho para mais um brilhante artigo. Obrigado Gordon!

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  • Z

    Zyss

    ± 17 dias

    Ótimo texto Flávio, vc é a única salvação da gazeta... O resto eu dispenso.

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 17 dias

    Sou um defensor ferrenho do individualismo e crítico desse coletivismo truculento que veio na esteira dessa epidemia. Cabe ao estado orientar, passar recomendações, fomentar a pesquisa científica e financiar estruturas de apoio. Mas a decisão final sobre riscos e prioridades deve ser de cada um. Da minha saúde, cuido eu. E também sou eu que defino as minhas prioridades na vida. Acho baixos os riscos implicados pelo coronavírus e não justificam a interrupção do meu trabalho. É minha visão, que deve ser respeitada, pois não implica em riscos para quem optou pela quarentena. Num mundo onde a livre-circulação e o trabalho estão proibidos, minha opção é ser criminoso.

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    3 Respostas
    • M

      Mirtão

      ± 17 dias

      Eduardo Prestes: Concordo novamente.

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    • E

      Eduardo Prestes

      ± 17 dias

      O estado não manda nas pessoas, a restrição de liberdades é tema muito delicado. As piores barbáries foram cometidas em nome de um abstrato “bem coletivo”. Os nazistas queriam o “bem” da Alemanha ao eliminar os judeus. Os comunistas criaram campos de concentração e extermínio pelo “bem” da sociedade, eliminando opositores e dissidentes. Pelo “bem coletivo”, é possível fazer qualquer absurdo, inclusive fechar cidades sem casos de coronavírus ou trancar pessoas que não tem medo de pegar esse vírus de baixa letalidade (não é brincadeira, mas também não é o fim do mundo).

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    • M

      Mirtão

      ± 17 dias

      Concordo Prestes, mas, o direito à prevenção e o cuidado com a saúde dos cidadãos é dever do estado conforme nossa CF. Infelizmente ele não dá conta.

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  • R

    Renata

    ± 18 dias

    Que benção e que presente de Deus ter o privilegio de ler uma reflexão deste nível!Muito obrigada!!

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  • P

    Priscilla

    ± 18 dias

    Brilhante! Uma lucidez que poucos apresentam.

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  • I

    ilce maria caset

    ± 18 dias

    Flavio é um intelectual na melhor acepção da palavra. Sim, ainda existem!

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  • L

    Luiz Moraes

    ± 18 dias

    Brilhante artigo

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  • L

    Lourdes Dantas

    ± 18 dias

    Excelente artigo!

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