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Em vídeo, Anderson Silva defende policiais acusados de execução em Curitiba
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Ex-campeão do UFC, Anderson Silva gravou um vídeo em apoio aos 12 policiais militares que irão a julgamento a partir desta quarta-feira (4) no Tribunal do Júri, em Curitiba, acusados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) de executar cinco suspeitos em 2009.

O grupo de PMs é defendido pelo advogado Claudio Dalledone, amigos de longa data do Spider, e que inclusive ajudou na defesa do atleta no caso de doping há dois anos — Anderson acabou punido com um ano de suspensão.

“Queria pedir atenção do Ministério Público do Paraná em relação a esse fato. São 12 policiais que têm família, que enfrentam diversas situações adversas na rua para proteger a população. Sou contra qualquer tipo de excesso policial, excesso de força policial. Sou criado por militares, meu pai militar, meus irmãos, militares, e a gente sempre aprendeu a respeitar a polícia e andar na linha”, começou Spider.

“O que quero dizer com isso? É que esses policiais estavam cumprindo seu dever. Foram alvejados, foram, de certa forma, fazer seu trabalho e estão sendo condenados e vão ser julgados injustamente pelo Ministério Público por uma acusação de execução. Fica aqui minha indignação em relação a esse caso”. prosseguiu.

“Gostaria que os fatos fossem apurados de forma a qual [sic] fique público para que as pessoas saibam realmente o ocorrido e que esses policiais voltem para suas casas, para o leito de suas família e que consigam ficar em paz sabendo que cumpriram seu devido trabalho”, completou Anderson, que tem luta marcada contra Kelvin Gastelum para o UFC China, no dia 25 de novembro.

Entenda o caso

Segundo informações prévias, que surgiram na época, uma equipe 20.º Batalhão da PM confirmou que um Gol, em que cinco rapazes estavam, era fruto de roubo e tentaram realizar uma abordagem. Ao perceber a aproximação da viatura, o motorista iniciou uma fuga por ruas do bairro.

Os policiais alegam que eles foram recebidos com disparos pelos ocupantes do veículo. Depois de furar uma barreira policial, o automóvel colidiu na Rua Nicolau Maeder e uma nova troca de tiros começou. No carro havia cinco pessoas que morreram logo depois de serem encaminhados ao Hospital Cajuru. Cinco revólveres calibre 38, com numeração raspada, foram apreendidos com o grupo.

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