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Quando se fala em escola, giramos em torno de uma palavra: educação. Depois disso, pensamos conteúdos, avaliações e disciplinas. Mas hoje, mais do que nunca, o papel da escola está nas relações vividas pelas crianças nas situações do cotidiano e na relação social a ser trabalhada.

Tomemos como exemplo a questão do meio ambiente e a sustentabilidade que devemos gerar com os comportamentos dos nossos alunos hoje e no futuro muito próximo, mas que temos a mania de ver como distante.

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Convém pensar qual a real importância destes ensinamentos. Se na vida este aluno não conseguir ver o mundo como fonte de vida de todos, não será possível atuar como cidadão responsável e engajado na construção de um planeta melhor, não apenas para as futuras gerações, mas também para nós mesmos.

Aprender inglês, matemática e português é de extremo valor; mas reciclar, reutilizar e não consumir com desespero faz parte da maior disciplina humana a ser ensinada. A grande questão é: como gerir nas escolas tudo isso, em meio à sociedade adulta, consumista e individualista que temos no nosso país?

Ao viajar para fora e visitar países como China e Finlândia, vemos que todos possuem preocupação com o todo e as ações são pensadas para que a comunidade seja beneficiada e saia ganhando.

No Brasil, a escola tenta incutir nas crianças padrões de comportamento que a sociedade adulta destrói no dia a dia dentro das casas, na vida, no trânsito, etc. O pensamento é ter um filho advogado, engenheiro, mas isso não valerá a pena se ele não conseguir se colocar no lugar do outro e ser ético. Avaliar a estrutura da educação em nosso país se faz importante. Não apenas a educação nas escolas, mas a educação do povo, do cotidiano, da família. Todos juntos pensando em um futuro de valor positivo.

*Artigo escrito por Esther Cristina Pereira, Diretora do Ensino Fundamental do Sinepe/PR, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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