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Madeleine Lacsko

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Reflexões sobre princípios e cidadania

Polêmica do “trabalho infantil” tira encostados do armário à força

O parque de areia antialérgica nacional confessa: não sabe o que é trabalho nem quando se começa a assinar carteira no Brasil.

  • Por Madeleine Lacsko
  • [27/08/2020] [13:00]
Polêmica do “trabalho infantil” tira encostados do armário à força
| Foto:

Mais um episódio de "Bolsonaro sendo Bolsonaro" serve para tirar à força do armário o pessoal do parque de areia antialérgico que vive dando opinião na vida de quem carrega o piano. Sou jornalista há 24 anos, conheço bem o meio. Os que dizem que é uma bolha estão certos, inclusive quase todos os que falam isso dia e noite são parte dela. Como diferenciar o joio do trigo? Olhando as biografias, não tem outra forma.

Ninguém tem culpa de nascer pobre ou rico. E todos nós queremos dar a melhor vida possível aos filhos. Vir de uma família rica ou importante não é demérito, muito pelo contrário. O problema do que se chama "bolha" é imaginar que as facilidades que a vida traz pelo relacionamento ou posição da família são conquistas pessoais. Há pessoas com caráter distorcido que pensam isso, há famílias e grupos sociais com moral distorcida que incentivam esse pensamento. E a gafe do presidente sobre trabalho infantil é uma ótima oportunidade de identificar quem é quem.

Essa história de que "pode pedra de crack mas não pode trabalhar" é uma frase de efeito, dessas que o presidente ama produzir desde sempre. Fato é que criança não pode fumar crack e esperamos todos que ele saiba disso. Quanto a trabalhar, cá entre nós, não sei se família de político é o ambiente onde mais se discute ou se tem necessidade de discutir o tema. Natural que ele não tenha a informação correta e nem tanto interesse em buscar.

O surpreendente é o tanto de encostado que saiu do armário após a provocação do presidente. Para mim, são dois os tipos mais interessantes: o que nem sabia que adolescente trabalha legalmente no Brasil e o que romantiza trabalho infantil porque acha mesmo que era trabalho aquela brincadeirinha que fazia na juventude.

Vamos primeiro à turma que nem sabe quando se começa a trabalhar. Tem gente que joga bolinha de gude no carpete até os 30 anos e depois, com paitrocínio, decide dizer a você, que lutou a vida toda, como a vida funciona, quem presta, quem não presta e quais serão as soluções para a humanidade. Na era da apoteose da superficialidade, as pessoas acreditam. Isso não ocorre porque sejam burras ou ingênuas, mas porque elas têm uma vida para viver e boletos para pagar, ao contrário dos elaboradores de regras e soluções de plantão.

No Brasil, se assina carteira para quase todos os trabalhos a partir dos 16 anos e, a partir dos 14 como aprendiz. Atividades como ajudar no comércio da família ou vender bijouteria na escola não são consideradas trabalho fora das redes sociais da bolha. Há dois tipos de trabalhos que antes eram tradicionais de menores de idade e agora são vedados a eles devido aos dados históricos de abusos e problemas de segurança: office-boy e emprego doméstico.

Os outros trabalhos vedados aos menores de 18 anos, os casos clássicos dos que se chama tecnicamente de "trabalho infantil" são:

  • Rural: operação de trator, corte de cana, aplicação de agrotóxicos.
  • Extração: trabalhos em minas, pedreiras, salinas.
  • Indústria: reciclagem, fundição, tecelagem, carvoaria, fogos de artifício, curtumes, matadouros, serralherias, olarias, operação de máquinas.
  • Infra-estrutura: construção civil, geração de energia, estiva, borracharias e lidar com materiais perigosos.
  • Serviços: hospitais, laboratórios, aplicação de vacinas em animais, tinturarias, esgoto, cemitérios, câmaras frigoríficas.
  • Geral: tudo o que ofereça risco como exposição ao sol, em altura maior que 2 metros, mexer com produtos químicos, operar maquinário pesado, em espaços confinados, lidando com bebidas alcoólicas ou exposição a riscos psicológicos e sexuais.

Há um ponto crucial nessa discussão: a razão pela qual o adolescente trabalha. Só romantiza o trabalho precoce quem o fez como diversão ou processo educacional. Precisar honrar compromissos financeiros ainda na adolescência pode até dar orgulho na idade adulta, mas é um fardo que não desejo a mais ninguém.

Por uma série de circunstâncias da vida, eu precisei trabalhar na adolescência para ajudar em casa. Tive o privilégio de poder empregos de que eu gostava, me desafiavam, eram seguros e tinham perspectiva de crescimento profissional. Essa parte foi muito boa, a da convivência e do aprendizado. Mas se você, como eu, tinha a obrigação de contribuir com um tanto de dinheiro em casa ainda muito jovem, sabe o peso psicológico disso na vida de um adolescente.

Ninguém que teve de trabalhar na adolescência deseja que um adolescente viva esse pesadelo. Compreendo bem como pensam vários colegas jornalistas e parlamentares que falaram de suas primeiras experiências prosaicas de trabalho com um romantismo incompreensível para quem trabalhou de verdade. Convivo com eles há 24 anos, tempo suficiente para achar divertidíssimo o que já foi desesperador para uma menina adolescente.

Eu tive o privilégio de conseguir bons primeiros empregos, como professora de inglês e numa rádio. Mas eu era adolescente e trabalhava por necessidade, tinha obrigações financeiras. Na época, vários colegas, filhos de deputados, empresários, professores universitários, procuradores, desembargadores e jornalistas famosos, diziam que eu era sortuda. Eles é que realmente haviam sofrido por ter trabalhado, por exemplo, na videolocadora da prima, na empresa do pai ou vendendo brigadeiro na faculdade. Pensam assim até hoje, confira nas redes sociais.

Esse pensamento não é sobre mim, é sobre você. Se você, como a maioria dos brasileiros, precisou trabalhar, começou no melhor emprego que pôde para ter o maior salário possível. Quem nasceu com a vida ganha mas é encostado acha que tem mais mérito que você. Afinal, você começou de chefe do almoxarifado e ele, duas vezes ao mês, carregava caminhão na empresa do pai. Quem nasceu com a vida ganha e não é encostado agradece a Deus por não ter precisado carregar esse peso de pagar contas tão cedo e tenta aliviar o dos outros.

Só romantiza a necessidade de trabalhar na adolescência quem, além de nunca ter feito isso, não tem empatia nem reconhece o esforço alheio. Quem produz e quer o bem do Brasil entende de gente. Uma infância e uma adolescência saudáveis fazem adultos melhores. É por isso que a maioria do setor produtivo está plenamente adaptada às regras do trabalho na adolescência. Empresas e sociedade civil também têm uma participação importantíssima com projetos para melhorar a qualidade de vida das famílias e evitar que elas precisem dar aos pequenos mais responsabilidades do que eles suportam.

Existe uma discussão técnica sobre a regulamentação do trabalho do adolescente no Brasil, algo ainda no campo das ideias, assemelhado às leis dos norte-americanos e europeus: a possibilidade de trabalho temporário, a partir dos 13 anos, durante as férias, com limites claros, como forma de aprendizado de vida. Sou favorável e creio que a maioria dos cidadãos considera interessante. Mas não é uma discussão que deva ser feita pelo pessoal que começou a trabalhar depois dos 30 anos e acha que levar papel na mesa do pai é trabalho.

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Comentários [ 14 ]

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    Roberta De Souza Faustino

    ± 9 dias

    Quando o presidente diz que "fumar crack pode", ele está sendo irônico, provocando uma parte dos políticos que é contra esse trabalho, mas não se indigna e nem propõe soluções para o problema das crianças e adolescentes usuários de drogas. Em países admirados por nós, por sua organização social, cultura e até status econômico, o trabalho na adolescência é uma forma de adquirir habilidades e valores de vida, além de expandir uma futura networking. O adolescente é estimulado a fazer trabalhos de férias ou de meio período, a poupar para sua própria educação ou para outros objetivos. O problema não é o trabalho na adolescência em si, mas seu uso para burlar a lei trabalhista e baixar custos.

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  • S

    silva1304

    ± 9 dias

    Comecei a trabalhar com treze anos e estou na mesma empresa até hoje. Se fosse hoje, estaria desempregado e frustrado por não poder ajudar minha. Só não quer que alguém com treze anos trabalhe, aquele que não é pobre e não tem filhos pequenos passando necessidade em casa.

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    • A

      Avlis Sotnas

      ± 8 dias

      o problema é esse doente mental chamado Bolsonaro q colocou a família na política. nenhum dos filhos dele trabalhou na infância ou adolescência. aí vir com essa conversa mole pra lacrar com os fanáticos adoradores do bezerro de ouro

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  • F

    FRANCISCO

    ± 9 dias

    Maravilha de texto Madeleine!!! Posso também lhe assegurar que inicie minha vida trabahando com 16 anos na redação de um jornal GAZETA de NOTÍCIAS em Fortaleza CE. Dou Graças a Deus pela essa bênção em minha vida! Até hoje me lembro do chefe de redação dizendo para mim que eu deveria ler 5 jornais por dia para aprender a trabalhar em jornal no futuro. Não segui a carreira de jornalista, mas aprendi muito, pois até hoje leio 4 jornais (online) por dias e assisto todos noticiários político, econômico e esportista. Sou um realizado e sempre atualizado com as notícias!!!

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    • A

      Avlis Sotnas

      ± 8 dias

      aí o Zyss, q odeia cada dia mais. pergunta pro Flávio Bolsonaro quais os empregos dele aos 12 anos

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    • Z

      Zyss

      ± 9 dias

      Aprendeu nada. Aposto que lê a mesma mídia requentada e assisti os mesmos jornais em TV aberta.

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  • F

    FRANCISCO

    ± 9 dias

    Maravilha de texto Madeleine!!! Posso tazmbém lhe assegurar

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  • Z

    Zyss

    ± 9 dias

    Que texto mimizento. Começa fazendo ilação que o presidente não sabe o que é trabalha infantil. Depois quer se mostrar inteligentinha mostrando as várias maneiras (na lei) de trabalho infantil, mal sabe ela que o que impede mesmo a criança de ter algumas tarefas hierarquietas é essa maldita legislação.

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    • A

      Avlis Sotnas

      ± 8 dias

      põe teu filho pra trabalhar aos 8 anos. bata nele se ele não quiser. já q vc é sempre o Durão de direita obstinado. o bezerro de ouro q vc adora te ajudará

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  • M

    Magaly FragaMoreira

    ± 9 dias

    Na minha época adolescentes de 13/14 anos mesmo que não precisassem trabalhavam nas férias (era comum o pai com bom cargo em empresa levar o filho para ser office boy) para aprender a respeitar hierarquia, horários, funcionamento de empresas. Criança não pode usar crack nem maconha mas não é tão anormal assim, infelizmente.

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  • A

    alceu nunes

    ± 9 dias

    Tem uma questão que merece ser posta: A do menor aprendiz. Quando tem a sorte de arranjar um lugar onde o seu trabalho seja aliado aos seus estudos e aprendizado, terá a oportunidade de sair um excelente profissional. Por outro lado pode ser contratado para serviços gerais como mão-de-obra barata. E pior de tudo se conformar com isso.

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  • N

    NH4NO3

    ± 9 dias

    Todo blablabla do Bozo com relação ao trabalho infantil é para que traga a criança para o mercado de trabalho e substitua a mão de obra legal, que cobra direitos. Crianças são crianças, não tem voz e prova disto são os estupros e demais violência que ocorrem dentro das casas das "famílias". Sinceramente, não dá para embarcar neste tipo de discussão, ainda mais quando está na boca do povo ignorante, que disserta sobre política, economia, saúde, educação. E é por estas e outras que temos ignorantes úteis no governo lidando com assuntos importantes e que nem escrever corretamente saber. É o governo da tosquidão, da desserventia republicana. Lugar que criança e na escola, afiando o machado.

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  • N

    NH4NO3

    ± 9 dias

    Crie vergonha na cara Dona Madeleine! Fazer coro a um presidente tosco, é assinar o atestado de tolo, ainda mais vindo de uma jornalista. Presidente queima-filme. A Sra está tendo lições com Alexandre Garcia e Cristina Graeml? A cada semana que passa preciso trocar com mais frequência a bacia que deixo do lado do computador, paga segurar os jatos de vômito que saem quando leio estas reportagens. Tento ler, a bem da verdade, porque a ânsia é tanta que me falta ar.

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  • M

    Moracir Cetara

    ± 9 dias

    Inúmeros exemplos, existem, de adolescentes que começaram a trabalhar cedo. Todos os que vi e conheci, progrediram, com disciplina e comprometimento, valorizando, sendo valorizados pelo crescimento. Hoje, lastimo ver jovens com seus celulares, grudados em mídias, sem saberem mais escrever. Com limites estabelecidos, sou a favor do trabalho do adolescente.

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