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Flávio repudia fala de aliado, busca apoio das mulheres e tenta reduzir crise no PL

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro repudiou a declaração de Paulo Figueiredo de que mulheres "votam mal" e, além disso, classificou a fala como "completamente equivocada". Durante um encontro com lideranças femininas em Brasília, ele afirmou que o comentarista não integra sua campanha e, por isso, não fala em seu nome. Ao mesmo tempo, disse que se sentiu ofendido pela declaração e, portanto, reforçou seu respeito ao eleitorado feminino. Além disso, reconheceu que a direita ainda precisa melhorar a comunicação com as mulheres e assumiu que essa responsabilidade cabe à própria campanha.

Enquanto isso, a manifestação ocorreu em meio à crise entre Flávio e Michelle Bolsonaro, que deixou a presidência do PL Mulher após divergências internas. Ainda assim, o senador elogiou o trabalho da ex-primeira-dama, afirmou que confia em uma reaproximação e declarou que ela seguirá ao lado do projeto político da direita. Por outro lado, Paulo Figueiredo afirmou que recomendou ao aliado fazer o desmentido público e reiterou que não participa da campanha, embora mantenha apoio à pré-candidatura de Flávio.

Lula usa cúpula do Mercosul como palanque eleitoral e propõe Pix regional

A 68ª Cúpula do Mercosul, realizada nesta terça-feira (30), em Assunção, no Paraguai, serviu como palanque eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que insiste na mobilização do continente sul-americano em torno de pautas econômicas em contraponto ao governo dos Estados Unidos.

Pela primeira vez, o petista se declarou candidato à reeleição em outubro e ainda propôs a expansão do Pix para os países do Mercosul. O sistema de pagamentos brasileiro é alvo direto de críticas do presidente Donald Trump, que argumenta que a tecnologia prejudica empresas norte-americanas no setor financeiro.

EUA anunciam sanções a brasileiros e empresas por supostos vínculos com o PCC

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA anunciou nesta quarta-feira (1º) sanções contra dois cidadãos brasileiros, três empresas brasileiras e uma empresa portuguesa por vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC), considerada a maior organização criminosa da América Latina.

Essa foi a primeira decisão tomada por Washington desde a designação de grupos criminosos sediados no Brasil como terroristas.

Confira outros destaques do Café com a Gazeta do Povo desta quinta-feira (2):

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