Ao contrário de muita gente, para quem jogador de futebol é um privilegiado (“faz o que mais gosta e ainda por cima recebe salário e bichos”), Natureza Morta dá todo o apoio, como torcedor, à rebelião de boleiros contra o calendário de 2014. Completamente achatado, virou mais um moedor de carne.

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Beronha, nosso anti-herói de plantão, confessa que, “com toda a justiça e procedência” (sic), nunca passou de um consagrado (sic) cabeça de bagre. Mesmo assim, igualmente aplaude a revolta:

– Ao contrário da Europa, clubes brasileiros têm em média 12 dias de pré-temporada. Nem todos. O Palmeiraço, por exemplo, teve apenas 10 – disparou, para espanto de Natureza e do professor Afronsius.

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Hora de repensar

Preocupados com a possibilidade de que se perca a chance de remodelar o futebol brasileiro, professor Afronsius, Natureza e Beronha endossam plenamente as declarações de Rogério Ceni, conforme o noticiado pela BBI – Briosa, Brava e Indormida Imprensa.

Empenhado na luta de um grupo de jogadores por melhorias no calendário, o goleirão afirma que é preciso repensar a forma de fazer o futebol brasileiro, porque ficamos para trás.

E acrescentou que de uma reivindicação em causa própria, posto que não deverá ser beneficiado, já que pretende se aposentar no fim do ano.

O contrato de Rogério Ceni vai até dezembro e tudo indica que não vai querer renovar. Mesmo assim, integra o grupo que vem recebendo cada vez mais apoio para arejar a administração da CBF.

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Nos dois casos, boa sorte. E sorte para o futebol brasileiro. Chega de engazopação, exploração e a política de bola pro mato. Como se isso ganhasse campeonato.

ENQUANTO ISSO…