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Condições de trabalho

Entregadores precisam de algo entre “nada e CLT”, diz executivo do iFood

  • PorAndrea Torrente, especial para a Gazeta do Povo
  • 24/07/2020 19:31
Entregadores de aplicativos como o iFood promoveram uma paralisação recentemente para protestar contra as condições de trabalho.
Entregadores de aplicativos como o iFood promoveram uma paralisação recentemente para protestar contra as condições de trabalho.| Foto: Gerson Klaina/Tribuna

A recente paralisação dos entregadores de aplicativos escancarou as condições precárias de milhões de trabalhadores que vivem da chamada "economia sob demanda" e levantou o debate sobre o que fazer com eles.

Contratados como autônomos, esses trabalhadores nem sempre gozam da autonomia prometida, já que a crescente "uberização" do trabalho os empurra a aceitar empregos com longas jornadas e ganhos baixos. Se para muitos fazer entregas é só um complemento da renda, para outros passar o dia inteiro na moto ou na bicicleta se tornou a única fonte de renda.

O modelo de negócio incomoda também os restaurantes, cujos donos se sentem "reféns" dos apps. Insatisfeitos, empresários e entregadores estão juntos nessa briga da "nova economia" e reclamam que são eles que pagam a conta oculta dos aplicativos de comida.

Diego Barreto, vice-presidente de estratégia e finanças do iFood, diz que a empresa já atende às demandas dos entregadores: a companhia estabeleceu o valor mínimo de R$ 5 por rota, distribuiu gratuitamente 800 mil equipamentos de proteção individual (EPIs), oferece seguro de vida e contra acidente para todos os trabalhadores, incluindo a volta para casa, e se comprometeu a resolver a questão dos bloqueios imotivados, que suspendem os entregadores da plataforma e os impedem de trabalhar.

Mas o executivo reconhece que uma regulamentação do setor é necessária. "Precisa de algo entre o atual, que é nada, e a CLT. Algo que diga: estamos protegendo sem retirar a flexibilidade que a economia sob demanda tem", afirma Barreto, se referindo à legislação trabalhista.

Com uma média de 30 milhões de pedidos por mês, a empresa é a maior plataforma de entrega de comida do país e se prepara para lançar a função "Na Mesa", que permite que o cliente que está no restaurante faça seu pedido pelo aplicativo, sem necessidade de garçom. Confira trechos da entrevista:

Qual impacto pode ter sobre o modelo de negócio do iFood uma legislação que regulamente a categoria dos entregadores?

Faz sentido você ter um piso mínimo de condições que qualquer trabalhador da economia sob demanda esteja resguardado? A resposta é sim. O que é essa lei? Não é CLT. Os atributos de empregado CLT não falam com os atributos de um profissional da economia sob demanda. Precisa de algo entre o atual, que é nada, e a CLT. Algo que diga: estamos protegendo sem retirar a flexibilidade que a economia sob demanda tem.

Nessas condições, o impacto operacional sobre o iFood seria baixo, mas o impacto no Brasil seria alto porque nem todo mundo no Brasil segue os padrões mínimos.

Qual demanda seria aceitável para o iFood? A obrigatoriedade de pagar um plano de saúde, por exemplo?

Se eu der um plano de saúde [ao trabalhador], todos [os apps] vão dar um plano de saúde. Não faz o mínimo sentido isso, não é correto. Não dá para falar em nada que não respeite uma certa proporcionalidade. A economia sob demanda parte do pressuposto do fracionamento do seu tempo com as plataformas. Cerca de 70% dos entregadores do iFood trabalham entre 4 e 5 horas por semana. É desproporcional embutir um determinado instrumento que não respeita a proporcionalidade.

Deveria existir uma plataforma tecnológica que centralizasse a jornada do trabalhador. Aí você tem uma foto da sua jornada e a partir dessa foto, você discute essa proporcionalidade, seja do privado ou do público.

Os entregadores cogitam formar uma cooperativa para ter um poder de negociação maior com os aplicativos. Como isso afetaria a relação com o iFood?

A gente vê isso como algo possível e legítimo. A pergunta que fica é: como você garante legitimidade sendo que 70% das pessoas frequentam a plataforma pontualmente. Uma parcela pequena que se aplica por muito mais tempo, 8 a 10 horas por dia, teria o direito de falar por toda essa massa?

Tem um contrassenso porque 70% das pessoas usam a plataforma como complemento de renda pontual. Quando você trata dois públicos com comportamentos tão diferentes é difícil imaginar que um grupo vá legitimar o todo.

Não sei qual é a solução, o diálogo vai nos levar ao longo do tempo a uma solução para descobrir isso. Mas com certeza, o formato antigo não se aplica à economia sob demanda.

Os donos de restaurantes também estão insatisfeitos. Se sentem reféns dos apps por serem "coagidos" a oferecer promoções o tempo todo. Reclamam também que a taxa de 25% a 30% sobre cada venda é muito alta. Como o iFood encara essa questão?

Se você quer listar o seu restaurante no iFood, você vai pagar de 9% a 12%. Quando você quer que o iFood faça a entrega por você, isso tem um custo. Quando você quer que eu transacione o pagamento na minha maquininha porque você não consegue mandar para o seu cliente, isso tem um custo. No momento em que eu vou para televisão ou invisto em influenciadores de Instagram e outros esforços para atrair tráfego para a plataforma para que você consiga vender seu produto, isso que eu cobro se chama de marketplace.

O iFood não cobra 27%. Cobra uma série de serviços que fica a seu critério aceitá-los ou não. O iFood nunca, nunca, nunca obrigou ninguém a fazer uma promoção. Você não tem nenhuma necessidade de fazer se você não quiser.

Os donos de restaurantes reclamam que se não oferecem descontos não ganham destaque na plataforma.

A promoção que dá R$ 5 ou R$ 10 de desconto é você que decide, você que faz, decide quantas vezes você quiser. Eu penalizo alguém por isso? Zero. O algoritmo do iFood leva isso em consideração? Não. Se alguém deu essa informação, ela é completamente equivocada.

Como funciona o algoritmo que exibe a lista de restaurantes?

Tem várias composições, mas são dois [fatores] principais: os restaurantes que atraem a atenção de clientes, ou seja que recebem clientes para olhar o cardápio, e o nível de serviço, ou seja a nota. Quanto mais você atrai clientes e quanto mais oferece um bom serviço, mais você sobe.

Os restaurantes pedem também legislação que obrigue os apps a aceitarem o cadastro apenas de empresas formalizadas. Porque o iFood não exige CNPJ e alvará na hora do cadastro?

O iFood é uma plataforma e dá liberdade de entrar desde que seguida a legislação e os critérios da empresa. Isso não quer dizer que eu tenha que fiscalizar in loco. Isso, por lei, é responsabilidade da Vigilância Sanitária. O iFood não tem competência técnica para fazer esse tipo de análise.

O que eu cobro é: você está cumprindo a lei? Você está de acordo com todas as necessidades para operar um restaurante? Se existir algum problema de inverdade, ele vai responder na lei por isso. O nosso contrato não é omisso a essas exigências.

É a mesma coisa que cobrar de um dono de imóvel que ele fiscalize isso. Não está certo. Quem tem a responsabilidade legal é aquele que leva um negócio para dentro do imóvel.

Mas não seria mais fácil pedir CNPJ e inscrição municipal na hora do cadastro?

Isso está tudo no contrato. Contratualmente, eu peço isso e exijo que você cumpra a lei. Quando eu recebo alguma informação que vá contra algum preceito legal, a gente apura e automaticamente [o restaurante] sai da plataforma. Ao longo dos últimos 30 dias, eu bloqueei 400 a 500 restaurantes por vários motivos. Essa é minha responsabilidade como empresa.

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Comentários [ 14 ]

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  • J

    joceli bogusz

    ± 2 dias

    Como consumidora, tenho o direito de saber se o restaurante está legalizado ou não. Isso é o mínimo! Minha saúde essa minha família são muito importantes. De agora em diante só vou comprar de restaurantes que conheço a loja física! Que absurdo e falta de responsabilidade o ifood não exigir essa documentação

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    • L

      Luiz Maurício Fontana

      ± 2 dias

      Na prática essa teoria é outra!

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      • E

        Eduardo Vieira Toledo Alves dos Santos de Alencar Guimarães

        ± 3 dias

        Com toda a certeza, a responsabilidade de fiscalizar é da Vigilância Sanitária, mas precisa de um primeiro filtro da plataforma. Vamos imaginar que os planos de saúde colocassem em suas listas de médicos, profissionais que não são formados em medicina... ou engenheiros sem diploma Que cobram 30, 40, 50, 60% do valor normal de um profissional desses? Realmente lamentável

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        • E

          Eduardo Vieira Toledo Alves dos Santos de Alencar Guimarães

          ± 3 dias

          Senhor Diego Barreto, dizer que você cobra do vendedor de comida que ele atenda às normas, é muito importante, mas isso não acontece realmente. Você sabe que está isento da responsabilidade civil de um alimento mal preparado, pois, você apenas faz a entrega. A decisão de comprar ou não e a escolha do local é do cliente. Porém, o cliente, tem por fato a qualidade que uma empresa como o IFood vai entregar. Chama-se de boa fé na empresa. E isso não funciona assim. Os clientes acreditam que todo está correto. Mas a cada dia, essa história tem mudado com as constantes denúncias de alimentos mal preparados.

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          • G

            Genézio

            ± 3 dias

            O motoboy deve recolher seus impostos, se ele é autônomo a empresa não deve ter responsabilidade sobre todos seus prestadores de serviços. Sempre querem colocar no Tóba do empresário. Acho correto a luta por direitos, mas não podemos misturar as coisas, se o cara é exclusivo de um restaurante ok, mas nesse caso ele tem liberdade de escolher o horário e quando trabalhar.

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            • I

              Isaias Lobao

              ± 3 dias

              Vemos nas entrelinhas da entrevista a velha máxima que Ludwig von Mises ensinou: As regulações beneficiam as empresas já esbalecidas. Depois de entrar no mercado sem regulação e se firmar, os agentes de mercado se esforçam para criar barreiras de entrada. Defender a CLT, como alguns estão falando, vai acaber com os empregos. Como o Bernardo Coelho comentou: Deixem o mercado se regular.

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              • N

                Nelson

                ± 3 dias

                A última pergunta não foi respondida O ifood exige ou não que a cozinha apresente os documentos? A analogia que usou é absolutamente uma falácia. Já imaginou pedir um uber e não saner se o motorista tem carteira? Se o automóvel tem freios? Será que a segurança alimentar não é importante?

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                • B

                  Bernardo Coelho

                  ± 3 dias

                  Se aplicarem a CLT os custos de mão de obra sobem no mínimo 50%. Se a entrega de pizza que eu peço aos fins de semana passar de 10 pra 15 reais, prefiro eu mesmo descer na pizzaria que tem na esquina do meu prédio buscar, pois a entrega vai dar quase metade do valor da pizza. Ou seja, aumenta a remuneração mas reduz a demanda. Alguns motoboys se beneficiam, mas um monte vai ficar sem trabalho. Esse mercado vai se auto regular quando tivermos crescimento econômico e as pessoas não quiserem mais trabalhar de motoboy por terem opções melhores, aí reduz a oferta de mão de obra e aumenta a remuneração automaticamente. Sem sindicatos e sem o estado gordo

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                  • M

                    MARCELO TADEU FERNANDES DA MOTTA

                    ± 3 dias

                    Faltou mencionar o barulho insuportável que a maioria das motos faz com seus escapamentos adulterados. Quem exige respeito deveria respeitar o próximo. Que tenham melhores condições de trabalho mas que não destruam o sossego de nossas noites. O ifood e similares são corresponsáveis por essa agressão ao meio ambiente e nossa saúde. Idosos, doentes, recém nascidos, ninguém tem como escapar. E a responsabilidade social e ambiental? Existe?

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                    • A

                      Avlis Sotnas

                      ± 3 dias

                      Brasil é especialista em acabar com qualquer iniciativa de modernizar a economia. se é ruim entregar ou usar o ifood, é simples: não vá fazer entrega ou não se associe. liberdade serve pra isso. mas a galera aqui adora q o estado venha "socorrer" e melar tudo.

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                      • B

                        Bundalelê!

                        ± 3 dias

                        O ifood se deu bem na conta da classe média (classe trabalhadora que não se manca e não se coloca no seu devido lugar), que explorou o motoboy e bikeboy, como se estes fossem menos piores que os que trabalham em alguma empresa com carteira assinada e plano de saúde Bradescão. A classe média brasileira é perversa, tirana, ignorante. Médicos, engenheiros, técnicos, etc, agem da mesma forma que o desembargador de Santos e o casalzinho metido a besta do RJ: você sabe com quem tá falando. Os motoboys caíram na real. Se não lutar pelo que acreditam ser justo, vão trabalhar para o magnata do ifood fazer espetáculo.

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                        • R

                          Rocha Dias

                          ± 3 dias

                          Indiscutível que existe uma distância abismal entre as condições de trabalho dos funcionários CLT e dos motoristas de aplicativos de transporte e entregas. De um lado sufocam as empresas com tanta obrigação que os empregos estão em extinção. Do outro liberdade, mas direitos quase zero, o que é MUITO bom aos bolsos de uma minoria de executivos que só tem a comemorar. Passada a hora de destravar a geração formal de empregos.

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                          • B

                            BENEDITO APARECIDO TUPONI JUNIOR

                            ± 3 dias

                            Foi preciso uma pandemia para que enxergassem a precariedade das condições de trabalho dessa categoria. O que será preciso para enxergarem que a CLT é um mínimo civilizatório?

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                            • Z

                              Zyss

                              ± 3 dias

                              Hahahaha

                              Denunciar abuso

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