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Em um cenário de forte expansão do mercado de hospitalidade no Brasil, a Rede Bristol Hotéis & Resorts consolidou um critério rigoroso de inteligência geográfica para a tomada de decisão sobre assumir ou não a administração de novos empreendimentos. A tradicional rede paranaense, que opera 19 unidades no país e possui mais três em construção, baseia sua análise de viabilidade para o pool hoteleiro em uma estratégia de dois focos bem definidos: a hiperconectividade logística em grandes metrópoles e a antecipação do PIB no interior do Brasil.
De acordo com a diretora executiva da Rede, Elayne Alves, o objetivo central ao adotar essa bússola geográfica é garantir a valorização do patrimônio a longo prazo e a sustentabilidade financeira dos investidores do pool.

“Administrar um hotel não significa apenas buscar a rentabilidade imediata de ocupação, mas sim cuidar do ativo imobiliário colocado sob nossa responsabilidade. E isso começa na escolha exata do endereço.”
Elayne Alves, diretora executiva da Rede Bristol Hotéis & Resort.
Conectividade e "Bleisure" nas Capitais
O primeiro pilar da estratégia de seleção avalia a capacidade do imóvel de eliminar atritos de deslocamento para o viajante corporativo frequente e capturar o público bleisure (que emenda viagens de trabalho com lazer). A rede prioriza ativos localizados estritamente em zonas de trânsito logístico de alta performance, como o Bristol International Airport Hotel, próximo ao aeroporto de Guarulhos (SP), e em esquinas nobres de capitais consolidadas. Para entrar no pool da administradora nesses centros urbanos, o projeto precisa inserir-se em um raio de conveniência que permita ao hóspede acessar gastronomia, shoppings e centros financeiros em poucos minutos de caminhada ou transfer rápido.
PIB no Interior e Turismo Regional
O segundo foco da Bristol olha para longe do radar óbvio das capitais, mirando no mapa do agronegócio, da indústria e do turismo regional descentralizado. Na hora de validar um hotel para a bandeira no interior, a administradora analisa se o destino funciona como um polo econômico de média escala regional, a exemplo de unidades em Imperatriz (MA), Rio Claro (SP), Joinville (SC) ou Mogi Mirim (SP).
A Rede busca ativos que se posicionem como o principal porto seguro de infraestrutura de alto padrão para executivos e investidores em trânsito por essas forças econômicas regionais. O critério de seleção aqui exige que o hotel seja um polo centralizador de eventos corporativos da própria cidade, gerando receita estável mesmo em períodos de baixa temporada turística.
Mitigação de Riscos para o Pool Hoteleiro
A abordagem geográfica em duas frentes funciona como um equalizador de riscos para o investidor do pool. Enquanto as unidades de capitais capturam fluxos de eventos internacionais e conexões de voos comerciais, as unidades do interior garantem uma operação altamente estável atrelada ao crescimento industrial e do agronegócio brasileiro.
“Ao recusar projetos mal posicionados e focar estritamente nesses dois perfis, a Bristol protege os proprietários contra a rápida depreciação comercial do ponto imobiliário e assegura eficiência para aplicar os reajustes de tarifa média necessários para manter o RevPAR (receita por quarto disponível) saudável”, finaliza Elayne.
Sobre a Rede Bristol Hotéis & Resorts
Fundada em 1994 em Curitiba (PR), a Rede Bristol Hotéis & Resorts é uma das administradoras hoteleiras mais tradicionais do país, com atuação nacional presente em todas as regiões. A companhia destaca-se no mercado por aliar uma gestão familiar profissionalizada, pé no chão e focada na hotelaria humanizada à preservação de valor do patrimônio dos seus investidores.




