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Depois de operar em baixa ao longo da maior parte dos negócios, o Ibovespa ensaiou uma virada para o campo positivo ao fim do dia, mas ainda fechou com leve perda. O índice encerrou o pregão com desvalorização de 0,13%, aos 71.735 pontos. O volume financeiro desta jornada atingiu R$ 11,834 bilhões, dos quais R$ 4,87 bilhões partiram do exercício de opções sobre ações.

Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Vale PN subiu 2,76%, a R$ 49,10; Petrobras PN avançou 0,41%, a R$ 26,40; Itaú Unibanco PN teve valorização de 0,53%, a R$ 43,00; BM&FBovespa ON despencou 4,22%, a R$ 14,51; e OGX Petróleo ON caiu 1,59%, a R$ 22,90

No mercado americano, o dia foi positivo para as bolsas. O índice Dow Jones teve alta de 0,73%, aos 11.143,69 pontos, o Nasdaq registrou valorização de 0,48%, aos 2.480,66 pontos, e o S&P 500 subiu 0,72%, para 1.184,71 pontos.

Na Bovespa, a queda de papéis como os da própria bolsa foi contrabalançada pelo ganho da Vale, em dia de exercício de opções. A companhia divulgou um salto de 23,7% na produção de minério de ferro no terceiro trimestre.

Nos EUA, a pauta corporativa se concentrou no Citigroup, cujo lucro melhor que o esperado animou outras ações do setor bancário, justificando a alta das bolsas norte-americanas e do principal índice acionário europeu .

Investidores pouco repercutiram a queda inesperada na produção industrial dos EUA em setembro e a confirmação do nível ainda baixo na confiança das construtoras do país, apesar do indicador ter subido. Os dados reforçaram a expectativa de mais alívio monetário nos EUA.

Da pauta doméstica, destaque para o relatório Focus - que mostrou leve aumento nas previsões do mercado para a inflação neste ano e no próximo - e para o IGP-10, que superou a mediana das estimativas.

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