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Madeleine Lacsko

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Reflexões sobre princípios e cidadania

Você não percebeu, mas garantiram os privilégios da casta na pandemia

Enquanto nós discutíamos loucamente assuntos interessantíssimos mas sem consequência, uma decisão que afeta a nós todos não recebeu atenção.

  • Por Madeleine Lacsko
  • [02/07/2020] [17:47]
Você não percebeu, mas garantiram os privilégios da casta na pandemia
| Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O ato mais importante dos últimos dias acabou soterrado pelo volume de declarações bombásticas e bate-bocas sobre uma pauta que não mudou nada na vida de ninguém e nem será decidida tão cedo, a tal da lei das Fake News. Estamos no meio do evento mais grave de saúde pública que todas as pessoas vivas no mundo já presenciaram e, no momento, o Brasil tem pela primeira vez mais desempregados que empregados. Nesse contexto, se garantiu que não se mexe um milímetro nos salários de ninguém do funcionalismo público e ponto final. Não há revolta popular.

Se temos um sistema que consegue manter privilégios mesmo diante de uma catástrofe e do drama financeiro de milhões, é preciso entender como ele funciona. É uma das poucas coisas eficientes pelas quais o povo brasileiro paga com o dinheiro dos impostos.

O Supremo Tribunal Federal decidiu que não se pode fazer nenhum tipo de redução nos vencimentos de servidores públicos, nem aqueles que ganham acima do teto, aconteça o que acontecer durante a pandemia. É o mesmo tribunal que, em decisão monocrática da ministra Rosa Weber, decidiu manter preso por mais tempo que a maioria dos réus da Lava Jato um jovem que furtou 2 shampoos no valor de R$ 10. Já o ministro Gilmar Mendes colocou um ponto final na saga do furto da picanha: "Não é razoável que o Direito Penal e todo o aparelho do estado-polícia e do estado-juiz movimentem-se no sentido de atribuir relevância à hipótese de furto de uma peça de picanha da marca Naturafrig, três tabletes de caldo da marca Arisco, sendo um de carne e dois de frango, e uma peça de queijo muçarela da marca Porto Alegre, avaliados em R$ 135,73”, sentenciou.

Qual a relação de uma coisa com a outra? Há uma grande diferença na forma como se trata as duas castas diferentes de cidadãos da sociedade. O funcionalismo público é uma casta, mas não no sentido em que geralmente se pensa, o dos salários e privilégios. Isso é de uma minoria do funcionalismo. A maioria ganha pouco e faz muito, como policiais, professores e enfermeiros. Mas continuam sendo uma casta no sentido de meter medo no poder estabelecido. Eles são muitos, concursados e organizados. A movimentação deles pode erguer e destruir carreiras políticas. Embora os que ganham menos não consigam tudo o que querem e, verdade seja dita, nem tudo o que merecem, melhor não esticar demais a corda.

A sociedade civil brasileira tem feito esforços de organização sobretudo nos últimos anos, mas ainda se deixa iludir por conversa, sabe muito pouco sobre o funcionamento da política e aprende nada sobre isso na escola. O resultado é a diferença de tratamento nas decisões que mais importam nas horas de desespero. Enquanto não se toca em nada dos direitos do funcionalismo, o cidadão comum não sabe o que será de seu destino caso, por desespero ou desatino, cometa a bobagem de tentar levar algo escondido de um mercado. Pode ser que tenha de pagar, devolver ou, sei lá, fique três anos preso. Depende de quem pegar o processo. É esse o cuidado com essas vidas.

Como se chega nesse estado de coisas? Com muita deformação ao longo de muito tempo. Mas não custa enxergar algumas formas de engano que têm sido eficientes e que precisamos reverter. A primeira é começar a enxergar quais são os assuntos que realmente podem mudar a nossa vida ou não e focar nos que podem.

No livro "The Image", que Daniel Boorstin escreveu há quase 60 anos, ele alertava para a criação dos pseudo-fatos. Diretor da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, acompanhava as primeiras entrevistas coletivas organizadas por políticos. Aquilo dizia ao público o que eles queriam dizer, não o que mudava a vida das pessoas. Imagine o nível de sofisticação deste sistema em 2020.

Quais foram os assuntos mais debatidos durante a última semana? Lei das Fake News, o currículo do ex-ministro Decotelli e o cachorro de Michelle Bolsonaro. Obviamente são temas que merecem atenção, são de interesse público e devem ser noticiados, não é esse meu questionamento. Eu questiono é a importância dada a eles, principalmente se comparada à questão dos vencimentos dos funcionários públicos diante da situação de caixa dos Estados e municípios na pandemia. Faltam remédios básicos nas UTIs de diversos Estados brasileiros.

Embora a Lei das Fake News piore o problema que pretende atacar e cerceie o cidadão em vez de conter um esquema oculto entre plataformas e patrocinadores, ela não seria decidida esta semana. É apenas a primeira votação. Muito provavelmente, ela será modificada na Câmara e nem é devido ao conteúdo, é porque não foi debatida com ninguém. Uma medida dessa importância não é feita sem ampla discussão. O Marco Civil da Internet foi discutido durante 3 anos. Modificada na Câmara, volta ao Senado. Provavelmente haverá ações judiciais e questionamentos do Executivo sobre a constitucionalidade. Era mesmo tão urgente falar disso o dia todo? Para nós não, para o Congresso sim.

Tanto quem era contra quanto quem era a favor da Lei das Fake News deveria estar fazendo outra coisa: criando uma regra para estabelecer como e em que casos podem ser cortados salários do funcionalismo público durante a pandemia. Alguém percebeu que o Congresso Nacional não fez isso? O funcionalismo público.

Será que a equipe econômica do governo poderia ter se reunido com os governadores para discutir isso? Tanto os governadores quanto o governo federal poderiam ter provocado a reunião. Que tal colocar as cartas na mesa, discutir a situação objetiva de cada um e começar a estabelecer regras para os casos em que seja necessário cortar? É preciso decidir onde se corta primeiro, se ficaria como crédito depois, qual o impacto na aposentadoria. Também poderia partir do Executivo a proposta, já que o Legislativo não fez.

Pois é, mas a gente estava numa empolgação louca com o currículo do ministro Decotelli e com o cachorro da primeira-dama, que teve até direito a vídeo oficial de despedida na sala do Presidente da República, com a presença ilustre de Jair Bolsonaro. Sinto desapontar mas, por mais lindo que seja, o cachorro de Michele Bolsonaro não muda nada nas nossas vidas. O currículo do ex-ministro da Educação é uma história bizarra sim, mas ele é o único da nossa história que caiu por causa disso, entre os muitos que fizeram. Não sabemos se o destino da educação brasileira será melhor ou pior com a queda dele, essa é a triste verdade.

Enquanto nos empolgávamos com os espetáculos de não-fatos, aqueles que não definem nossas vidas e nossas urgências, esquecíamos o que importa. O que fazer com os pagamentos ao funcionalismo, que são irredutíveis de acordo com a Constituição é a prioridade e nós não cobramos de quase ninguém.

É verdade que muita gente ficou indignada diante da decisão do Supremo Tribunal Federal, que terminantemente proibiu a redução dos vencimentos. Há quem argumente que, durante uma pandemia inédita na história, a questão pode e deve ser revista. Mas será revista de acordo com quais critérios? Os outros poderes, Legislativo principalmente e Executivo talvez, é que teriam de criar esses critérios. Eles criaram o que sabem que a gente gosta: circo. Nós caímos.

Não veja essa movimentação como uma grande trama, como algo planejado. É o jogo do poder a que se acostumam todos que têm a oportunidade de desfrutar dele. Mais importante que tomar decisões justas é fugir de decisões impopulares, mas não decidir pega mal. As estratégias para acobertar a inércia são aprimoradas cada vez mais. Uma coisa é um voto inexplicável na tal da Lei das Fake News que muito provavelmente não terá consequências. Outra coisa é inventar uma regra para tirar penduricalho de todos os juízes e promotores do Brasil. Avaliem como seria o dia seguinte do Congresso Nacional, dos Governadores e do Governo Federal.

Na Roma Antiga se criou a política do "pão e circo", em que a população era distraída com espetáculos e distribuição de comida, numa medida em que já não ligava mais para o que os governantes faziam. Com o aprimoramento das mídias e da tecnologia, a gente passa a descobrir que, se o circo for bom o suficiente, não precisa nem do pão.

22 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 22 ]

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    Otasito Sanches Tavares

    ± 0 minutos

    Parabéns, Madeleine! Ótimo artigo, tocando em um ponto essencial que deveria ser debatido com urgência. Realmente, Legislativo e Executivo parecem que não nos representam.

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    Genilson Gomes da Silva

    ± 9 dias

    Isto é muito triste

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    Walmir Hugo Pontes dos Santos Junioe

    ± 9 dias

    Concordo totalmente com o texto da Reporter e inclusive acho q enquanto o Brasil não rever essa questão desses privilégios de uma minoria q se serve do público em vez de servir ao público, nós nunca iremos para frente.

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    SERGIO MOURA

    ± 10 dias

    Só há uma maneira de fazer com que políticos eleitos deem prioridade ao bem comum: alguém de juízo mandar a Imprensa Nacional publicar uma nova constituição, com uns 30 artigos, que nos permita viver como nos apraz, com respeito ao direito do outro, e que nos permita controlar os políticos eleitos, que sejam obrigados a entregar anualmente crescimento econômico, sob pena de perda do mandato. Fora isso, fica tudo como dantes no quartel de Abrantes.

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    Shayman

    ± 11 dias

    os gastos dessas pessoas. Há poucos meses a contribuição previdenciária subiu para a maior alíquota entre todas as categorias. Escolas particulares, delivery, salões de beleza, e outros estão quase quebrando. Cortar o salário dos servidores seria uma facada no setor de produtos e serviços, causando desemprego e aumento dos custos federais em auxílios emergenciais. Tira-se de um lado para gastar em outro, que deixará uma marca estrutural muito mais danosa e difícil de reverter.

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    Shayman

    ± 11 dias

    Como sempre, a articulista demonstra o simplismo(simploriedade) das suas rasas e emocionais opiniões. Um assunto que obviamente levanta paixões, principalmente em um momento de dificuldade. Mas, lembremos que essa "casta" talvez seja a maior distribuidora de renda que existe hoje no Brasil. Como servidor público que fui, uma das realidades é que a segurança do salário mensal estimula o gasto descontrolado de seus vencimentos( estou aqui falando principalmente dos funcionários do executivo, que não tem auxílio moradia, paletó, educação, creche, etc etc). Funcionário público não poupa, gasta! Quem ainda está mantendo na superfície boa parte dos negócios são os gastos... continua

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      SILVESTRE ANTONIO SCHMITT

      ± 11 dias

      Esta sua sim é qué uma opinião rasa. Quem você acha que poupa na iniciativa privada? A maioria gasta tudo... e mais um pouco, muitas vezes. A diferença abissal é que empresários e trabalhadores PRODUZEM e pagam pesadíssimos impostos para sustentar a casta superior do funcionalismo. A articulista lembra muito bem que há várias classes do funcionalismo que ganham pouco e trabalham muito. O problema são os altos vencimentos e penduricalhos vergonhosos. Essa turma deveria, sim, contribuir muito mais nessa hora de crise.

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    PAULO EDUARDO MAGALHAES

    ± 11 dias

    Exatamente, esse assunto praticamente passou despercebido pela sociedade. Um ou outro twitt, um artigo contrário no jornal e nada mais. Parece que existe um conluio dos Poderes, um temor em acabar com esses privilégios ou então eles também estão satisfeitos e são beneficiados com essa situação. O único não beneficiado é quem está fora da turma, ou seja a maioria da população que é obrigada a pagar cada vez mais impostos para sustentar essa turma, recheada de lagostas e vinhos importados.

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    Herman Weksler

    ± 11 dias

    Pior do que "pão e circo" - é o Silêncio das Ovelhas

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    rdi

    ± 11 dias

    A cabeça mais lúcida da gazeta... Parabéns mais uma vez.

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    Antonio Joe

    ± 11 dias

    Melhor artigo do dia.

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    Nilson Macan

    ± 11 dias

    Depois os Srs; Ministros do STF reclamam quando a população quer o fechamento do STF, o que não é possivel, Mas a substituição de todos os MINISTROS É NECESSÁRIA E URGENTE.

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    Cidadão Brasileiro

    ± 11 dias

    Essa coluna deveria ser estampada na capa de todos os jornais. É o ápice da injustiça que não se destine um naco - e graúdo - dos salários acima de um determinado valor para o combate à pandemia, como por exemplo para ajudar a financiar o auxílio emergencial.

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    RENATO VOLPI JUNIOR

    ± 11 dias

    Perfeita a análise. Infelizmente não é novidade que estamos na mão de péssimos políticos. E o pior que nas próximas eleições vamos ter que eleger o menos ruim. Acorda Brasil

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    Rocha Dias

    ± 11 dias

    Uma vergonha essa desigualdade a favor dos funcionários públicos. Vamos ficar quietos mesmo com o caos que estamos vivendo? Só aceitar? Funcionários públicos merecem os mesmo direitos e não as regalias extras despropositadas.

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    Ana Luiza

    ± 11 dias

    Funcionalismo = câncer

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    Roco

    ± 11 dias

    Somos reféns de uma casta, até quando ?

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    D'AMICO

    ± 11 dias

    SEMPRE FOI , É E SERÁ SEMPRE . EM TODA TRAGÉDIA TODOS OS GRANDES RATOS SAEM DE SUAS - CLOACAS - E FARTAM - SE , ÀS CUSTAS DOS DESVALIDOS. JAMAIS OS DESVALIDOS FALTARÃO , JAMAIS .

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  • A

    ANDERSON GIRÃO COSTA

    ± 11 dias

    VC TEM UMA VISÃO MADURA ACERCA DOS ACONTECIMENTOS, QUE PENA A GENTE NÃO PODER FIXAR O MESMO ÂNIMO NOS BRASILEIROS, TANTO OS DE “ESQUERDA” QUANTO OS DE “DIREITA”, HÁ TANTA HIPOCRISIA QUE PERDERÍAMOS A VIDA REFLETINDO. POBRES E COITADOS DOS PARLAMENTARES, GESTORES, “AUTORIDADES” EM GERAL, ALÉM DE INCOMPETENTES SÃO INCAPAZES DE ADITAR ATOS COMBATENTES A ESSA PROGRAMAÇÃO PANDÊMICA DE LABORATÓRIO. MAS ESTÃO ATENTOS AOS SEUS INTERESSES E EM MANTER A EGEMONIA PARTIDÁRIA.

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  • F

    FB

    ± 11 dias

    Estamos acompanhando o bizarro e desorganizado nascimento de uma nova forma de escravidão no Brasil: aquele em que dá a minima para a vida, que chegará no ponto de ter de dar 70% ou até mais da renda para sustentar parasitagem. Até o dia que desistir disso e resolver ser um encostado também, seja no setor público, seja para viver esqueminhas informais e encostado no assistencialismo. E então todos morreremos de fome de mãozinhas juntas na nova grande Venezuela pois não sobrará uma alma trabalhando ou empreendendo no Brasil.

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    Roberto Garcia

    ± 11 dias

    A Sociedade é obrigada a entregar quase 40% da sua renda adquirida com sacrifício para sustentar essa burocracia e parece que não se revolta. Acho que não entende muito bem como se dá o processo, não é possível.

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  • J

    JAPA

    ± 12 dias

    SURPRESO !!! FINALMENTE UM ARTIGO EM QUE CONCORDO COM A ARTICULISTA, MAS TAMBÉM CONCORDAR COM UM DESCALABRO DESTE SÓ SENDO BENEFICIÁRIO DESTE ABSURDO. LOCKDOWN ? DUVIDO QUE SE COLOCASSEM QUE SERIAM REDUZIDOS OS VENCIMENTOS DESTA CASTA EM 50 % , VEJA BEM, SOMENTE PELO PERIODO DA PANDEMIA, NÃO HAVERIA INICIATIVA NENHUMA PRA ISSO, PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTRO É REFRESCO !!!!

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