
Pouco antes das recentes eleições os editores me pediram uma história em quadrinhos para publicar num edição especial que o jornal lançaria sobre o assunto.
Mandei a primeira versão e eles não gostaram. O argumento era que a história estava pesada demais, pessimista demais. Eles tinham razão. Produzi outra – não digo mais leve, mas ao menos capaz de fugir da armadilha do discurso derrotista de “pior do que está não fica”. Abaixo as duas histórias. Primeiro a que foi publicada. Depois a que ficou inédita.
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O último quadro tá em branco porque seria inserido algum texto ali que não me lembro qual era.
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