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“Less is less” (menos é menos). Foto: Pixabay.

 

Marie Kondo, com seu best seller A Mágica da Arrumação, ensinou que é preciso ter desapego para ter uma casa sempre organizada. É preciso jogar fora ou passar para frente o que não se usa.

O que ela diz não é nenhuma grande revelação, mas Marie conseguiu conquistar muitos seguidores por aí. No Japão, os caras levaram a proposta tão a risca que resolveram morar só com o é necessário mesmo.

O fotógrafo da Reuters, Thomas Peter, criou um projeto chamado Less is Less — menos é menos — e registrou vários adeptos desse estilo de vida no Japão. A BBC divulgou a ideia do cara nesta curta matéria.

Durante essa semana, ao pesquisar sobre alguns imóveis que estão à venda em Curitiba, divaguei que seguir o minimalismo talvez seja a nossa melhor saída. Pelo menos entre nós, reles mortais de estilo de vida simples e sem regalias.

As plantas dos apartamentos estão cada vez mais enxutas. Fica humanamente impossível criar uma mega coleção de Tupperware igual a da nossa avó. Iria faltar espaço no imóvel para acomodar armários.

As famílias encolheram, mas os filhos estão demorando mais tempo para sair da casa dos pais — meu exemplo. Afinal, conquistar a casa própria requer dedicação e esforço para pelo menos juntar uma quantia descente para bancar uma boa entrada.

Se meus filhos, caso eu tenha, seguirem a mesma proposta e demorar para sair de casa, como acomodar todo mundo num espaço de 50 m²? A saída é ir na onda dos japoneses, ou contratar um bom arquiteto que faça um projeto o mais otimizado possível.

Menos tranqueiras, menos consumo, mais qualidade de vida — esperamos.

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