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“Nos anos 90, estava na faculdade ouvindo Nirvana”, diz Jack Black

Ator conversou com a Gazeta do Povo sobre o filme “Goosebumps”, séries de tevê e inspirações artísticas

  • PorCristiano Castilho
  • são paulo
  • 21/10/2015 14:15
Ator de “Escola do Rock” também é fundador da banda Tenacious D. | Equi
Ator de “Escola do Rock” também é fundador da banda Tenacious D.| Foto: Equi

Jack Black entra de óculos escuros numa sala de um hotel em São Paulo. Os tira após os primeiros passos, sobe no tablado e começa a fazer poses diversas (aponta para os jornalistas, pula, finge que surfa). O ator, músico e comediante veste uma camisa extra-grande, cuja estampa é a cabeça de um cão rotweiller, uma calça de moletom e tênis pretos. Cruza as pernas antes de responder às perguntas. E as responde (sobre o filme, a carreira, e séries de tevê) com um humor genuíno, que alterna entre o sarcasmo e a autodepreciação:

Em “Goosebumps” você interpreta um escritor (R. L. Stine). Há algum tipo de comparação possível em relação ao papel de Philip Seymour-Hoffman na pele de Truman Capote, também um escritor?

Uma vez uma mulher me disse: “Adoro todos os seus filmes, mas o meu preferido é “Boogie Nights” [de Paul Thomas Anderson, com Hoffman]. Eu disse “obrigado”. São performances diferentes, acho que não tem como comparar. Philip é um dos meus heróis.

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Qual seu personagem mais importante até agora e de onde vem sua inspiração artística? De Hollywood ou do cinema independente?

O papel mais importante foi Berry em “Alta Fidelidade” (2000). Me fez começar de verdade e não precisei fazer mais audições depois disso. Em seguida comecei com minha banda, foi um período muito criativo. Sobre a inspiração: acho que as duas categorias são igualmente importantes. Este é obviamente um filme comercial, mas também me dá satisfação. Por outro lado, gosto de filmes com baixo orçamento porque você precisa trabalhar rápido.

“Escola do Rock” vai virar série?

Sim, haverá uma série de tevê e uma peça da Broadway. E eu não tenho nada a ver com isso, não me mandaram nenhum cheque ainda. Acho injusto...

No começo do filme, seu personagem é sinistro, quase um vilão, mas ele se desfaz aos poucos. Você tem vontade de interpretar um vilão clássico?

Fiz um vilão em um filme que acho que ninguém viu: “A História sem Fim 3” (1994). Eu era muito jovem, isso foi antes de eu achar a minha voz... O Stine é muito antissocial, e só parece uma pessoa má. Na verdade, ele tem dificuldade de se relacionar. Criou muros e monstros para se proteger.

Atuar com adolescentes e fazer filmes para adolescentes é bacana?

Eu fico confortável com isso. O casal protagonista está ótimo e eles são o coração do filme. Sem aquela história de amor, “Goosebumps” não funcionaria. E não há mais filmes assim, assustadores e ao mesmo tempo divertidos.

Já que você fez a voz do Slappy, o principal inimigo de Stein, como seria o Slappy fazendo a voz de Jack Black?

Oh... isso é complicado [Jack fica vermelho]. “Ohhh, sou o máximo. Sou muito bom ator e deveria ir para o Brasil!”

“Goosebumps” fez uma bilheteria gigantesca na estreia nos Estados Unidos. É possível uma continuação, uma franquia?

Você sempre acha que seu filme vai ser popular e que os estúdios vão implorar por uma sequência. Mas vai ser complicado porque usamos todos os monstros de uma só vez. Não sei, o que poderia acontecer? Os monstros escaparem de novo? Ou talvez Stein entre numa briga com J. K. Rowling [autora de Harry Potter]em que ambos escrevem loucamente? Pensando bem é uma boa ideia, não deveria ter dito isso...

Você leu os livros em que o filme se inspirou?

Não conhecia os livros. Nos anos 90, estava na faculdade ouvindo Nirvana.

Qual seu filme de monstro favorito?

O primeiro “Alien” (1979). Não pude dormir por semanas depois que assisti. A boca dentro da boca, argh, foi terrível.

Como é interagir com personagens que não existem, com animações?

É como quando você é criança e inventa coisas ao brincar no jardim. É divertido.

Atualmente você atua no seriado “The Brink”. Que outros assiste? As séries concorrem com o cinema?

O melhor de “The Brink” é que as gravações são em Los Angeles, e aí no fim do dia volto para casa. Acho que o cinema está comendo poeira e que as melhores histórias estão na tevê. Vi “Breaking Bad”, “True Detective” (a primeira temporada, a segunda é horrível), Fargo e aquela famosa série dos dragões...

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