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Roteiro: oito lugares para você conhecer em Curitiba

Restaurantes, trattorias, padarias e hamburguerias são os destaques nas oito regiões que têm forte vocação para a gastronomia em Curitiba

por Gazeta do Povo Publicado em 13/02/2014 às 02h
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Quando decidimos criar um guia de restaurantes e serviços para Curitiba, sabíamos que o conteúdo seria extenso e rico. Por isso, nosso projeto é maior que as páginas dessa revista: além das notas que publicamos mensalmente nesta seção, o Geocook também está presente em um aplicativo para smartphones e tablets e no nosso site.

No impresso as dicas mudam a cada mês e são especialmente relacionadas às oito regiões vocacionadas, definidas por uma pesquisa realizada pelo Bureau de Inteligência Corporativa Brain a pedido da Gazeta do Povo. Mas o serviço vai além. Pelo celular, site ou tablet o usuário pode se guiar pela cidade filtrando a busca por restaurantes e bares através de regiões, preço, tipo de comida e geolocalização.

Foi a forma que encontramos para ajudar você a degustar melhor nossa cidade. Aproveite!

 

>>>Sugira um nome: Os nomes das oito regiões delimitadas são provisórios. Você pode ajudar a rebatizá-las: envie sua sugestão para bomgourmet@gazetadopovo.com.br ou escreva nos comentários.

>>>Saiba mais sobre o Geoocook.

 

Confira o roteiro deste mês:

 

Sorvetes para diabéticos

A D’Vicz Sorvetes é uma das mais tradicionais sorveterias de Curitiba e praticamente desde sua inauguração, em 1985, mantém em seu cardápio cinco sabores dietéticos (baunilha, morango, chocolate, leite condensado e menta). Eles são vendidos em porções: um sabor de 100 gramas (R$ 7,50) ou 140 gramas (R$ 9,50) e dois sabores de 170 gramas (R$ 11) ou 250 gramas (R$16).  Os sorvetes podem ser comprados para levar para casa em embalagens de meio quilo (R$ 30) ou um quilo (R$ 60). Na Rua Buenos Aires, 357, Batel – (41) 3044-4915.

 

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Batel Clássico

As opções são tantas no Batel que o bairro foi dividido em duas áreas: a mais próxima da Av. do Batel é onde tudo começou – daí o “clássico” do nome. As famílias tradicionais estão por ali e é onde os principais restaurantes se fixaram. Construções antigas, como o Castelinho do Batel, dão charme e estilo à região.

 

 

Carne e massa em casa

O Maccheroni Trattoria faz entrega de todos os pratos do cardápio para Curitiba inteira. Entre os mais pedidos está o mignon ao molho Chateaubriand (R$ 51 para uma pessoa) – ao molho de aspargos, presunto, ervilha e champignon. O acompanhamento é escolhido entre fettuccine ou espaguete na manteiga, arroz com batata suíça, arroz com batata palha e arroz com batata frita. A taxa de entrega varia de R$ 5 a R$ 15. Rua Manoel Eufrásio, 1.124, Juvevê – (41) 3353-2131. www.maccheroni.com.br.

 

Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Arte Cívico

A área residencial é próxima ao Museu Oscar Niemeyer. Com a abertura de pequenos negócios em casas e prédios menores, a região ganhou nova vida e uma mistura de estilos: do boteco à bier house, da cantina ao bistrô. Tudo com um toque cool e sofisticado.

 

 

Vegetariano ou grill

Dois restaurantes em um mesmo espaço. O Green Land é assim. No primeiro andar o bufê é repleto de iguarias vegetarianas com saladas, pratos quentes, sopas, bolachas, pães e sobremesas. O preço varia de livre, com direito a suco e sobremesa (R$ 18,90) ou por quilo, que custa R$ 32,90. Subindo apenas um andar, os amantes da carne encontram seu espaço. Diariamente são oito tipos de carne, três de arroz, dois de feijão, quatro massas e 23 saladas – por R$ 32,90 o quilo. Na Rua XV de Novembro, 548, Centro – (41) 3322-2132.

 

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Centro Cultural

O nome é fácil de compreender. Por ali, o Teatro Guaíra, um local para a expressão artística; a UFPR, importante para a formação cultural e educacional; a Capela Santa Maria, um capítulo da construção da cidade. Pequenos teatros, galerias e colégios antigos também estão no perímetro.

 

 

Quem quer pão?

A PaniCiello tem pão francês saindo do forno de domingo a domingo. São cerca de três fornadas pela manhã e sete durante a tarde – dependendo do movimento, sai até mais –, o que garante um miolo quentinho e de casquinha crocante a qualquer horário do dia. Com o pãozinho dá para montar um dos 25 tipos de sanduíches sugeridos pela padaria: do pão com manteiga ao x-salada. Av. Manoel Ribas, 5.965, Santa Felicidade – (41) 3372-1248.

 

Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo

Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo

Santa Felicidade

A imigração italiana e sua agricultura formaram a base desta região que hoje é conhecida pela sua via gastronômica, nas avenidas Manoel Ribas e Via Vêneto. O deslocamento de famílias para o almoço nos fins de semana é tão forte que outros setores se instalaram nas ruas antes que se chegue à concentração de restaurantes. É o caso das lojas de móveis e decoração.

 

 

Bolo de queijo sem glúten

Para os celíacos e para os apreciadores de pão de queijo, o bolo de queijo da confeitaria Cheiro de Bolo é irresistível. Este é um dos 19 sabores assados diariamente na loja e é o único salgado. É vendido em dois tamanhos – o pequeno pesa 500 g e o grande, 800 g – e feito com parmesão e apenas polvilho, o que deixa a massa parecida com pão de queijo e isenta de glúten. Como a produção é diária e fica disponível à pronta entrega, é recomendado que se encomende ou reserve por telefone. Rua Augusto Stresser, 1.808, Alto da Glória – (41) 3095-7755.

 

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Cabral Soho

As redes de fast-food que se instalaram nas proximidades da Av. Munhoz da Rocha começaram a criar um fluxo de pessoas. Outros negócios migraram para a região e o polo ganhou restaurantes e lanchonetes para uma refeição rápida, mas com ingredientes Premium e um toque gourmet.

 


Malte e lúpulo na hamburguería

Famoso pelos hambúrgueres, O Barba, bar com temática de pirata, mudou de sede no último ano e aumentou o espaço. Mas além dos sanduíches, a carta de cervejas especiais merece destaque: são mais de 120 rótulos. Para quem prefere chope, são 12 opções que mudam semanalmente, entre pilsen, brown, stout, weiss, apa e porter. Av. Vicente Machado, 578/642, Batel – (41) 3322-7506.

 

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

 

Batel Soho

É o point dos barzinhos, cujo coração é a Praça da Espanha. O nome foi cunhado pela Associação dos Comerciantes da Região da Praça Espanha, que organiza constantemente eventos e feiras gastronômicas na praça. O fluxo de pessoas não para: dia ou noite, em dias comerciais ou fim de semana, a área está agitada.

 

 
 

Pai e filho na cozinha

O restaurante Il Tartufo é coisa de família. Vilson Dussin, autodidata, e seu filho, Vinicius Dussin, fazem compras, pensam no cardápio e executam os pratos juntos. Do primeiro, vem a experiência. Do segundo, as técnicas e o conhecimento de equipamentos novos. Diariamente são 15 opções de salada e 18 pratos quentes. Para Vilson, a mudança nos últimos anos foram pensados preparos mais saudáveis e com mais vegetais e peixes. “Procuramos não ser um restaurante por quilo tradicional”, garante Vilson. Na Rua Mateus Leme, 594, Centro Cívico – (41) 3206-0977.

 

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Foto: Daniel Derevecki/Gazeta do Povo

Centro Histórico

Pequena e boêmia, a região concentra boa parte da história de Curitiba. Foi lá que se construiu a primeira caixa d’água da cidade e onde estão as igrejas mais antigas. A tradicional Feira do Largo da Ordem e o costume dos bares servirem na calçada reforçam: a região é lugar para se gastar sola de sapato.


 

Jantar ao ar livre

O charme da Forneria Copacabana está em cada detalhe da arquitetura modernista da casa, projetada em 1958 por Gerhard Leo Linzmeyer. Mas um dos ambientes se destaca: o deque externo com uma piscina ao redor e tochas acesas à noite. O espaço foi criado pela arquiteta Claudia Pereira e com paisagismo de Wolfgang Schlogel. Para aproveitar o clima quente, a sugestão do chef e proprietário do restaurante, Beto Madalosso, é o Ceviche Copacabana, harmonizado com um espumante seco ou uma cerveja IPA. Na Rua Itupava, 1.155, Hugo Lange – (41) 3363-5565.

 

Foto: Marcelo Stammer/Divulgação

Foto: Marcelo Stammer/Divulgação

Jardins

Cercado por “jardins” (Ambiental, Botânico e Social), a região traz no nome uma característica das ruas: arborizadas e com calçadas largas, um convite para passear. A mistura de gastronomia e boêmia é uma referência e os restaurantes e bares tomaram os arredores da Rua Itupava.

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