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Trégua do bem

Entidade agro compra briga do Greenpeace contra frotas de ônibus

Segundo a Abiove, troca dos combustíveis fósseis pelos renováveis melhora a qualidade do ar e reduz internações hospitalares; 12 mil mortes poderiam ser evitadas, diz Greenpeace

  • PorDa Redação
  • 20/09/2017 16:32
Em 2015, a quantidade total de GEEs no país foi de 1,927 bilhão de toneladas conforme a ONG Observatório do Clima. | ANTONIO COSTA/ANTONIO COSTA
Em 2015, a quantidade total de GEEs no país foi de 1,927 bilhão de toneladas conforme a ONG Observatório do Clima.| Foto: ANTONIO COSTA/ANTONIO COSTA

Muitas vezes em lados diferentes quando o assunto são políticas que envolvem o meio ambiente, desta vez o setor agropecuário e o Greenpeace, uma das principais entidades ambientalistas internacionais, parecem ter a mesma opinião: o motivo é a defesa pela maior adoção do biodiesel nas frotas de ônibus, sobretudo em grandes centros urbanos.

A Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) divulgou um comunicado apoiando o protesto do Greenpeace contra a emissão de CO2 (o dióxido de carbono ou gás carbônico) pelo transporte coletivo em São Paulo, no início da semana.

Segundo o Greenpeace, a adoção de combustíveis renováveis na frota de ônibus de São Paulo pode evitar 12,7 mil mortes nos próximos 33 anos.Divulgação/Grennpeace

Segundo a Abiove, a substituição dos combustíveis fósseis pelos renováveis melhora a qualidade do ar, ao mesmo tempo em que reduz internações hospitalares e a taxa de mortalidade.

“Entidade representativa do setor de biodiesel, a Abiove tem conclamado as autoridades paulistanas a cumprirem a Lei Municipal nº 14.933, de 2009. Essa legislação define que os combustíveis renováveis para transportes são variáveis-chave para a melhoria da qualidade do ar e o combate ao efeito estufa como instrumentos dessa política [determinando que a partir de 2018 toda a frota municipal seja abastecida com 100% combustíveis renováveis]”, afirma a nota.

“A principal evidência dos benefícios do uso de biodiesel na frota paulistana de ônibus é que a substituição de diesel fóssil por esse biocombustível pode reduzir as emissões de CO2 em até 70% e, também, diminuir a presença de hidrocarbonetos e de material particulado na atmosfera. Há necessidade de redução desses elementos para a melhoria da qualidade do ar e da saúde da população”, acrescenta o comunicado.

Ainda de acordo com a associação, desde que o biodiesel passou a ser usado no Brasil, em 2005, aproximadamente 50 milhões de toneladas de gases do efeito estufa (GEEs) deixaram de ser lançados na atmosfera. Em 2015 (último dado disponível), a quantidade total de GEEs no país foi de 1,927 bilhão de toneladas conforme a ONG Observatório do Clima. Os biocombustíveis fazem parte da estratégia brasileira para cumprimento das metas do Acordo de Paris de mudanças climáticas.

A nota da Abiove termina citando um estudo do Greenpeace e do Instituto Saúde e Sustentabilidade, que, segundo a entidade, revela que a adoção de combustíveis renováveis na frota paulistana de ônibus pode evitar 12,7 mil mortes nos próximos 33 anos. Nesse período, a poluição atmosférica terá um custo aproximado de R$ 54 bilhões se nada for feito para diminuí-la. “A indústria de biodiesel tem plena capacidade técnica e industrial para atender às necessidades de São Paulo de ampliação do uso de biodiesel em toda a frota municipal de ônibus.”

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