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O filme Argo (foto), indicado ao Oscar 2013 em sete categorias, conta a história de uma operação da CIA, a inteligência americana, para resgatar um grupo de norte-americanos presos no Irã do fim dos anos 70, quando o país vivia a Revolução Islâmica, e ocidentais não eram bem-vindos (muito menos ocidentais dos Estados Unidos). A reportagem que inspirou o roteiro do filme saiu na revista Wired, escrita por Joshuah Bearman. O editor do texto, Nicholas Thompson, aceitou escrever para a New Yorker contando o que é fato e o que é ficção no filme dirigido por Ben Affleck. Há, por exemplo, uma sequência longa e muito tensa em uma feira de Teerã – ela é totalmente inventada. “Assim é Hollywood. Brisas viram furacões, paz se torna pandemônio, James Taylor se transforma em James Bond”, escreveu Thompson.

Jogos cibernéticos

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Depois que uma empresa responsável pela segurança de computadores, chamada Mandiant, mostrou documentos que praticamente provam que hackers chineses trabalhando para atingir empresas americanas o fizeram a partir de edifícios do governo da China, os “jogos cibernéticos” viraram um assunto importante na imprensa e no governo dos EUA. Em editorial, o jornal The New York Times diz que o episódio deve alimentar não só os esforços para melhorar a segurança dos computadores americanos, mas precisa também impulsionar os diálogos do presidente Barack Obama (foto) com o governo chinês. A China desconversou e autoridades disseram “não entender” como o tal relatório pode ser defensável, pois os ciberataques são “anônimos e transnacionais”.