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Reforma tributária

É CPMF ou não é? O que o novo tributo de Guedes tem em comum com o imposto do cheque

  • 20/07/2020 17:23
  • Atualizado em 21/07/2020 às 10:16
Novo imposto deve incidir somente sobre pagamentos do comércio eletrônico, com base mais restrita do que a da antiga CPMF.
Novo imposto deve incidir somente sobre pagamentos do comércio eletrônico, com base mais restrita do que a da antiga CPMF.| Foto: Pixabay

Depois de mais de um ano de promessas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, parece estar decidido a tirar da gaveta a proposta de reforma tributária do governo federal. No conjunto de mudanças, ao que tudo indica, estará incluída a criação de um imposto sobre pagamentos – uma ideia antiga, que vem sendo gestada dentro do governo desde o início do mandato de Jair Bolsonaro. Não há, ainda, informações definitivas sobre como deve ser o novo imposto. Mas, pelos detalhes que já foram ventilados pelo próprio governo, uma velha pergunta voltou a pairar sobre Guedes: estaria o ministro tentando criar uma nova CPMF? O presidente Bolsonaro garante que não – mas não é o que pensam os tributaristas.

A Gazeta do Povo ouviu seis especialistas em sistema tributário, para entender se o novo imposto é, ou não, uma “CPMF disfarçada”. Todos disseram que, apesar de ser difícil avaliar uma proposta ainda não formalizada, não há como negar as semelhanças entre o que deve ser o novo tributo e o que era a CPMF.

Para fazer a comparação, basta refrescar a memória. Criada em 1996, a CPMF – sigla para Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – incidia sobre a maioria das transações financeiras e era destinada a custear despesas com saúde. Apenas algumas poucas transações escapavam: a compra de ações, a transferência de recursos entre contas do mesmo titular, e o saque do seguro-desemprego e da aposentadoria. A tributação incidia sobre todas as outras movimentações, inicialmente com alíquota de 0,2%. Depois de alguns anos, a alíquota foi elevada para 0,38%. Em 2007, o Congresso decidiu extinguir a contribuição.

Sobre o novo imposto pretendido por Guedes, por sua vez, ainda há poucas informações concretas. O que se sabe, porém, indica para um tributo de mecanismo semelhante ao da CPMF, apenas com uma base distinta: ao invés de incidir sobre todas as movimentações financeiras, a alíquota – que seria de, no máximo, 0,4% – recairia só sobre pagamentos. Há, ainda, a possibilidade de a tributação ocorrer, somente, sobre o comércio online.

Tributação à moda da CPMF pode desestimular pagamentos online

Se o mecanismo do novo imposto é semelhante ao da CPMF, os problemas que vêm com ele também são – e não são poucos. Em primeiro lugar, dizem os especialistas, tributos desse tipo não são neutros, isto é, eles influenciam no modo como a economia se organiza na prática.

“Esse é o tipo de tributo que faz com que as pessoas se comportem de outra forma, o que distorce a atividade econômica. Por exemplo: entre comprar pela internet pagando imposto ou comprar presencialmente, você vai preferir comprar presencialmente”, explica Breno Vasconcelos, professor de Direito Tributário na pós-graduação da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Se incidir somente sobre o comércio eletrônico, assim, o imposto pode impactar justamente o segmento que vem ganhando força por conta da pandemia do novo coronavírus e da necessidade de evitar aglomerações. “Ainda vai levar um bom tempo para sairmos da crise do vírus. Será que é uma ideia inteligente você forçar as pessoas a comprarem presencialmente”, questiona Vasconcelos.

Juciléia Lima, advogada e professora de Direito Tributário da Universidade Mackenzie em Campinas, salienta que a discussão sobre como tributar o comércio eletrônico está ocorrendo em todo o mundo, para impedir que as gigantes do setor escolham onde alocar seus lucros de forma a pagar menos tributos. Ela destaca, porém, que no Brasil já há a cobrança de impostos sobre a economia digital. “Essa proposta dá a entender que as empresas desse segmento não pagam tributos no Brasil, o que não é verdade. Quando elas estão domiciliadas aqui, podem ser tributadas em até 40%”, diz.

Lima aponta, ainda, que a tendência dos pagamentos digitais está crescendo no mundo – e, ao tributá-los, o governo pode desincentivar a modernização do sistema de pagamentos no país. “O contribuinte vai arrumar uma forma de se evadir desse pagamento. As pessoas vão passar a utilizar mais a moeda [física], não há como ignorar isso”, afirma.

Os mecanismos para burlar o pagamento do imposto, além disso, geram um outro problema na cobrança de tributos desse tipo. “A tendência é de que a base de tributação sofra uma erosão ao longo do tempo. Com isso, para arrecadar o mesmo montante, o governo tem que aumentar a alíquota”, completa Vasconcelos.

Imposto deve ser nocivo a cadeias mais longas e prejudicar mais pobres

Há, ainda, outros dois problemas relacionados a esse tipo de imposto. Se incidir em todos os pagamentos, por exemplo, a tributação esbarra na chamada cumulatividade, considerada ineficiente. “É um imposto em cascata. Toda hora em que você pagar alguma coisa, ele vai incidir. A depender da quantidade de etapas que tem uma cadeia, a alíquota é multiplicada”, explica o tributarista Bernardo Oliveira. Na prática, cadeias mais longas acabariam pagando mais imposto do que as demais.

Também haveria distorções em relação à distribuição do pagamento na sociedade. Um imposto sobre pagamentos tem uma base ampla, ou seja, abarca um grande número de contribuintes, independentemente da renda. Em um sistema tributário como o brasileiro, considerado regressivo – ou seja, em que os mais pobres já pagam, proporcionalmente, mais imposto do que os mais ricos – este seria mais um efeito nocivo.

“Não há nenhuma garantia de que ele vá incidir mais sobre os que ganham mais e menos sobre os que ganham menos. E também não dá para saber o reflexo disso no preço final dos bens e serviços. É um imposto absolutamente imprevisível”, diz Josué Pellegrini, diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal.

O assessor especial do ministro Paulo Guedes, Guilherme Afif Domingos, sinalizou que o governo já tenta se blindar contra essa última crítica. Em entrevista ao programa CB.Poder, do Correio Braziliense e da TV Brasília, Afif Domingos disse que o governo pretende isentar quem ganha até 2,5 salários mínimos por mês do pagamento do novo tributo. Ainda não está claro, porém, como o governo conseguiria identificar os contribuintes com direito à isenção.

Moeda de troca: os benefícios compensam as distorções que viriam com uma nova CPMF?

O ministro Paulo Guedes sabe de todos esses problemas. Tanto que, em entrevista ainda no ano passado, classificou o novo imposto como “feio” e “chato”. Mas por que, então, a ideia persiste dentro da equipe econômica?

“A principal vantagem desse imposto é que ele é de fácil arrecadação, então ele sempre fica pairando como uma possibilidade. Quando o governo privilegia a arrecadação ao funcionamento adequado do sistema tributário, ele acaba sendo um forte candidato”, responde Pellegrini, da IFI.

A tentativa de fugir da alcunha da CPMF, assim, parece ser mais uma forma de evitar que a proposta seja rejeitada logo de cara pela sociedade. “A intenção é afastar esse nome porque a CPMF não é um imposto bem quisto. Na verdade, nenhum é, mas a CPMF ficou sendo prorrogada por muito tempo”, diz Charles Dutra, contabilista e administrador do Canal Tributário.

Na nova proposta, as distorções provocadas pelo imposto à moda da CPMF seriam compensadas pela desoneração da folha de pagamento. “O foco é gerar empregos. É nobre, é bonito. Mas o remédio para esse propósito acaba sendo amargo, porque é um tributo ineficiente”, afirma Fagner Souza, sócio de Serviços Tributários da consultoria Mazars.

Mas, mesmo com um bom motivo, a proposta ainda tem um outro problema a resolver. Nas contas de Pellegrini, da IFI, para desonerar a folha, o governo precisaria arrecadar R$ 320 bilhões por ano. Com a alíquota do novo imposto sobre pagamentos, de até 0,4%, as estimativas que vêm sendo ventiladas pelo Executivo apontam para a arrecadação de algo em torno de R$ 120 bilhões, no melhor cenário.

“Para substituir tudo, a estimativa é de que a alíquota teria que ser de 1,1%. Ainda que fosse menos do que isso, é uma alíquota alta”, diz Pellegrini. Assim, diz o diretor da IFI, a tendência é de que o governo opte por desonerar parcialmente a folha, com uma alíquota que não arrecade tanto.

Quando a proposta concreta de reforma tributária do governo deve vir a público

Ainda não se sabe ao certo quando todas as dúvidas sobre a proposta do imposto sobre pagamentos serão sanadas. A previsão é de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregue ao menos parte da proposta de reforma tributária ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nesta terça-feira (21). Não está claro, porém, se o ministro levará a proposição completa da reforma, ou se irá encaminhar apenas a primeira etapa das alterações pensadas pelo Executivo – que consiste na unificação de impostos federais (PIS e Cofins) em um único tributo sobre bens e serviços, que deve ter alíquota de 12%.

A tendência é de que a etapa da desoneração da folha, com a proposta de criação do imposto sobre pagamentos, seja encaminhada só mais adiante, para evitar que as discussões no Congresso sejam “contaminadas” pela rejeição a esse tipo de tributo.

No Parlamento, a proposta do governo terá, ainda, de competir com duas outras proposições, com discussões mais adiantadas: a proposta de emenda à Constituição (PEC) 110, do Senado, e a 45, da Câmara dos Deputados. Em fevereiro, deputados e senadores formaram uma comissão mista para unificar os dois textos. Os trabalhos ainda não chegaram a um resultado.

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Comentários [ 46 ]

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    Pedro Alves

    ± 7 dias

    O governo com as suas armadilhas deixa os mais pobres sempre refem dos mais ricos, em busca da mais arrecadação. Porém a pedra no sapato da federação são os altos custos com o executivo, lejislativo e judiciário. O que nunca entra em pauta das emendas e mudanças. Uma simples mudança nos custos desses três poderes a federação teria uma indireta arrecadação aos cofres publicos. Como cortes de salários, corte nas prerrogativas e mordomias dos poderes. Isso afeta diretamente aos mais ricos do nosso pais, os politicos e as autoridades do nosso Brasil. " isso é uma grande reforma "

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    MIRIAM CRISTINA

    ± 15 dias

    Não sou absolutamente contra, é preciso explicar melhor e ver as contrapartidas. Nossa economia informal deve girar em torno de 40%! Empresas e pessoas que não pagam imposto, mas precisam de um sistema bancário, e portanto, passariam a contribuir e o Brasil teria um parâmetro da sonegação, até porque seria mais justo para quem paga, já que este poderá ter como contrapartida a redução de impostos na folha de pagamento que é um grande problema para o Brasil, pois há muita microempresa que está indevidamente enquadrada no sistema SIMPLES apenas pela "isenção" da contrapartida da empresa na folha e com isso compete em situação desigual no mercado e com a desoneração isso acabaria.

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  • D

    Destemido

    ± 15 dias

    Chega de extorsão! Já basta de tantos impostos. Não queremos mais pagar as mordomias e o lagostim dos políticos. Reduzam os gastos, sugestões: 1-reduzir em 50% o número de deputados estaduais e federais 2-reduzir a remuneração dos políticos em 30% 3-privatizar empresas públicas 4-reduzir custos com ex presidentes gradativamente em 10anos 5-eliminar o auxílio guerrilha, o auxílio paletó, o auxílio moradia e outros penduricalhos públicos. 6-digitalizar 100% dos serviços públicos 7-congelar as contratações de funcionários por 5 anos

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    Antônio Gallotti de Mira

    ± 16 dias

    Verdadeiro absurdo! Deveriam estar debatendo a diminuição de impostos! Já tem muito dinheiro mal administrado pelo governo! Verdadeiro desperdício! É só combater os desperdícios e a corrupção que sobra muito dinheiro e da pra diminuir a montueira de impostos que já temos!

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    Luca

    ± 16 dias

    O problema não é que imposto serve praticamente só pra pagar o funcionalismo, e mais impostos só quer dizer aumento do salário do funcionalismo, ponto.

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    Mário Kume

    ± 16 dias

    Na verdade nem sei como todos nós, povão continuamos sobrevivendo com tantos impostos nas costas. Ainda bem que trabalhamos tanto e mal percebemos que cinco meses do ano trabalhamos exclusivamente para o governo... caso contrário todos suicidariam...

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    leonardo cançado moço

    ± 16 dias

    Entra governo e sai governo e é a mesma história - a solução é mais imposto. Esse governo foi eleito para fazer diferente, assim vai perder a base de apoio aos poucos.

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    VICTOR NAKAMURA

    ± 16 dias

    O Brasil não precisa de mais impostos, o que é necessário é cortar os privilégios dos políticos!!! Por que não cortam a lagosta do STF??

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    Vinicius Neves

    ± 16 dias

    CHEGA DE IMPOSTOS

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    Luiz

    ± 16 dias

    Interessante a turma do socialismo ... como é que vocês acham que este brilhante sistema de organização da sociedade vai distribuir a riqueza pra que "todos se tornem iguais" ? Vocês acham que cada cidadão vai dar a sua contribuição, livremente, como um imenso pasto, ou vai ter que ser através de contribuição obrigatória ? Ou vocês acham que "o governo vai produzir tudo e distribuir igualmente para todos" ? Sonhar é bom, é onde coisas impossíveis acontecem ...

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    Alcir Carlos Sereni

    ± 16 dias

    Acho válida a ideia, 1% das compras online, não vale a pena sonegar, mas a arrecadação não é suficiente para cobrir a desoneração da folha, algo que deve permanecer, não é possível taxar que gera empregos, assim como ter um IPI, QUE FOI O MAIOR IMPOSTOS NOS ANOS 1950. Em paralelo deve vir a diminuição do custo da máquina pública. Para que tantos senadores, tantos deputados, tantos municípios, etc?

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    Walter

    ± 16 dias

    Sem "informações definitivas" não dá para concluir nada.

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  • F

    FRANCISCO

    ± 16 dias

    IMPOSTO É IMPOSTO, NÃO IMPORTA O NOME QUE DEM À ELE. CHEGA DE IMPOSTOS. BASTA.

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    CARLOS ROBERTO TEIXEIRA

    ± 16 dias

    Votei e apoiei o Bolsonaro. Caí fora. Tudo que ele pregou na campanha está fazendo o contrário. Falou que nunca ia ter CPMF e olha ela aí. Falou que nunca ia ter o toma lá da cá e olha ele acertando e distribuindo cargos para o centrão partidos que ele mais criticava.

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    CARLOS_PG_45

    ± 16 dias

    Já estava na hora do governo como um todo pensar em cortar o custo da máquina pública para reduzir impostos para não precisar aumentar ou criar outro. Vai chegar o momento que oque arrecada não paga as contas.

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    • F

      Freitas

      ± 15 dias

      Nilson Macan: O STF não decidiu nada. Só disse o que está na CONSTITUIÇÃO. Querem mudanças? Mudem a Constituição. Podem começar com o foro privilegiado, segunda instância....

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    • N

      Nm

      ± 16 dias

      Carlos voce deveria cobrar do STF quem impediu o corte de salarios dos funcionários públicos DURANTE PANDEMIA, cobrar tambem de GILMAR MENDES que disse ao DATENA, que o STF não tem nada a oferecer... LEMRA DISSO!

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    JOSMAR PORTUGAL VAZ

    ± 16 dias

    CPMF só deu certo no Brasil , será por que ? Muito estranho ! Nenhum país no mundo tem este imposto em cascata , injusto , cruel . Agora, vem com esta HISTÓRIA QUE PEGA QUEM SONEGA IMPOSTOS. Governo Bolsonaro disse que não ia aumentar impostos e , agora, mente para o povo . Que foi ! É sempre assim quem paga a conta é o povo e os politicos continuam na mesma mordomia metendo a mão na grana . Que vergonha !

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    Dario de Araújo Dafico

    ± 16 dias

    "Quando as empresas de comércio eletrônico estão sediadas aqui elas já são tributadas." Verdade! Exatamente por isso é preciso arranjar um jeito de tributar as empresas sediadas na China, que não pagam nada de imposto, estão matando as empresas brasileiras e eliminando os empregos de brasileiros.

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  • S

    Sr. Walker

    ± 16 dias

    Não existe Imposto do bem. Se coisa boa fosse não seria imposta, seria Livre, seria Voluntário. Não precisa nem ser economista para saber o que é essa invenção do Guedes, a sabedoria popular dos franceses diz: Quanto mais muda, mais é a mesma coisa.

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  • J

    justo verissimo

    ± 16 dias

    kkkkk Mais do mesmo, e mais uma promessa quebrada, como sempre , o povo é que paga a conta, mas o povo é apenas um detalhe...

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  • N

    Nitrato

    ± 16 dias

    Escola de Chicago = Escola da Vergonha. O mais do mesmo. Sem ideias novas. O mesmo jeitinho, o mesmo conceito. Falaram mal dos "comunistas e socialistas", que iriam revolucionar: balela! Quem manda no país é a elite agropecuária, os mesmos herdeiros de antes da Proclamação da República. Os Sinhozinho Maltas e os Barões de Araruana. E não disfarçam a desfaçatez. Aí fecham com o Bozo (é o que tem!) para fomentar a destruição do país, tudo para continuarem o plano de se dar bem. O PT foi pouco, queriam mais! Hum hum. Ah, é o pessoal da direita, que não paga imposto de renda, não paga INSS, FGTS, multa. Hum hum. É a tal direita cristã patriótica e conservadora. Hum hum.

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    • R

      RPM

      ± 16 dias

      Falou muita bobagem.

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  • T

    Takushi

    ± 16 dias

    NÃO existe redução de imposto na proposta apresentada. Não importa o nome que for dado - será MAIS um imposto - está parecendo aquela charadinha de criança: o que tem orelha de porco, focinho de porco, e não é porco?

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    • F

      Freitas

      ± 16 dias

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  • L

    Luiz

    ± 16 dias

    Concordo com o Danilo, comentário muito bem colocado ... no entanto, pelo menos, já é uma análise mais coerente, sem chamar simplesmente de CPMF, apelido que interrompe uma avaliação mais detalhada de um assunto complexo e importante ... afinal, alguém vai ter que pagar os bilhões que foram fartamente distribuídos em razão da covid, muitos mal utilizados ou desviados

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  • D

    Danilo

    ± 16 dias

    Não é aumento de imposto. A proposta é substituir o imposto. E atacar um setor que está surfando na sonegação: os Marketplaces da Internet. A proposta soa ser coerente e que, ao desonerar a folha, vai injetar mais fôlego na nossa economia viciada. Mas a Gazeta pecou ao não considerar essas questões e ao trazer suposições de associação apenas à CPMF. Ficou uma análise raza, para uma questão muito mais complexa.

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    • F

      Freitas

      ± 16 dias

      Como você chegou a essa conclusão, se você NÃO TEM A BASE DE INCIDÊNCIA DO NOVO TRIBUTO? Por que Guedes insiste em esconder os dados? Se é bom, mostrem. TRANSPARÊNCIA. Mas, a tática é vender gato por lebre e só depois mostrar o PRODUTO.

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    Salo

    ± 16 dias

    Não ao Cpmf e não ao aumento e criação de impostos. Para ter mais dinheiro em caixa passem a racionalizar os gastos

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    1 Respostas
    • D

      Danilo

      ± 16 dias

      A racionalização já está ocorrendo. Mas quando se herda uma máquina quebrada, a racionalização apenas não funciona. O Brasil tem muitos impostos e mecanismos complexos para as arrecadações. Isso precisa ser simplificado. Há muita sonegação e muita lambança nos Marketplaces na internet. Acredito que o ME esteja no caminho certo. A reportagem é que ao meu ver deixou a desejar. Esqueceu de mencionar os vícios do modelo atual, que podem ser minimizados com o novo modelo.

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    Salo

    ± 16 dias

    Não só Cpmf e não ao aumento e criação de impostos. Para ter mais dinheiro em caixa passem a racionalizar os gastos

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  • F

    FERNANDO BITTENCOURT VARGAS

    ± 16 dias

    Não era pra ter reforma tributária? Mais imposto? É a hora certa de aumentar arrecadação? Com isolamento sem controle e incerteza do fim da pandemia, fica difícil controlar a economia. Mais contaminação significa mais tempo de recuperação e mais prejuízo econômico. Primeiro a sociedade tem que combinar com o vírus, fazer lockdown, e voltar mais rápido em 3 meses. Senão, com o que temos de isolamento, é meia dúzia de Boinges caindo diariamente, até chegar a vacina, ano que vem.

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  • D

    DENIEL FARIAS DE SOUSA

    ± 17 dias

    A primeira parte da matéria tratou de se concentrar apenas em uma hipótese incerta da possibilidade do imposto incidir sobre transações online e refutá-la, esse nem é o principal pensamento do ministro da economia. É precipitado procurar e aprofundar em críticas certas de algo muito mais incerto do que certo, foge mais do debate do que acrescenta informação.

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  • A

    Andrea Bahia Gregorio

    ± 17 dias

    Sai governo, entra governo, seja de direita, de esquerda, a única solução que encontram para continuar a bancar suas benesses é criar imposto!

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  • M

    Mário Kume

    ± 17 dias

    Morder o povão é o lema principal do governo. Todas as tributações aqui no Brasil são injustas e absurdas porque não temos nada em troca. A grande diferença de países como os EUA ou Japão é que a tributação não é baixa, porem não tem efeito cascata e a população recebe quase tudo de volta indiretamente... escola, saúde, transporte...

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  • Y

    Yuri Nunes

    ± 17 dias

    quem paga condomínio? pois então se olhar os livros verá que os encargos trabalhistas são 100%. O Min. Paulo Guedes quer zerar isso, mas precisa de outra fonte de receita para o inss, para isso esse imposto é útil.

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  • Y

    Yuri Nunes

    ± 17 dias

    Bom a alternativa é aumentar uma alíquota do imposto de renda pessoa fisica. Mas já que a turma quer tumultuar mais do que resolver, fica difícil um consenso. Este imposto foi banido por expor os corruptos deste país, pois sua movimentação não é compatível com a sua renda.

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  • H

    Heinz Egon Landgraf

    ± 17 dias

    No contexto atual, de Estado inchado e ineficiente, qualquer proposta de reforma tributária consegue, no máximo, simplificar o sistema. Porém, uma desejável redução na carga tributária só é possível alterando profundamente a Constituição, que gerou um monstro fiscal insustentável.

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    1 Respostas
    • J

      Joao vitor vasconcelos araujo

      ± 17 dias

      Mas mesmo a proposta do Guedes é uma proposta ruim. Não ha como reduzir agora mas n ha justificativa pra volta de uma CPMF

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  • P

    Paulo

    ± 17 dias

    O bom dos políticos é que na campanha todos tem a solução dos problemas. Todos sabem.o que está acontecendo e o que precisa ser feito. Uma vez no poder eles ferram o povo. Vão buscar, por exemplo, um imposto bandido criado para um fim e usado para outro. Um imposto bandido em 2007. Enquanto em campanha tudo é criticado. Uma vez eleitos fazem a.mesma coisa. Falam tanto em ditadura, por exemplo, mas a voz do Brasil que foi criada por um ditador está aí até hoje. Pq é onde eles mentem e dizem que fazem um monte pelo povo.

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  • Y

    Yuri Nunes

    ± 17 dias

    Ele não vai aumentar um imposto, o Guedes pretende SUBSTITUIR OS ENCARGOS TRABALHISTAS POR ESTE IMPOSTOS. Isso é muito melhor. Agora os que depende de propina que faz coisa erra na conta ai não vai querer, 0,2% é nada, mas permite saber se os políticos estão fazendo rachadinha, pegando propina, corrupção em geral!

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  • S

    STF

    ± 17 dias

    É aumento de impostos!!! Um governo que falou que não ia subir impostos, que não ia se abraçar com Centrão, que ia continuar a luta contra a corrupção, mas acabou com a Lava Jato e por conta do Bolsonaro o brasileiro não pode viajar nem para o Paraguai mais. Sobrou o quê?

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  • Y

    Yuri Nunes

    ± 17 dias

    Não se deixe enganar se político não quer é porque é bom para o povo. A CPMF foi extinta pois propiciava a receita descobrir quem tinha movimentação incompatível com a renda. Quem teme isso é o político corrupto! Acredite o que o Guedes está propondo é muito bom para o mercado de trabalho!

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    2 Respostas
    • F

      Freitas

      ± 17 dias

      Se querem rastrear o dinheiro, basta aplicar uma alíquota de 0,001% sobre o montante transacionado em determinado período.

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    • F

      Freitas

      ± 17 dias

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • H

    HERMES CARLOS BOLLMANN

    ± 17 dias

    O Ministro GUEDES está Correto: Querem TUDO, E -DE ONDE SAIR OS RECURSOS. O Pesidente do Congresso É UM IRRESPONDESAVEL, JUNTAMENTE COM O DO SENADO, AO INVES DE DEVENDER OS MINISTRO GUEDES, QUE DEZ DE TUDO, ENVIOU MILHÕES PARA OS ESTADOS, AUTORIZOU SAQUES DE 1 SM. DO FGTS, CREDITOS EMERGENCIAIS, RS 3.000,00 PARA QUE SE CADASTROU, A CPMF. É O IMPOSTO MAIS JUSTO PORQUE PAGA MAIS QUE GANHA MAIS, UMA ISENÇÃO DE ATÉ 3 SALARIOS MINIMOS IRIA AJUDAR A CLASSE TRABALHLADORA, OU ENTÃO TACHAR AS GRANDES FURTUNAS EM IR. DE 35% .

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