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Febraban Bancos Itaú Bradesco Santander
Febraban quer flexibilizar segurança em agências bancárias.| Foto: Gazeta do Povo

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) propôs à Câmara Municipal de Curitiba flexibilizar medidas de segurança em agências bancárias sem caixa de atendimento direto ao público. Entre as propostas está a retirada de portas giratórias em agências de negócios, unidades bancárias que não têm atendimento na boca do caixa. Outras sugestões da Febraban são a alteração do nível de proteção dos coletes à prova de balas dos seguranças e revogação da proibição do uso de celular no interior de agências bancárias.

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A argumentação da federação é de que os assaltos às agências diminuíram nos últimos anos e acontecem normalmente à noite. Além disso, de acordo com a Febraban, as operações em dinheiro nos bancos foram reduzidas com o surgimento do Pix.

O tema foi pauta de discussão na última quarta-feira (23) na Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização da Câmara, que debateu o projeto que trata da alteração do Estatuto da Segurança Bancária de Curitiba. A proposta é de iniciativa dos vereadores Flávia Francischini (PSL) e Alexandre Leprevost (Solidariedade).

O assessor de Relações Trabalhistas e Sindicais da Febraban, Heliomar Santos Junior, argumenta que desde 2018 foram registrados apenas sete assaltos a agências bancárias eme Curitiba. Segundo ele, os caixas eletrônicos possuem diversos dispositivos de segurança capazes de inibir a ação de criminosos.

Sobre a retirada das portas giratórias nas agências de negócios, a Febraban argumenta que os funcionários dos bancos não manuseiam dinheiro nessas unidades, já que a reposição de notas é feita por empresas especializadas no transporte de dinheiro. O diretor setorial da Comissão de Segurança Bancária da Febraban, Pedro Viotto, pondera que o assaltante faz o levantamento prévio do espaço e, constatando que não há manuseio de dinheiro no local, desiste da ação.

O projeto já recebeu um substitutivo geral ao texto original por indicação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora, está no gabinete da vereadora Flávia Francischini para realizar as alterações pertinentes, caso haja necessidade.

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