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Fernando Carvalho: inoculado com a vacina em dezembro de 2021 e vítima de um AVC ocular.
Fernando Carvalho: inoculado com a vacina em dezembro de 2021 e vítima de um AVC ocular.| Foto: Reprodução

Prossegue o tabu das vacinas. Minha conta no Twitter foi bloqueada por conta de um post com dados sobre óbitos entre vacinados na Inglaterra (UKHSA – Vaccine Surveillance Report). Não pode. Tem que fingir que a vacina de covid é maravilhosa e não tem perigo nenhum. Pode tomar tranquilo, mesmo estando inconclusos os estudos sobre segurança e eficácia do produto. Enquanto os homens da lei dormem diante dessa violência mal dissimulada, vamos trazendo aqui os relatos dos que sofrem e aguardam a investigação dos seus casos:

“Sou mãe de Fernando Henrique Oliveira de Carvalho, de apenas 17 anos, jovem extremamente saudável, estudante, trabalhador e apaixonado por futebol. Por exigência do passaporte vacinal, ele foi inoculado com Pfizer em 01/12/2021, sem nossa presença ou autorização, para poder assistir jogos nos estádios aqui em Belo Horizonte/MG.

Passados alguns dias, a única coisa de que ele reclamava era um pouco de sensibilidade à luz. Porém, no dia 26/12/2021, pela manhã, ele não quis se levantar. Na hora do almoço, eu o chamei novamente e alguns minutos depois ele apareceu pálido dizendo que não estava enxergando. A princípio achei ser uma brincadeira, mas ele insistiu, e minha filha, que é enfermeira, alertou que ele poderia estar sofrendo um AVC ou um derrame.

Corremos para o hospital, onde disseram não poder nos atender pois não havia nem cardiologista, nem neurologista, pois era domingo. Fomos para o Pronto Atendimento de outro hospital, a Santa Casa, que é um hospital especializado em olhos. Nos foi dito que só poderiam atender 4 horas mais tarde. Mas meu filho não estava enxergando, e eu desesperada consegui que nos atendessem.

Vieram muitos médicos, todos fazendo inúmeras perguntas e querendo saber qual vacina ele havia tomado. Finalmente, o médico examinou e diagnosticou um AVC ocular, infelizmente faltou oxigênio e ele está cego. O médico chegou a dizer que a vacina poderia ter causado. Ouvindo tudo isso, fiquei muito nervosa e comecei a gritar, pois eu não conseguia acreditar! Disseram que meu filho precisaria passar por especialistas de outras áreas, fora daquele hospital, e nos liberaram.

Minha filha alertou que um AVC é algo muito sério, que ele precisaria buscar urgente um pronto socorro. Então fomos para o Hospital das Clínicas, onde eu pedi que me garantissem que não aconteceria mais nada grave com meu filho, pois eu não queria que meu filho morresse.

Ao ver os papeis do outro hospital, ela chamou o neurologista, que imediatamente internou meu filho pois ele estava sofrendo hemorragia. Ficou internado do dia 26 a 29/12/21. Havia tido um AVC ocular na artéria central da retina. O médico nos disse: ‘foi um milagre, ele poderia ter morrido. Por favor, corra atrás dos direitos de seu filho e não se cale!’.

Seguimos fazendo exames e consultas com oftalmologista especialista em retina, neurologista, cardiologista, hematologista, tudo no particular. Os médicos não descartam o risco do meu filho vir a ter outro AVC.

Fernando está cego do olho esquerdo e com muitos traumas, pois ele era um jovem extremamente saudável e hoje precisa de ajuda para tudo. Tinha uma saúde plena, ou seja, bem-estar social, físico e mental, e sempre cultivou hábitos saudáveis. Hoje, não está conseguindo estudar nem trabalhar. Então eu pergunto: quem irá nos ajudar com todos os tratamentos que ele precisa fazer? Quem irá se responsabilizar?”

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