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Foto: Renault/ Divulgação
Foto: Renault/ Divulgação| Foto:

A Renault apresentou na Índia a primeira atualização do Kwid. E confirmou a esperada inspiração na versão elétrica K-ZE, com visual bem ousado. No Brasil ainda é cedo para falar em mudança, uma vez que o subcompacto é um sucesso de vendas, mas é certo que teremos reestilização a caminho em breve.

A aparência do novo Kwid segue a tendência de dividir em duplas o conjunto óptico, solução já usada no Fiat Toro e no Citroën C4 Cactus.

Conjunto óptico dividido em pares, com os faróis principais na porção abaixo. Foto: Renault/ Divulgação
Conjunto óptico dividido em pares, com os faróis principais na porção abaixo. Foto: Renault/ Divulgação

Os faróis principais ficam posicionados mais abaixo, num nicho superdimensionado, enquanto acima, com lentes mais finas, estão a luz diurna em led e as setas de direção, integrados à grade frontal.

O para-choque dianteiro será redesenhado e terá a companhia de uma enorme entrada de ar na parte inferior.

Formato da lanterna permanece, mas ganha iluminação em led e em estilo "C". Foto: Renault/ Divulgação
Formato da lanterna permanece, mas ganha iluminação em led e em estilo "C". Foto: Renault/ Divulgação

As alterações na traseira serão mais pontuais, com o para-choque remodelado e novas lanternas em led com iluminação em "C". As mudanças laterais devem se resumir às calotas redesenhadas e escurecidas.

A versão exibida é a Climber, uma espécie de Outsider, presente no catálogo do carro no Brasil. O visual é mais robusto, com apliques plásticos em volta dos faróis e nas laterais, além das caixas de rodas, que realçam uma aspecto mais imponente. Há ainda detalhes laranja pela carroceria.

Na Índia, o volante é posicionado do lado direito devido à mão inglesa. Foto: Renault/ Divulgação
Na Índia, o volante é posicionado do lado direito devido à mão inglesa. Foto: Renault/ Divulgação

Por dentro, mas tom laranja espalhado, como no Outsider, com a atualização da central multimídia, novos tecidos para os bancos e novo desenho para painel e quadro de instrumentos, que na versão indiana é digital.

Por lá a motorização continua a mesma. O propulsor 0.8, de 54 cv e 7,3 kgfm de torque, e o 1.0, de 68 cv e 9,3 kgfm. Ambas com opção do câmbio manual de 5 marchas e do automatizado Easy-R no 1.0, a mesma transmissão que equipou o Sandero e Logan - e não deixou saudade. No entanto, a alavanca dá lugar a um botão giratório no meio do console central.

Detalhes em laranja espalhados por todo o interior. Foto: Renault/ Divulgação
Detalhes em laranja espalhados por todo o interior. Foto: Renault/ Divulgação

Por aqui, quando a mudança acontecer, deve ser preservada a usina que desenvolve 66/ 70 cv e 9,4/ 9,8 kgfm de torque (gasolina/ etanol). Há a possibilidade, ainda não confirmada, de a Renault trazer a versão elétrica City K-ZE para o Brasil.

Quinto mais vendido no Brasil

A reestilização o Kwid deve manter o subcompacto competitivo no mercado brasileiro. Atualmente, ele é o modelo mais vendido pela Renault e o quinto mais emplacado no país em 2019.

Em setembro o desempenho foi ainda melhor, ocupando a terceira posição (8.826), atrás apenas de Onix e Prisma, da Chevrolet, e desbancando Hyundai HB20 e Ford Ka.

Assim como o modelo atual, o Kwid reestilizado será produzido em São José dos Pinhais (PR). A fábrica brasileira seguirá responsável pelo abastecimento de vários países da América do Sul.

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