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Imposto de Renda das Pessoas Físicas deveria aumentar

  • Por Pedro Menezes
  • 30/09/2019 20:59
App do Imposto de Renda
| Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O sistema tributário brasileiro é caótico, burocrático, antieconômico, injusto e merece uma infinidade de adjetivos negativos. Não importa se o brasileiro é conservador, liberal ou socialista, a única certeza é que ele não tolera nossos impostos.

Existem três discussões fundamentais para reformar qualquer sistema tributário:

  1. Qual será a carga tributária total?
  2. Como será composta essa carga tributária? Isto é, qual atividade econômica (renda, consumo, folha de pagamentos...) pesará mais ou menos na arrecadação do governo?
  3. Quais serão as regras de cada um dos impostos existentes?

As três são extremamente relevantes para o Brasil. A primeira, de certa forma, é o debate em curso sobre ajuste fiscal. Precisamos escolher entre aumentos de impostos ou diminuição do Estado, mas não tem sido fácil chegar a uma conclusão sobre o tema.

A terceira discussão é a mais importante para o Brasil, sem dúvidas, porque nossos impostos talvez tenham as piores regras do planeta Terra. No Índice Doing Business, do Banco Mundial, o pagamento de impostos no Brasil é ranqueado como 184º entre 190 países. Só estamos na frente de Somália, Bolívia, Venezuela, Congo, Chade e República Centro-Africana. Já no índice de complexidade tributária, elaborado por uma fundação alemã, o Brasil aparece como lanterninha entre 100 países. Se isso não é uma vergonha nacional, não sei o que é.

A maior parte dos problemas que levam o Brasil a esta situação vergonhosa são muito bem endereçados na PEC 45, formulada pelo economista Bernard Appy em parceria com juristas do Centro de Cidadania Fiscal, da FGV paulistana. Ultimamente, o projeto foi abraçado por Rodrigo Maia e foi reconhecido por Paulo Guedes como ótima ideia.

Dos três debates listados acima, o que menos andou ultimamente foi o segundo, a composição da carga. Não faltam propostas. Paulo Guedes parece particularmente preocupado em diminuir os impostos sobre a folha de pagamentos para incentivar contratações. Boa parte da esquerda defende maiores impostos de renda. Apesar do tom populista presente no discurso da esquerda, e da péssima ideia guedista de ressuscitar a CPMF para desonerar a folha, ambos têm sua dose de razão.

Não tenho a ambição de encerrar o assunto aqui. Este talvez seja um debate ideológico por excelência, no sentido de que não pode ser resolvido apenas pela técnica. De todo modo, os dados importam e a prática internacional deve balizar, ao menos parcialmente, o que fazemos no Brasil.

Dizer que o assunto é polêmico não é desculpa para ficar no muro, caro leitor. O que eu defendo é bastante simples: redução radical dos impostos sobre bens e serviços, uma boa redução nos tributos sobre folha de pagamentos e, em compensação, um aumento do Imposto de Renda para pessoas físicas. Tudo isso, é claro, sem elevar a carga tributária geral.

Concordando ou não comigo, é essencial conhecer os dados para que a controvérsia valha a pena. Vamos a eles. Antes, prometo uma coisa: lerei cada um dos comentários para saber a opinião de vocês sobre os números abaixo. Sua inquietação pode dar num bom tema futuro para esta coluna, já que a reforma tributária não vai sair da pauta nacional tão cedo.

Sim, a carga tributária brasileira é alta

Muita gente gosta de apontar para países como Noruega e França para dizer: “olha lá, eles são um sucesso e a carga tributária por lá é bem maior, logo, os impostos no Brasil nem são tão altos”. A constatação é verdadeira, mas a conclusão não.

A carga tributária costuma ser medida como proporção do PIB. Ou seja, é o valor de todos os impostos arrecadados, divididos pelo tamanho da economia. O Brasil, desde o fim dos anos 1990, tem uma carga tributária estável, pouco acima dos 30% do PIB. Nossa carga total até caiu nos últimos anos, especialmente depois da queda da CPMF em 2007 e das desonerações fiscalmente irresponsáveis que marcaram o primeiro governo Dilma Rousseff.

A OCDE, que reúne as mais ricas democracias do planeta, tem uma boa base de dados tributários. Nela, é possível notar que muitos países ricos têm impostos bem mais pesados que os brasileiros – a Dinamarca, por exemplo, ultrapassa chocantes 50% do PIB. Mas a comparação é enganosa: apenas países europeus têm Estados tão grandes. A história deles é certamente muito distinta da brasileira.

A Dinamarca tem população escolarizada há séculos e já era um dos países mais ricos do planeta quando aumentou sua carga tributária. É melhor comparar o Brasil com os não-europeus da OCDE. Neste caso, todos cobram menos impostos do que nós, com exceção do Canadá, que está quase empatado conosco. Nova Zelândia, Israel, Coreia do Sul e Chile são alguns bons exemplos com história mais parecida com a nossa e carga tributária menor.

O gráfico abaixo mostra que o Brasil, no século 21, mantem uma carga tributária próxima à média da OCDE, mas acima dos países não-europeus que integram a organização.

O gráfico seguinte mostra todos os países da OCDE, individualmente, além do Brasil. É fácil reparar que, à nossa frente, há basicamente nações europeias, assim como atrás do Brasil há basicamente não-europeus.

É importante ressaltar que a OCDE não representa todo o planeta, embora lá estejam as principais economias ocidentais. Neste grupo, estão também as nações com maior carga tributária do planeta, pois geralmente as economias avançadas têm mais condições para sustentar um Estado grande.

Se o gráfico incluísse outros países, como Índia, China e alguns emergentes de sucesso, os impostos brasileiros pareceriam ainda mais altos. No nosso continente, só a Argentina tem carga tributária comparável – e nosso vizinho ao sul, ex-rico, está longe de ser bom exemplo quando o assunto é economia.

A composição da nossa carga tributária, comparada com a média da OCDE

A composição da carga tributária é tão ou mais importante que o seu tamanho. Como o gráfico abaixo deixa claro, existem diferenças consideráveis entre o Brasil e a média da OCDE. Resumidamente, nós cobramos muito mais impostos sobre bens e serviços e muito menos sobre renda, lucro e ganhos de capital. Com relação à folha de pagamentos, o percentual é razoavelmente parecido.

Outros impostos, como aqueles que incidem sobre o patrimônio, são pouco relevantes na carga tributária total. Esse é um ponto no qual o discurso da esquerda merece críticas, pois trata impostos sobre herança, por exemplo, como panaceia fiscal, mas não há país do mundo que coloque a taxação de propriedades como fonte relevante de arrecadação.

É importante notar que cada um desses impostos afeta a população de modo radicalmente diferente. A tributação de bens e serviços, assim como da folha de pagamentos, pesa mais no bolso de quem é pobre.

Como resultado, o Brasil tem um padrão de impostos diametralmente oposto ao que recomendam as boas práticas internacionais. Por aqui, os mais ricos pagam muito menos, como porcentagem da própria renda, do que os mais pobres. Não por acaso, nenhum país da OCDE é tão desigual quanto o Brasil. De acordo com a base de dados do Banco Mundial, só meia dúzia de nações pobres, geralmente africanas, nos superam em desigualdade.

A diferença está principalmente no Imposto de Renda das Pessoas Físicas

Para entender onde está nossa diferença para o resto do mundo, é importante olhar os componentes do gráfico acima em maiores detalhes. Abaixo, os impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital são classificados entre os que incidem sobre pessoas físicas e jurídicas.

Logo de cara, já é possível notar um problema do Brasil: parte dos nossos impostos de renda foram considerados como não-classificáveis pela Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado. Na OCDE, o percentual não classificável equivale a 0% do PIB – ou seja, não existe. No Brasil, é de 1,87%.

Outra conclusão nítida é que a maior diferença está no campo das pessoas físicas. Caso uma pequena fração da parcela não-classificável seja paga pelas empresas, o que é muito provável, o Brasil cobra mais das pessoas jurídicas do que os países da OCDE.

Outras fontes de dados, como o já citado Doing Business do Banco Mundial, reforçam a conclusão: a carga tributária total paga pelas empresas brasileiras é muito alta. Vale lembrar também que nossos altos e caóticos impostos sobre bens e serviços incidem legalmente nas empresas, que bancam também os custos não-tributários, como a necessidade de lidar com a burocracia.

O problema claramente está na tributação dos indivíduos. É por isso que até Paulo Guedes defende o fim das deduções no Imposto de Renda das Pessoas Físicas. O também liberal Armínio Fraga tem sido ainda mais ousado neste sendo. Está longe de ser uma pauta socialista, até porque pode ser um meio para que os brasileiros prefiram ser empreendedores, ao invés de concurseiros. De fato, é muito difícil olhar os dados e chegar à conclusão diferente: o IRPF deveria aumentar.

Justamente por se tratar de um imposto mais baixo na comparação com a média mundial, o Brasil tem algum espaço para aumentar o Imposto de Renda das Pessoas Físicas sem gerar fuga de capital para outros países, como ocorreu recentemente na França.

Os impostos sobre a folha de pagamentos

Eu sei, caro leitor, o texto já está longo para a média das colunas e você está com raiva de mim enquanto lembra do quanto pagou no último recolhimento do IRPF. Mas há um dado que vale a pena: apesar da nossa tributação de salários ter um nível geral semelhante à da OCDE, a composição dela é bem diferente.

Além das contribuições para a seguridade social, equivalentes ao nosso recolhimento do INSS, praticamente não há impostos sobre salários entre os países da OCDE. No Brasil, por sua vez, há o FGTS, o Sistema S, o salário-educação, dentre outros. A vida do empreendedor fica mais complicada, gerando menos incentivos para a contratação de mão de obra.

Este é um dos motivos pelos quais vale a pena rediscutir o Imposto de Renda das Pessoas Físicas: há muitos tributos piores que poderiam ser eliminados caso o governo decida trilhar por esse caminho.

Hoje, acredito que nada seja tão importante no front tributário quanto a PEC 45, que reforma a tributação de bens e serviços. Mas nosso assunto seguinte provavelmente será a composição da carga tributária. Preferencialmente num projeto de lei paralelo, que não atrapalhe o andamento da excelente PEC 45. Torçamos para que, quando o assunto esquentar em Brasília, nossa política esteja mais propensa ao diálogo. Não é fácil reformar o sistema tributário, mas, por trás da gritaria que tomou conta do Congresso e das redes sociais, há um país que precisa urgentemente de mudanças.

47 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 47 ]

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    Rafael Vogel Santos

    ± 2 dias

    Na teoria, eu até concordo que tributar a renda é melhor, mas o que você diz sobre este estudo divulgado na própria Gazeta, que afirma que o pior tipo de imposto é o de renda - https://www.gazetadopovo.com.br/republica/os-piores-tipos-de-impostos-nova-cpmf/

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    Lucas Amaro Dos Santos

    ± 2 dias

    Excelente análise. Complemento dizendo que o IRPJ "penaliza" aqueles que destoam do mercado e conseguem lucros extraordinários, o que é um tipo de trava ao sucesso empresarial, portanto dissociar o IRPJ do IRPF foi uma grande sacada.

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    Jair Lenzi

    ± 2 dias

    Se vc acha q deve aumentar, pague vc pq enquanto nesse pais se rouba, se joga dinheiro fora, o q deveria haver é desobediencia civil, isso sim!

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    Marcos eisenschlag

    ± 2 dias

    Agora, todos sabemos bem porque tem esses ventos de "aumenta o imposto", nao e' mesmo??? Por que nao se pensou de onde viria a arrecadacao para suportar um aumento da folha salarial de municipios, estados e federal que DOBROU nos ultimos 15 anos? O quanto esse inchaco melhorou os servicos publicos para o cidadao?? Ocorreu algum grande aumento de produtividade por causa disso? A discussao que tem que ser feita e' "QUANDO IREMOS ACABAR COM A ESTABILIDADE DO SERVIDOR PUBLICO?"

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    Marcos eisenschlag

    ± 2 dias

    Pedro Menezes, sua analise esquece de levar em conta que NENHUM dos paises que voce comparou tem MAIS DE 55% de mao de obra na economia INFORMAL como e' o caso do Brasil, que nehum possui FGTS que nao e' considerado imposto mas e' um dinheiro que fica retido e remunerado a peido ate que vire po'. Ou seja, Guedes esta certissimo em tentar desonerar a folha de pagamento e tentar diminuir essa proporcao absurda de informalidade. Por outro lado nao vemos NENHUMA iniciativa para coibir os penduricalhos que a casta publica tem e que EVADEM O IR, como auxilio moradia, auxilio educacao, auxilio etc...

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    João Luiz Mauad

    ± 2 dias

    Querer não é poder. O problema brasileiro é que tem uma carga tributária completamente desproporcional ao nível de renda. Por exemplo, a faixa de isenção do imposto de renda nos EUA é, em média, de 18% da renda mediana. Já no Brasil, a faixa de isenção do imposto de renda é de R$ 2.000, ou 2,4 vezes da renda mediana. Se fôssemos replicar a estrutura do imposto de renda dos EUA, a faixa de isenção deveria ser de meros R$ 136,00/mês – o que seria politicamente inviável.

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  • A

    André PC

    ± 2 dias

    Engraçado que no começo do artigo foi dito que "É melhor comparar o Brasil com os não-europeus da OCDE." Desse modo, o Brasil paga muito imposto. No final do artigo toda a base comparativa foi com os países europeus da OCDE e chegou-se a conclusão que pessoa física deve pagar mais imposto. Ou seja, não há bom senso e não segue uma linha lógica de raciocínio. É a mesma coisa com relação a equiparação salarial dentro de uma empresa. O que ganha menos quer que o que ganha mais, passe a ganhar menos...coisas do Brasil.

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    Rodrigo

    ± 2 dias

    Pedro Menezes, não seja estatista. O que tem que diminuir é o Estado. Aumentar impostos, pff! Era só o que me faltava!

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  • E

    Eduardo

    ± 2 dias

    Isenção para renda até R$ 4000. Alíquota de 15% para renda entre R$ 4000 e R$ 6000. A partir dai um aumento de alíquota de 4% para cada incremento de renda de R$ 3000. Chegaríamos a uma alíquota de 35% para quem ganha mais de R$ 21.000. Alíquota única de 40% para quem ganha mais de R$ 25.000. A elite do funcionalismo, beneficiada pela estabilidade, teria que contribuir muito mais. Fim do FGTS e outros penduricalhos da folha de pagamento. Diminuição da tributação sobre bens e serviços. E, óbvio, um corte expressivo no tamanho do Estado.

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  • W

    WILSON MUGNAINI

    ± 2 dias

    No que diz respeito a impostos, qualquer comentário sobre percentuais de PIB, comparações com outros países e outros que tais, com "trocentos" gráficos comparativos são inúteis! O que conta, realmente, é de que forma e onde os impostos cobrados são aplicados e, ainda mais, como é o processo de cobrança: simplificado? complexo? Tudo bem.... aumentar a carga tributária sobre a pessoa física. Isso já não foi feito sobre a classe média nos últimos anos com a não correção da tabela do IR? Ora, me poupem os críticos de obras feitas!

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  • M

    mezz

    ± 2 dias

    TEU CU

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    William Bones

    ± 2 dias

    Excelente análise, profunda, realista e sem qualquer viés Pedro Menezes. Parabéns.

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  • F

    FERNANDO MARCO RODRIGUES DE LIMA

    ± 2 dias

    Depois destes "jornalistas" lacradores que infestaram a Gazeta do Povo, decidi que vou cancelar minha assinatura.

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  • A

    André

    ± 2 dias

    Parabéns pelo artigo! Muito boa a iniciativa de escrever sobre esse tema, com dados e comparações com outros países.

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  • J

    JAIME

    ± 2 dias

    Nossa senhora, entre imposto de renda e previdência já vai quase metade do salário, fora os milhares de outros impostos que se deve pagar diariamente; os poucos que pagam religiosamente imposto neste país serão de novo os mais prejudicados!

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    Mauricio C P de Nobrega

    ± 2 dias

    Isso é sério ?

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  • A

    André PC

    ± 2 dias

    Muitos criticando os que trabalham como PJ. Muitas das vezes, a única forma de se conseguir trabalhar nos dias atuais, é através de contrato PJ. Não é "culpa" do trabalhador.

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    1 Respostas
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      Marcos eisenschlag

      ± 2 dias

      E' da tal grande "PROTECAO DA CLT" ....tao aclamada por sindicatos e Justica do Trabalho que de tao protetiva que e', obriga a maioria da mao de obra do Brasil a trabalha por fora dela.

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    Alexandre Alves

    ± 2 dias

    No final das contas, você só propõe mudar a fonte dos recursos para manter um Estado gigantesco, Estado que se tornou finalidade, não meio. Que lógica há em discutir a forma de cobrar impostos quando o problema é a queda inevitável no buraco negro que é a máquina estatal? Eu, como PF, pago meus impostos em dia, sem possibilidade de sonegação. Quanto de imposto escoa pelas brechas do sistema de todos aqueles que podem esconder seus gastos e lucros? Efetivamente, nós PF, já pagamos o seu extra de IR! Você não levou em conta a taxa efetiva, apenas a nominal!

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  • A

    André PC

    ± 2 dias

    Imposto, de qualquer tipo, é roubo!

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    2 Respostas
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      André PC

      ± 2 dias

      Marcelo Santos: Mal necessário pra que?

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      Marcelo Santos

      ± 2 dias

      Não fale besteiras..... aponte alguma nação do mundo que existe sem impostos..... eles são um mal necessário. Se justos e bem empregados podem trazer benefícios enormes para a sociedade.... o problema é como são 'gerenciados' aqui em terras tupiniquins....

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  • M

    Marcelo Santos

    ± 2 dias

    ....continuando. Nos proporcionem escola pública DE QUALIDADE, saúde pública DE QUALIDADE, segurança pública que não nos obriguem a pagar fábulas de taxas de condomínio para poder dormir em paz, e aí sim venha querer nos comparar com países que cobrar mais IR do que o Brasil. Nós, pessoas físicas, gastamos infinitamente mais do que os cidadão desses outros países para manter o mesmo padrão de vida.... sua comparação é totalmente sem sentido e segue pelo caminho sempre usado pelos Governos. Fazer o mais fácil.... tira das pessoas físicas que não tem erro.... sai do salários dos troux*as mesmo e ninguém pode fazer nada..... lamentável....

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  • M

    Marcelo Santos

    ± 2 dias

    Meu amigo colunista, você deve estar com algum problema de discernimento.... Os ÚNICOS que pagam impostos religiosamente em dia, e sem sonegação, são as pessoas físicas, os assalariados, que não tem como dar jeitinho, postergar, etc....o IRPF sai do salário direto.... diferentemente de PJs e etc que tem mil maneiras para abater aqui e ali, PFs podem abater valores ridículos de educação por dependente (imagino que você saiba quanto custa a anuidade de uma escola em comparação ao que o leão deixa a gente abater)...agora querem tirar a dedução com despesas médicas.... isso é um absurdo.... e você ainda vem falar em aumentar IR de PF??? Você está louco? continua....

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  • S

    sandro andres

    ± 2 dias

    Quem sonega é quem recebe salário como pessoa jurídica, profissional liberal, médicos, dentistas, advogados, etc... que montam escritórios, clínicas, empresas e contabilizam até as despesas de barzinho para reduzir o lucro. Se acabar com essas mamatas já sobra dinheiro para desonerar a folha de pagamento.

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  • G

    Gustavo

    ± 2 dias

    Inpostos como( pis,pasep,confins,ipi,iss,icms) deveriam deixar de existir

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  • G

    George Orwell

    ± 2 dias

    Se tivéssemos o nível de vida (saúde, educação, segurança pública, e em todas as demais áreas), até poderia ser... Caso contrário, não passa de desejo de empresariozinho para pagar menor imposto, em detrimento da classe média...

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    • G

      George Orwell

      ± 2 dias

      Complementando: "Se tivéssemos o nível de vida (saúde, educação, segurança pública, e em todas as demais áreas)" equivalente ao dos países da OCDE...

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 2 dias

    Podia aplicar o mesmo princípio do Imposto de Renda na conta do bar. Verifica-se o contracheque de cada um e a conta seria dividida proporcionalmente à renda. Assim, os “ricos” pagariam a cerveja dos “pobres”. O único risco seria os ricos desistirem de comparecer ao bar, uma vez que sempre são extorquidos lá. E com sucessiva evasão dos mais ricos, no final a esquerda conseguiria mais uma vez o mesmo resultado de suas políticas: igualdade na miséria.

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    Marcelo

    ± 2 dias

    Desconfio que o tal articulista deve receber como pessoa jurídica, assim fica no melhor dos mundos, recebe como pessoa jurídica, porém sem ter que arcar com os diversos encargos de uma empresa que produz e ainda tem tributação menor no IRPF. Assim fica fácil fazer análise econômica

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 2 dias

    Se o imposto de renda é tão justo, por que não aplicar o mesmo princípio na taxa de condomínio ? O síndico iria exigir os dados completos de todos no prédio, com contracheques e lista de bens (seria preciso contratar ajudantes para a análise, lógico). A taxa de condomínio seria cobrada de forma proporcional à renda de cada um. Assim, os mais trabalhadores e econômicos pagariam muito, outros pagariam pouco, os desocupados nada pagariam. Essa é a “justiça” da esquerda, pois os ricos estariam sendo punidos por seu sucesso. Um sistema imoral e invasivo. O certo é todos pagarem a mesma coisa, pois usam igualmente as áreas comuns, com variações apenas pelo nível de consumo (de água, gás, luz).

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 2 dias

    O imposto de renda é confiscatório e pune as pessoas simplesmente por serem ricas. O imposto justo é sobre bens e serviços, pois se aplica igualmente a todos. As pessoas não devem ser divididas em ricos e pobres, mas sim tratadas com isonomia oelo Estado. O “pobre” deve pagar o mesmo imposto do que o “rico” quando compra algo. O rico vai acabar pagando mais impostos porque consome mais, O imposto de renda é injusto e extremante complexo, além de invasivo. O Estado não deve saber quanto cada um ganha. O imposto de renda não deveria existir, é um risco enorme ao cidadão. A desigualdade é natural, quem trabalha mais e melhor deve ser mais rico mesmo.

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  • F

    Francisco Krupa

    ± 2 dias

    Uma pessoa que ganha 2.000 reais pagar IR é ridículo. E ainda querem aumentar. Aumentar para PF é fácil. Não pode sonegar. Além do que o dinheiro arrecadado é mal gasto, des*****, roubado . Os que mais se beneficiam são os políticos com suas mordomias .

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  • R

    Roberto Strazzabosco

    ± 2 dias

    Que é isso, Pedro? Fumou maconha estragada? A pessoa física é a que maid - se não a unica - a pagar imposto neste país! E vc quer destruir a classe média, que já pafa 2 x por tudo? Francamente!

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  • M

    Melk Scardini Kaiser

    ± 2 dias

    Desoneração de bens e serviços pode favorecer os mais pobres, é certo. Mas, qual a chance dos Estados, a maioria já falidos, aceitarem abrir mão de suas fontes de receita para depender, ainda mais, de repasses federais?

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  • P

    PT NUNCA MAIS

    ± 2 dias

    É fácil defender aumento de impostos para outros. Jornalistas se beneficiam da pejotização, pagam menos impostos do que deveriam. Uma boa reforma tributária tem que igualar a tributação dessas "empresas" com a tributação das pessoas físicas. Tem que acabar com esses privilégios. Todos não são iguais perante à lei?

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    • P

      Pedro Malazartes

      ± 2 dias

      Você sabia? Antes do governo militar jornalistas e professores não pagavam imposto de renda.

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  • P

    PT NUNCA MAIS

    ± 2 dias

    É fácil defender aumento de impost

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  • D

    Diego Neves

    ± 2 dias

    O problema de algumas análises é que se considera friamente os números e porcentagens nas comparações a outros países, como os desenvolvidos. Mas tem um fator-chave aí: o poder aquisitivo já ridiculamente baixo da população. É complicado usar como base um país que cobra mais IR, mas, além de impostos muito mais brandos sobre bens e consumo, tem uma população com médias salariais absurdamente mais altas. O Estado precisa desinchar. Ponto.

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  • N

    Nelson Correa

    ± 2 dias

    Empresas não pagam impostos. São só canais de repasse de impostos cobrados dos cidadãos para o governo.

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    Paulo Afonso Pasquotto de Lima

    ± 2 dias

    Tem é de fechar /vender todas as estatais, demitir metade do serviço público, fechando autarquias que não servem para nada. Eliminar privilégios e subsídios ai começar a pensar em elevar impostos sobre quem sustenta essa *******a classe média

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  • R

    RAFAEL

    ± 2 dias

    Tem razão. Existem muitas distorções na cobrança do IR que deveriam ser retiradas, tornando o sistema mais justo. E urge a desoneração de bens e serviços, que é mais cruel quanto menor a renda da pessoa.

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  • C

    Cabelo

    ± 2 dias

    Típico do colunista que não tem ibope, e busca assuntos polêmicos pra aparecer, que dó de pessoas assim

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  • C

    Conan

    ± 2 dias

    Perdi tempo lendo essa booosta de texto; mais um q quer aumentar IR da pessoa física e diminuir imposto de empresário pq é cenepejotista; pais de *******a, imprensa de merrda, políticos de *******, jornalistas de meeeerddda. Cansei; chega de ler *****aaa do governo etcetcetc

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  • N

    Neanderthal

    ± 2 dias

    A pessoa física já sofre sofre demais no Brasil!

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  • J

    Junnior_

    ± 2 dias

    Triste discutir tributar uma base de remuneracao proxima do chão e obter tão pouco pelo que é pago. Nada basta para o glutao.

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  • C

    Carlos Feliz

    ± 2 dias

    Achar que a desoneração da folha vai criar empregos é uma bobagem. Empresários só contratarão se houver necessidade de aumento de produção em função do aquecimento das vendas. Desoneração dos bens de consumo e dos serviços, isso sim gera empregos de forma consistente.

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