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Pedro Menezes

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Preconceito

A economia do racismo americano

  • Por Pedro Menezes
  • 02/06/2020 21:34
economia do racismo
A economia do racismo nos Estados Unidos| Foto: WIN MCNAMEE/2020 Getty Images

A questão negra é a maior mancha da história americana. Os pais fundadores da América, em belos discursos, prometeram criar uma terra de liberdade. Durante o primeiro século dos EUA como nação independente, essa promessa atendeu apenas aos interesses dos brancos livres – negros, por outro lado, ainda viviam como escravos em grande parte do país.

Por lá, a abolição veio através de uma guerra sangrenta e sem uma política adequada de indenização aos ex-escravos. O segundo século da história americana foi melhor, mas não muito. As políticas de segregação, especialmente em estados do sul, foram uma barreira na busca dos negros pelo sonho americano. Mesmo nos locais onde negros podiam viver com certa liberdade e prosperidade, grupos como a famosa Ku Klux Klan perseguiam os afro-americanos. É famosa a história da “Wall Street negra”, um grande centro comercial e financeiro que havia em Tulsa, Oklahoma, destruído em 1921 durante um ataque de supremacistas brancos.

Não por acaso, o Dr. Martin Luther King Jr frequentemente aparece como o último dos pais fundadores, responsável por começar a corrigir a grande lacuna na obra de George Washington, Thomas Jefferson e outros. Até mesmo organizações conservadoras, como a Heritage Foundation, comparam o Doutor King aos pais fundadores da América.

O Doutor King não era chamado assim apenas por respeito daqueles que o admiravam. Ele, de fato, era doutor em teologia. Inserido da tradição de grandes oradores negros do cristianismo americano, King inspirou multidões até ser assassinado em abril de 1968, num hotel do Tennessee. Era um homem que falava sobre Deus, liberdade e sobre o que havia de bom na América, sem deixar de apontar o que estava errado naquele tempo.

Através da influência de pessoas como Martin Luther King Jr., o terceiro século da história dos EUA como nação independente foi aquele no qual, finalmente, o sonho dos pais fundadores começou a se realizar. Uma terra de liberdade para todos, inclusive para os negros, começa a se desenhar a partir dali.

Isso não significa que o trabalho terminou. Apesar do fim da escravidão e da segregação, a herança do passado ainda pesa. Em 2016, de acordo com dados do censo americano, a renda domiciliar mediana de um americano negro estava ao redor de U$ 39.500 anuais, enquanto o branco mediano desfruta de uma renda 65% maior – cerca de U$ 65.000 anuais.

Um estudo recém-publicado nos ajuda a entender quão grande é o problema

Frios cálculos de mediana dizem pouco sobre uma questão tão complexa quanto a desigualdade econômica racial. Alguns críticos podem argumentar que, numa economia de mercado, é natural que pessoas diferentes tenham rendas diferentes. Mas a história dos EUA mostra que não há nada “natural” no processo que construiu a desigualdade observada nos dias de hoje. A escravidão foi uma política pública. A segregação foi uma política pública. E um estudo recém-publicado mostra que, infelizmente, o buraco é mais embaixo.

Numa das últimas edições do Quarterly Journal of Economics – um periódico cuja relevância na economia pode ser comparada à de revistas com a da Science ou Nature nas ciências naturais -, economistas de Harvard e do Census Bureau, órgão responsável pelo censo americano, publicaram um artigo revolucionário sobre a dimensão econômica do racismo americano.

Usualmente, os estudiosos possuem apenas dados sobre o racismo em um ponto do tempo, que refletem medidas agregadas sobre uma cidade, estado ou país – a já citada renda mediana de brancos e negros é um exemplo. Recentemente, um novo tipo de dado se tornou possível: os dados longitudinais, agregados ao nível do indivíduo.

Saindo do economês para o português, podemos dizer que esses dados permitem analisar a renda de um indivíduo em relação à renda da família dele durante a sua infância. Com esse tipo de dado, é possível abordar o racismo econômico de forma mais direta, comparando brancos de família pobre com negros de família pobre. Em outras palavras, é possível dissociar a questão social da racial.

O estudo recém-publicado por Raj Chetty e co-autores no Quarterly Journal of Economics é um dos primeiros que pode contar com esse tipo de tecnologia para fazer uma análise desta questão. Os autores observaram a situação econômica da geração nascida entre 1977 e 1983, considerando as condições de cada família naquele período e a situação dessas pessoas hoje, quando já são adultos com capacidade de trabalhar.

As conclusões mostram uma imensa desvantagem dos negros americanos.

Ao ler o estudo, um número me foi particularmente chocante. Entre os negros criados em famílias que estavam entre as 20% mais ricas dos EUA, 18% conseguem se manter entre os 20% mais ricos quando alcançam a idade adulta. Por outro lado, 16,8% acabaram caindo tanto que chegaram à adulta entre os 20% mais pobres do país. Ou seja, para um negro privilegiado, nascido numa família que está no topo da distribuição de renda americana, a probabilidade dele continuar entre os mais ricos é parecida com a dele descer até os mais pobres.

Para os brancos, a situação é oposta. Cerca de 41,1% dos que nasceram entre os 20% mais ricos mantem o mesmo status social na idade adulta. Apenas 8,7% descem para os 20% mais pobres.

Por outro lado, um negro que nasce entre os 20% mais pobres tem 2,5% de probabilidade de alcançar os 20% mais ricos na idade adulta. Essa mesma probabilidade chega a 25,5% entre asiáticos, o que mostra o imenso poder do racismo contra negros.

Outro ponto particularmente chocante é que, apesar dos latinos serem mais pobres de modo geral, eles não são diferentes dos brancos em termos de mobilidade social. Isto é, um latino que nasce pobre e um branco que nasce pobre possuem mais ou menos as mesmas oportunidades de ascender socialmente ao longo da vida. A desvantagem, em termos de mobilidade social, é principalmente dos negros, que enfrentam obstáculos incomparavelmente maiores. Esta evidência nos ajuda a ver quão poderoso é o racismo.

Importantes diferenças de gênero

Curiosamente, a diferença entre os homens é maior que entre as mulheres. Em média, uma mulher branca que nasce em família pobre e uma mulher negra de mesma origem, em geral, tem uma situação parecida quando chegam à vida adulta. Ou seja, essa dimensão econômica do racismo não é tão nítida entre mulheres.

No caso dos homens, o oposto acontece. Um homem negro e outro branco, mesmo quando nascem em contextos sociais parecidos, chegam a lugares muito diferentes na vida adulta – em geral, o homem branco tem mais oportunidade de ascender socialmente.

Esta mesma realidade se manifesta em outros indicadores. Mulheres negras e brancas de mesma origem social, em geral, não se tornam adultas diferentes em termos de horas trabalhadas ou empregabilidade. Já os negros trabalham menos horas e ficam mais desempregados na comparação com brancos que tiveram origem social similar.

Não por acaso, esta situação se repete mais uma vez quando olhamos para as taxas de formação no ensino médio, na faculdade ou para taxas de encarceramento. Um branco nascido pobre tem menos probabilidade de ser preso e maior probabilidade de completar colégio e faculdade, na comparação com um negro pobre. Esta disparidade não aparece entre mulheres. Talvez os resultados referentes a renda sejam meras consequências das diferenças nesses outros indicadores.

Em média, mulheres brancas continuam sendo mais ricas que as mulheres negras, mas isto acontece porque as negras, em média, saem de uma posição menos vantajosa. Quando se compara negras e brancas nascidas num mesmo contexto social, a diferença de resultados na idade adulta é pequena.

No caso de homens negros, dois indivíduos nascidos no mesmo contexto social chegam a resultados completamente diferentes na idade adulta.

O estudo recém-publicado por Raj Chetty e co-autores no Quarterly Journal of Economics é apenas um passo inicial num campo de pesquisa que tende a crescer muito nos próximos anos. Através desses estudos vindouros, será possível formular políticas públicas que de fato acabem com o trabalho incompleto dos pais fundadores. Pelo que podemos ver, essas políticas públicas precisam olhar com muito carinho para a exclusão social do homem negro.

Os Estados Unidos da América possuem uma história muito bonita, apesar da vergonhosa mancha de racismo que nunca foi solucionada. Não há nada natural na desigualdade entre negros e brancos nos EUA. uperar a desigualdade racial deveria ser uma das grandes prioridades nacionais. A ciência das melhores universidades do planeta pode ajudar os EUA a alcançar o sonho idealizado pelo Doutor King em seu famoso discurso de 1963 – uma situação onde a cor importa menos do que o caráter. Só assim será possível concretizar o ambiente de liberdade que Thomas Jefferson e George Washington projetaram para esta grande nação.

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Comentários [ 47 ]

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  • V

    Vitor Chvidchenko

    ± 36 dias

    E complementando: é claro que HOUVE, sim, muito racismo nos EUA no passado. Só um louco negaria isso, é fato histórico. E ainda há hoje? Sem dúvida - como existe racismo em qualquer país do mundo (sempre vão haver idiotas, em qualquer lugar). Agora, considerar que, da metade do século XX para cá, o menor sucesso relativo sócio-econômico dos negros americanos é exclusivamente devido a racismo me parece uma forma muito fácil e cômoda de jogar a culpa, mais uma vez, no outro - ao invés de se fazer uma autocrítica honesta das próprias ações e escolhas que as pessoas fazem na vida.

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  • V

    Vitor Chvidchenko

    ± 36 dias

    As conclusões que você tira a partir dos dados estatísticos não se justificam. O maior sucesso ou fracasso sócio-econômico de um determinado grupo étnico não é, necessariamente, devido a racismo - e não há NADA nos números que demonstre esta correlação que você, de uma forma um tanto precipitada, já quer ir identificando. Questões de ambiente cultural, ambiente familiar, valores que são passados na educação dos filhos, presença (ou ausência) das figuras paterna e materna, etc., para você não possuem influência alguma? E o fato das mulheres negras pobres terem um desempenho praticamente idêntico ao das branca pobres, não te diz nada? "Racismo" só contra os homens? Não faz sentido.

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    Cesar Tiossi

    ± 41 dias

    Uma coisa que me intriga é : será que tudo é racismo ou existem outros fatores?

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Concordo. Tive essa mesma percepção ao ler o texto. Acho que o Pedro Menezes se antecipa demais ao já ir botando todas as diferenças sócio-econômicas na conta do "racismo". E questões culturais? E de ambiente de formação, de família? Não importam nada?

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  • M

    Manoel

    ± 41 dias

    Os negros, em média, prosperam menos na sociedade americana, porque a cultura de boa parte deles impede que eles acumulem capital humano. Essa é a verdade nua e crua.

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    Guilherme Milone Silva

    ± 41 dias

    Pedro, sua conclusão que a mobilidade social dos negros nos EUA se deve ao racismo é um non sequitur! Não há nestas estatisticas nada que possa fundamentar que o racismo é um fator mais importante do que a estrutura familiar, ou a ideologia de esquerda que afirma que sem a ajuda de cotas e afirmative actions eles não se sustentam. Mentira! São tantos os exemplos de self-made-men negros que não caberiam neste espaço. Por favor, reescreva seu artigo e continue gozando da sua credibilidade. Abraços

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    Wellington Albuquerque

    ± 41 dias

    Imaginem quantas carreiras são feitas com este modo de análise, a procura dos números "chocantes", quando então podem gritar: "ahá!". Mas quando os números não colaboram, como nos casos dos asiáticos, aí não soa, grandiloquente e altissonante, nenhum "ahá! Já dizia o eminente Thomas Sowell.

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    Manoel

    ± 41 dias

    Na sociedade americana, em média os negros são os que menos estudam, menos trabalham, participam mais de gangues, cometem mais estupros e assassinatos e crimes violentos em geral. São também os mais favorecidos por programas sociais, que funcionam como um estímulo perverso à continuidade dessa cultura de gueto, baseada em ócio, ignorância e violência. São os negros que matam mais negros, são os negros que matam mais policiais. A polícia americana mata, proporcionalmente, mais brancos do que negros. Um negro com desempenho escolar medíocre tem mais chance de entrar numa boa universidade americana do que um asiático com desempenho excelente. Não são discriminados, são privilegiados.

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    Auler Coelho

    ± 41 dias

    A velha tatica esquerdista de comparar grupos não comparaveis. Thomas Sowell provou que ao fazer analise multivariada dos grupos; usando caracteristicas como escolaridade, motar na periferia ou presencça do pai; não havia diferença. Mais: que racismo estrutural é esse, que favorece brancos frente a negros; mas desfavorece brancoa frente a asiaticos? Como ele dizia: ideias bonitas que não resistem ao escrutinio da logica, ou dos fatos. Leiam: DISCRIMINAÇÃO E DESIGUALDADES ECONOMICAS, THOMAS SOWELL, 2018.

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      Admar Luiz

      ± 41 dias

      Boa pedida, Coelho!

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    Manoel

    ± 41 dias

    Prezado Pedro Menezes, permita-me uma recomendação de leitura: Thomas Sowell. Ele, que é negro, mostra com toda a clareza que não é o racismo a principal fonte dos problemas negros americanos. Um abraço.

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      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Thomas Sowell é excelente.

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  • D

    Destemido

    ± 41 dias

    Chega da cultura do coitadismo negro. Ficam enchendo-os de direitos que eles se acham certos em realizar badernas e quebradeiras. Essa é a linha da esquerda que prega o nós contra eles. Vão trabalhar e estudar que as oportunidades aparecem. Vários exemplos mostram isto.

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    MIchel Lima

    ± 41 dias

    Thomas Sowell (negro) já desmontava essas teorias baseadas em estatísticas rasas nos anos 80. Procure no YouTube https://youtu.be/c0ixnlmyGLk

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  • J

    José Leopoldo Nedel

    ± 42 dias

    esta frase: "um negro que nasce entre os 20% mais pobres tem 2,5% de probabilidade de alcançar os 20% mais ricos na idade adulta. Essa mesma probabilidade chega a 25,5% entre asiáticos, o que mostra o imenso poder do racismo contra negros." Então, os asiáticos tem 10 vezes mais chances de subir na vida do que os negros entendi bem? Será que não há um fator cultural além do dito racismo? sabe-se que os asiáticos teriam uma dificuldade maior pela dificuldade de conhecer o inglês, porém os pais e avós tem um acompanhamento maior no estudo das crianças. Pode ser isso o grande diferencial entre negros e "amarelos".

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    • S

      SAMIR

      ± 42 dias

      Concordo plenanente.Todas as diferenças, todas as dificuldades e insucessos serem justificados de uma maneira simplista como preconceito, não me parece razoável.

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  • N

    Nico Gavelick

    ± 42 dias

    As variáveis foram devidamente filtradas? Famílias igualmente pobres não quer dizer famílias com a mesma estrutura. Nos EUA, o percentual de negros que crescem sem o pai é muito maior do que o de brancos, o que está relacionado, de acordo com estudos inclusive de instituições ultraprogressistas como o Southern Poverty Law Center, a uma taxa de criminalidade bem mais alta entre homens negros. Isso talvez explique a diferença pequena entre mulheres, mas grande entre homens.

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  • G

    Gustavo

    ± 42 dias

    mulheres asiáticas ganham em média mais que mulheres caucasianas, logo está havendo racismo........ seguindo mesmo lógica do politicamente correto

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  • G

    Gustavo

    ± 42 dias

    Os fatos não levam a conclusão !!!! É fato que os negros ganham menos, mas vincular isso imediatamente ao racismo não é possível.... Os chineses imigrantes do século XIX eram tratados em condições análogas a escravidão e sofreram e sofrem discriminação até hoje !!!! No entanto estão entre os 10% mais ricos. Acredito que possa haver outra explicação além daquela politicamente correta !!!

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    • A

      Athos athayde

      ± 42 dias

      Não seria mérito????

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  • J

    JESIEL

    ± 42 dias

    Racismo é só contra negros? Latinos e asiáticos não são discriminados nos EUA também? Quanta gente pegando carona, "lacrando...

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  • J

    JESIEL

    ± 42 dias

    Racismo é só contra negros? Latinos e asiáticosão discriminados nos EUA também? Quanta gente pegando carona, "lacrando...

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  • J

    JESIEL

    ± 42 dias

    Racismo é só contra negros? Latinos e asiáticosão discriminados nos EUA também? Quanta gente pegando carona, "lavrando...

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  • Z

    Zyss

    ± 42 dias

    "Desconfie de todo "liberal" que tenta explicar desigualdades raciais com base em "estudos" e argumentos materialistas, ignorando aspectos culturais. Prefiram um liberal clássico de verdade, como Thomas Sowell. " acho que o Constantino te mandou uma indireta. Criança burra!

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Eu até concordo com o que você disse, mas sua grossura e falta de educação não se justificam. E Constantino também anda falando MUITA bobagem ultimamente, não é nenhum bom exemplo. Agora, no que diz respeito especificamente ao tema deste texto, eu acho que as conclusões do Pedro Menezes estão equivocadas - e concordo com você.

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  • Z

    Zyss

    ± 42 dias

    Jesus, essa gazeta tá virando um poço de burrice.

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    Galvão

    ± 42 dias

    Cara, você acha que somos idiotas para você despejar esse monte de mentiras... vai estudar e pare de ser medíocre

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Não são mentiras, os dados estatísticos. O erro dele está em atribuir o fracasso dos negros a "racismo", ignorando inúmeros outros fatores, tais como: a cultura e o ambiente em que essas pessoas crescem, os valores familiares, etc. É muito fácil sempre jogar a culpa no outro pelo seu próprio fracasso, dizendo que é "racismo". Pedro Menezes errou feio nessa. Mas os dados estatísticos, por si só, são verdadeiros. O problema são as conclusões.

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  • A

    Admar Luiz

    ± 42 dias

    Em tempo: Pedro, esqueci de te dar um recado. Precisa urgentemente conversar com teu colega de jornal. Nosso amigo, Paulo Cruz, terá imenso prazer em lhe dar umas aulinhas sobre o problema do racismo. Não só o americano, mas no mundo todo. Que tal? Pedrinho...

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    Admar Luiz

    ± 42 dias

    Mais um querendo "lacrar" em cima do negro morto por um policial. Isso me cheira oportunismo raso e imoral. Sou branco, hétero e cristão. Jamais compactuei com qualquer tipo de racismo ou preconceito. Tive e tenho amigos negros, bem como os de qualquer minoria. Respeito-os como a qualquer um. mas, o que vejo por aí pura demagogia. Gente querendo se passar por humanistas e bonzinhos. E geralmente esquerdistas que apoiam remes castristas e bolivarianos e que odeiam minorias. Quando não fuzilam, né? Como disse a Denise aí em baixo: o artigo é todo enviesado cheirando ideologia, né?

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    Enio Soares

    ± 42 dias

    Parece-me que há uma falácia argumentativa no texto. O autor faz presumir que a condição do negro nos EUA é fruto do racismo, mas pelo exposto no texto não se pode concluir isso.

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    2 Respostas
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      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Enio: foi exatamente o que pensei. Os dados estatísticos que ele apresenta são reais, mas a conclusão que ele tira deles não se justifica. O próprio fato da diferença entre mulheres negras e brancas pobres ser pequena, em termos de sucesso sócio-econômico, já desmonta por completo a tese de "racismo". O "racismo" seria só contra os homens? Não faz sentido.

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      Michel Carvalho

      ± 42 dias

      Ele já faz isso há tempos.

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  • D

    denise de sene

    ± 42 dias

    Artigo com conclusões enviesadas pelo perfil político do autor, pois coloca toda a culpa do insucesso dos homens negros, até mesmo daqueles vindos de famílias bem sucedidas, no racismo. Não seria mais lógico concluir que características e escolhas pessoais, de acordo com o estudo estatístico apresentado, influenciaram mais no insucesso desses homens negros do que o alegado racismo? Como se explica que os pais foram bem sucedidos, apesar do dito racismo, e os filhos não?

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    Mauricio Conde

    ± 42 dias

    Texto fraco. Se algum rico independente de etnia se torna pobre não é questão de racismo. É questão de escolhas pessoais erradas. O que deve ser combatido é a pobreza sempre. Nisso a liberdade Econômica desempenha papel fundamental ao promover a mobilidade social. Brancos pobres são muito mais vulneráveis à violência que os negros ricos. É preciso estar atento a questões de separação da sociedade em tribos que guerreiam permanentemente entre si. Quem é adepto disto quer tudo, menos soluções.

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    • V

      Vitor Chvidchenko

      ± 36 dias

      Excelente comentário.

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  • J

    João Calvino

    ± 42 dias

    Perfeito Eduardo. Analisar dados estatistifica observando apenas um viés não é analise é torcida. A influencia dos meus pais, amigos e da cultura que exerce influencia em mim, são infinitamente mais influentes que minha cor ou raça.

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  • M

    Márcio

    ± 42 dias

    Acredito que o autor do artigo erra em atribuir as discrepâncias encontradas no estudo exclusivamente ao racismo. A única conclusão possível do estudo é esta, que há discrepâncias. A partir disso, entendo que precisa ser estudado o por quê dessas discrepâncias. Ainda que o racismo possa ser uma causa primordial no 1º século dos EUA, outras variáveis têm contribuído fortemente ao longo desses 3 séculos, tais como o esquerdismo, que prejudica muito mais os negros americanos do que os beneficia.

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  • D

    DENISSON HONORIO DA SILVA

    ± 42 dias

    Não sei Pedro, a resposta teria sido muito simples. Há aqui comentários que trazem algumas das razões pertinentes. Paternidade responsavel, vontade de vencer, etc. Mas o que chama atenção são latinos comportarem-se como os brancos. Em um sociedade totalmente desigual isto não aconteceria. Há também uma coisa pouca comentada aqui é o numero baixo de casamentos interraciais nos EUA.. Ou seja, as culturas não se interrelacionam, provocando mais e mais conflitos.

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 42 dias

    Com valores errados e dogmas falsos, foi possível transformar os dois países mais ricos da América Latina, Venezuela e Cuba, em dois favelões miseráveis. O que explica a ruína econômica destes dois países ? Foi a cultura, a ideologia que causou o empobrecimento das pessoas e destes países. E também foram valores e cultura que fizeram da Suíça, EUA e outras democracias capitalistas exemplos de sucesso econômico e harmonia social.

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    • M

      Marcos eisenschlag

      ± 42 dias

      E' só ver a entrevista do Che para um canal de tv americano no qual ele como ministro da economia afirma que vai transformar Cuba em uma potencia do setor siderúrgico para entender porque o pais se transformou em um pais de miseráveis.

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 42 dias

    Todas essas análises são racistas, se apegam exclusivamente na cor da pele das pessoas. Há outras explicações mais realistas sobre o que faz uma pessoa prosperar ou não na vida. A família estruturada, com pai e mãe presentes e amorosos, é um grande apoio e vantagem para crianças e adolescentes. Os valores de humildade, disciplina, respeito aos mais velhos, tudo isso leva uma pessoa a ter mais chances na vida e prosperar. A valorização do estudo e do empreendedorismo são fundamentais para o sucesso profissional. A formação nos primeiros 15 anos de vida é decisiva. Drogados, bêbados, rebeldes, criminosos são vítimas de suas escolhas, e não da cor da pele. Assim como seus filhos...

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    Eduardo Prestes

    ± 42 dias

    Todas essas análises são racistas, se apegam exclusivamente na cor da pele das pessoas. Há outras explicações mais realistas sobre o que faz uma pessoa prosperar ou não na vida. A família estruturada, com pai e mãe presentes e amorosos, é um grande apoio e vantagem para crianças e adolescentes. Os valores de humildade, disciplina, respeito aos mais velhos, tudo isso leva uma pessoa a ter mais chances na vida e prosperar. A valorização do estudo e do empreendedorismo são fundamentais para o sucesso profissional. A formação nos primeiros 15 anos de vida é decisiva. Drogados, bêbados, rebeldes, criminosos são vítimas de suas escolhas, e não da cor da pele. Assim como seus filhos...

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    • E

      Eduardo Prestes

      ± 42 dias

      Uma vez fizeram um estudo com presidiários ingleses, 85% foram criados apenas pela mãe, sem presença do pai. A mãe passava o dia no trabalho, a renda era menor e os filhos ficavam em casa desassistidos. As famílias de classe média e alta são mais sólidas, com pais casados, e isso é um importante fator de apoio e desenvolvimento para os filhos. Não é a cor da pele o problema, mas valores.

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  • C

    Carmo Augusto Vicentini

    ± 42 dias

    Desonestidade intelectual a gente vê por aqui. Falou em necessidade de “políticas públicas” deixou a máscara liberal cair e mostrou sua verdadeira face. Assuma de uma vez o seu viés político canhoto. E antes que eu me esqueça, não use os pais fundadores e o Dr. King para tentar justificar seus devaneios ideológicos.

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  • R

    Roberto Garcia

    ± 42 dias

    Os avanços são lentos e é difícil sair do denuncismo recorrente e propor uma política consistente a curto prazo. Não existe. Tem além de tudo a questão da tradição dos brancos para o trabalho que para os negros que não tem essa tradição demora algumas gerações para assimilar. Mas ter tido um negro presidente é um avanço considerável não dá para negar. Quem imaginaria isso a poucas décadas atrás.

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