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“Lindinhas”: pegue seu equilíbrio e sensatez e sente no banquinho

  • 14/09/2020 14:11
A reação ao filme Lindinhas mostra que ninguém aguenta mais a pressão progressista. Mas lutar a guerra cultural ainda é uma questão de escolha.
A reação ao filme Lindinhas mostra que ninguém aguenta mais a pressão progressista. Mas lutar a guerra cultural ainda é uma questão de escolha.| Foto: Divulgação

Eu não vou escrever sobre “Lindinhas”. Eu não vou escrever sobre “Lindinhas”. Eu não vou escrever sobre “Lindinhas”. Bom, eis-me aqui escrevendo sobre “Lindinhas”. E tudo por culpa do meu colega Francisco Escorsim, que cometeu a ousadia de ir contra o senso comum (ou será que ele foi contra o bom senso?) e dizer que o filme tem uma mensagem de valorização da infância, e não de erotização precoce, como se alardeia por aí desde que o trailer e o cartaz surgiram, escandalizando legiões.

“O filme deveria ser assistido antes de ser criticado”, escreve Escorsim o óbvio que não mais ulula. Argumento com o qual tendo a concordar. Por outro lado, não é preciso ser muito perspicaz (não sou) para notar que estamos culturalmente conflagrados, por assim dizer. Há décadas os progressistas impõem, sobretudo por meio de obras de audiovisual, de mais fácil alcance, uma pauta que não raro entra em conflito com valores muito caros à sociedade. Esperar que essa mesma sociedade, que se sente ameaçada no que ela tem de mais profundo, vá reagir com tolerância seria um tanto quanto ingênuo de minha (nossa?) parte.

O caso mais recente desse embate entre tolerância, aceitação e o tal fazer artístico é justamente o filme “Lindinhas”. Até onde o trailer do filme me deixa ver, trata-se de mais uma narrativa de libertação da mulher, ou melhor, das meninas que se veem de repente transformadas em mulheres – objeto, portanto, do desejo masculino. A fim de se tornarem mulheres livres e sexualmente independentes, as meninas têm de superar os obstáculos de sempre, isto é, o conservadorismo da sociedade patriarcal e aquele blá blá blá todo a que estamos acostumados.

Se não é nada disso, pouco importa. Parece ser isso – e parecer é o que basta no ambiente atual. Cansadas de serem afrontados pela pauta progressista que tenta normalizar aberrações como a pedofilia, as pessoas não estão interessadas em consumir este filme (nem um clássico absoluto como “Lolita”, de Nabokov) a fim de descobrirem, lá no final, que estavam erradas. Que era tudo uma metáfora muito sutil para falar da importância de se preservar a infância e de não transformar meninas em objetos sexuais.

Isso sem falar na predisposição ao conflito que é muito próprio do nosso tempo. O copo está sempre por transbordar. E, para usar o lugar-comum que na voz do Chico Buarque viraria “genial”, mas que é só um lugar-comum mesmo, qualquer coisa pode ser a gota d’água.

Autossacrifício

Outra questão envolvendo as reações ao filme “Lindinhas” é o quanto você está disposto a se autossacrificar pelo bem da Verdade, independentemente dos conflitos culturais ao seu redor. Isto é, independentemente de o progressismo ter esticado demais a corda, a ponto de nos obrigarem a engolir causas moralmente questionáveis. Estão aí Jonathan van Ness e Desmond que não me deixam mentir.

E, já que estamos falando de filmes, talvez seja o caso de evocar aqui duas obras-primas que falam desse autossacrifício que vai muito, muito, muito além da popularidade nas redes sociais: “Uma Vida Oculta”, de Terrence Malick, e “Silêncio”, de Martin Scorsese. Ambas falam de homens que se negam a lutar não por covardia, e sim por uma coragem que nos parece inalcançável. E é mesmo, porque desde que acordamos até a hora de dormir nos vemos imersos nessa cansativa e inútil guerra cultural.

O que noto, cada vez mais, é certa ojeriza por quem se recusa a lutar essa luta da forma convencional. É preciso se mostrar sempre contra ou favor. Pior, muito contra ou muito a favor. O equilíbrio e a sensatez, por incrível que pareça (a mim me parece), viraram defeitos de caráter. Cobramos de quem na guerra cultural busca certo distanciamento racional, quando não compassivo, a volúpia belicista do conflito comum. E, assim, xingamos, ostracizamos, repreendemos, condenamos e até cancelamos aqueles que agem como um soldado que, no calor da batalha, e honradamente, se recusa a atirar no inimigo rendido.

Isso é sintoma de algo antigo, antes mesmo da Escola de Frankfurt e excrescências do gênero, e que Alan Jacobs aponta no muito citado (por mim) The Year of Our Lord 1943: Christian Humanism in an Age of Crisis [O ano de Graça de 1943: humanismo cristão numa era de crise], sem tradução para o português ainda. O livro, que recomendo entusiasmadamente, fala da postura dos intelectuais católicos (T. S. Eliot, Auden, Simone Weil, entre outros) na Segunda Guerra Mundial – mais especificamente naquela fase em que os nazistas pareciam invencíveis. “Se tudo é uma questão de opinião e todos têm direito a dar sua opinião, a força se torna a única forma de resolver diferenças de opinião”, escreve Jacobs.

Usar ou não essa força é uma escolha de cada um.

Banquinho

Diante da ousadia de dizer que “Lindinhas” não era nada disso que vocês estavam pensando, muito pelo contrário, Escorsim foi aconselhado por um amigo internauta a “se sentar no banquinho”. Eu, que sou velho e não conheço essas gírias de jovens, fiquei imaginando que o conselho era uma versão recauchutada da velha ideia de mandar os alunos com, digamos, recursos intelectuais limitados para o cantinho da sala de aula.

Aí me ocorreu que talvez a expressão tenha a ver com algo menos agressivo. Para testar a minha hipótese (e como estava à toa na vida), foi o que fiz: peguei um banquinho e o que me resta também de equilíbrio, sensatez, parcimônia, distanciamento e todas essas coisas que hoje são reprováveis, e fui me sentar à rua, para ver a marcha dos insensatos passar.

E o que vi foi a banda cantando não coisas de amor, e sim palavras de ordem e slogans cuidadosamente criados por uma equipe de publicitários. Um grupinho mais afoito falava em guilhotinas. Mas não tive medo. Porque realmente acredito no adágio de que tudo isso também passará.

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Comentários [ 23 ]

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    Guilherme Milone Silva

    ± 8 dias

    Paulo, a questão sobre este filme foi muito bem sintetizada por Andrew Klavan no seu programa de ontem. Ele menciona um grande amigo, escritor como ele, que era fã de carteirinha do livro Lolita de Nabokov - mencionado no seu artigo. Ao ser convidado para escrever o roteiro de mais uma adaptação para o cinema - ao contrário do filme de Kubrick, este seria filmado com uma atriz mirim - simplesmente recusou. Disse ele: "ao levar o texto para as imagens, o que era implícito, vira explícito e se torna pornografia. Portanto, a diretora pode falar o que quiser, mas o filme dela é pornográfico e abusa de jovens de 11 anos, as submetendo a cenas deploráveis.

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    Paulo Henrique

    ± 8 dias

    Estou com sorte. Ontem a Gazeta do Povo censurou um trecho de uma letra de música do Chico Buarque, hoje deletou um comentário meu absolutamente tranquilo, que era mais ou menos assim: Neste vídeo https://youtu.be/EGNWM2OQdxE (vídeo público e sobre o tema desta matéria, em conformidade com os Termos de Uso da GP) encontrei um resumo acachapante do filme: “It's basically an hour and a half of kids dancing inappropriately while the camera zooms in on their body parts. … basically pedo stuff”. No vídeo há algumas cenas rápidas do filme com uma tarja preta sobre o conteúdo inapropriado. Pouco provável encontrar boa intenção nisso, mas ainda que haja alguma, os fins não justificam os meios.

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    FRANCIELY

    ± 8 dias

    Minha pergunta, como mulher (heterossexual e cromossomicamente feminina) é: até onde nós realmente precisamos ser libertadas? Eu estou cansada de ver micros exemplos serem explorados até o ponto de isso se tornar uma verdade indiscutível. esse filme é um desfavor para toda a sociedade. Já se passou o tempo de ser machista ou feminista, nós só precisamos ser seres humanos. Homens e mulheres sempre foram diferentes e vão continuar sendo. Só não pode faltar o respeito.

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    Wendell

    ± 8 dias

    Não gosto de drama. Posto isso, procuro educar minhas filhas seguindo a ciclo normal de amadurecimento de cérebro infantil. Em outras palavras, deixando criança ser criança. Jamais submeteria a elas qualquer salto de etapas. Criança não namora, criança não sensualiza, criança veste roupas de criança. Eu crio as minhas assim... Cabe aos país decidirem como querem educar seus filhos.

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    Meg Litton

    ± 8 dias

    Pessoas comentando o texto do Paulo sem ter lido o texto do Francisco nem assistido o filme: lamentável!!!

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    Carlos Pinaffi

    ± 8 dias

    Paulo , sem medo de errar : Tudo que vem desta geração ligada a arte que cresceu mamando as tetas do governo , não tem conteúdo que preste.Por isto , Zero dinheiro público para lixo, querem fazer arte , vai conseguir financiamento e trabalhar para ver o quanto dói as costas. Abraços

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    J. MOACIR

    ± 8 dias

    sem afirmar nada , apenas perguntando : Será que o filme - de forma falsamente glamurosa - não expõe a realidade de parte de nosso pais, onde as meninas se iniciam sexualmente entre 9 e 11 anos ? Será que o filme não expõe a realidade de incentivo a cleptomania de crianças? Estive recentemente numa - grande - capital do Nordeste e vi adultos se utilizando de crianças para pequenos furtos e - pior - meninas ( 11 12 anos ? ) se prostituindo a ceu aberto. Triste realidade...

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    Paulo Santos

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    Desculpa minha ignorância, mas não entendi nada do seu texto.

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      rdi

      ± 8 dias

      Não tem mesmo pé nem cabeça. Critica o filme pelo que ele pode ser mas diz que está errado quem critica ou defende. Fala que estamos em guerra mas que vai sentar no banquinho e esperar pq daqui a pouco passa. Esnoba o Chico Buarque pra depois citar Chico Buarque. Sei lá... Não entendi nada tbm.

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    • M

      Meg Litton

      ± 8 dias

      Paulo: leia o Paulo Escorsim e, de quebra, assista ao filme Lindinhas, disponível na Netflix (que, aliás, foi quem causou toda esta polêmica)...

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      Meg Litton

      ± 8 dias

      André: deveria ler o último texto do Francisco Escorsim...

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      André

      ± 8 dias

      Realmente, um texto extremamente confuso e não direto...

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    João Teixeira Pires

    ± 8 dias

    Quem procura ponderar e avaliar os dois lados de uma discussão é taxado de "ficar em cima do muro" e de indeciso, isso para ficar na atribuição de adjetivos mais educados.... Parece não haver tempo para alguém pensar: tem que se posicionar (em algum extremo) e rápido! E assim segue o jogo, cada um entrincheirando-se individualmente para uma guerra que parece sem fim próximo.

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    Mauricio França Del Bosco Amaral

    ± 8 dias

    Você é muito bom!

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    Marcos Ctba

    ± 8 dias

    logo vai ter 50 tons de cores infanto juvinil , para desfrute dos pedófilos apreciadores do filho dos outros

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  • D

    Destemido

    ± 8 dias

    Esse filme é mais um lixo despejado pelo. Streaming cada vez mais política-Idiotamente correto. Não gasto meu tempo com isso.

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      Meg Litton

      ± 8 dias

      Você ASSISTIU o filme??????

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  • A

    ALEX

    ± 8 dias

    Lamentavelmente, este artigo simplifica o debate. A questão não é saber se "Lindinhas" termina com uma mensagem que condena a superexposição do corpo feminino ainda antes da maturidade sexual. A questão é saber o que é exposição de um fato e o que é exploração do mesmo fato. Ninguém precisa ver uma hora e meia de exposição dos corpos de adolescentes para, afinal, concluir que a mesma exposição é maléfica para quem se expõe e para quem vê a exposição. O filme de fato não tem uma mensagem progressista, mas, no afã de mostrar o mundo como ele é, acaba contribuindo para a desmoralização preconizada pelos progressistas.

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    Paulo Henrique

    ± 9 dias

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    SERGIO RODRIGUES MARTINS

    ± 9 dias

    Não perco meu tempo com porcarias do tipo!

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    Ivan S Ruppell Jr

    ± 9 dias

    Penso que o primeiro parágrafo e a colocação de que se torna irreal aguardar a conclusão de um filme que se utiliza do erotismo infantil de meninas de 11 anos, para tentar expor críticas a essa situação; é o coerente pensamento do colunista. Também seria válido aguardar um pouco pra avaliar as questões, antes de sair pra ditar palavras de ordem; mas não entendo que dá pra fazer isso se o tema são meninas de 11 anos expostas eroticamente no filme "Gracinhas"; que se tornou Lindinhas pra diminuir a contradição de um enredo ruim sobre uma situação horrorosa, que é a Pedofilia.

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  • D

    DENISSON HONORIO DA SILVA

    ± 9 dias

    Sinto dizer-lhe que as coisas não passarão como a banda pode sugerir. O filme até bem feito, mas a desculpa de que faz uma defesa da menina em se transformar em mulher não cabe, absolutamente. Principalmente, quando coloca um religião, islamica, como opressora da mulher. Visão preconceituosa e estulta. Fiquei com raiva em ver os tais valores ocidentais e cristãos pretensamente superiores. O que talvez se salve no filme é mostrar a perda da infância por erotização precoce. Teria sido mais feliz em explorar bullying nas escolas para os que são de diferentes culturas. No afã de criticar pode ter sido isso sim uma forma amenizar essa desgraça da pedofilia. Fiquemos atentos.

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  • N

    Nigro

    ± 9 dias

    Brilhante, adorei.

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