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Jorge Messias, o homem que em 2016 era apenas o rapaz que “tava indo” por ordens de Dilma Rousseff, agora pretende sentar-se à mesa do Supremo Soviete. Ascensão meteórica? Nada disso: recompensa por serviços prestados à escória da República.
Aqui estão 13 razões pelas quais o Senado — se ainda tivesse um resto de decência — deveria dizer "tchau, querido" a essa indicação:
1. Office-boy da Dilma: O nome Bessias não surgiu de uma brilhante carreira jurídica, mas de um grampo da Polícia Federal. Sua certidão de nascimento pública é o papel de estafeta encarregado de entregar um salvo-conduto para blindar Lula da prisão. Levou o papel da impunidade e agora quer vestir a toga da justiça.
2. Recompensa do Silêncio: Sua indicação não é por mérito, mas por fidelidade. Entre o “Bessias tá indo” de 2016 e a nomeação de 2025, o único critério foi a lealdade canina ao Partido. No PT, a subserviência é a escada mais rápida para o topo.
3. Procurador da Censura: À frente da AGU, Bessias criou a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia. Um nome orwelliano para um órgão cujo objetivo real é vigiar, punir e calar a dissidência sob o pretexto de combater a "desinformação".
4. Advogado da morte: Como AGU, Bessias deu parecer favorável à assistolia fetal até os nove meses. Ele defende que a morte do bebê é parte "indissociável" do “direito” ao aborto. É o cristão de conveniência que, na hora da prática, serve ao Dragão Vermelho da cultura da morte.
5. Escudo do MST: Bessias transformou a AGU em um escritório de advocacia para Lula e seus amigos dos movimentos sociais. Ao declarar “mexeu com vocês, mexeu com a gente” para o MST, ele deixou claro que, para ele, a propriedade privada é um detalhe irrelevante diante da agenda ideológica.
6. Inimigo da Lava Jato: Em sua tese de doutorado, Bessias mostra todo seu ódio à operação de combate à corrupção, chamando-a de lawfare. Para ele, a cleptocracia era intocável e o impeachment de Dilma não passou de “golpe das elites”.
7. Marx como bússola: Sua tese acadêmica não busca o conhecimento, mas a revolução. Citando Karl Marx para justificar a intervenção estatal e a censura às redes sociais, Bessias mostra que sua toga será tingida de vermelho antes mesmo da posse.
8. Relator das sombras: Ter como relator de sua indicação o senador Weverton Rocha — alvo de operações da PF por fraudes bilionárias no INSS — diz tudo sobre o ambiente moral da indicação. É o sujo relatando o mal-lavado. (Não por acaso, o AGU negou-se a investigar indícios de desvios no INSS.)
9. Leilão dos Correios: A aprovação de Bessias não se dá por ideias, mas por cargos. Três diretorias dos Correios, empresa sangrando em rombos bilionários, foram oferecidas ao Senado para azeitar a sabatina. A Suprema Corte virou um objeto de troca em balcão de estatal.
10. Desprezo pelos presos políticos: Bessias jacta-se de ter sido o primeiro a pedir a prisão de senhorinhas e pais de família no 8 de janeiro. Para as Déboras do batom, ele reserva o rigor da lei; para os companheiros de cúpula, o abraço do privilégio.
11. O carrapato do poder: De subchefe de Dilma a assistente de Jaques Wagner, Bessias soube bajular o petismo até a vitória de 2022. É o burocrata que se alimenta das sombras até encontrar a luz do orçamento público.
12. Notória ignorância: Tirando o saber notório em entregar papéis e blindar chefes, o que resta a Bessias? Como até o Estadão reconheceu, falta-lhe a estatura jurídica mínima. Sobra-lhe, porém, a militância máxima.
13. Guardião do Regime PT-STF: Se aprovado, Bessias não será um ministro da Suprema Corte, mas um comissário do regime. Ele não vai defender a Constituição, mas desvirtuá-la de todas as formas possíveis para que o projeto de poder do PT seja eterno e inquestionável.
Definitivamente, Bessias não dá.
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