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Indústria precisa de ministério próprio, insiste CNI após anúncio de superministério

O presidente da entidade disse que o próximo governo tem o desafio incontornável de recolocar o Brasil no caminho do desenvolvimento e, para isso, o país precisa ter uma indústria forte

    • Folhapress
    • 30/10/2018 20:07
    Na foto, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. | EVARISTO SA/AFP
    Na foto, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.| Foto: EVARISTO SA/AFP

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou nesta terça-feira (30) a anunciada fusão do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) à Fazenda e ao Planejamento.

    A proposta do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foi confirmada mais cedo por dois futuros ministros:  Onyx Lorenzoni, que deve assumir a Casa Civil, e Paulo Guedes, cotado para comandar exatamente o novo super Ministério da Economia.

    “Tendo em vista a importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas”, disse em nota o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, acrescentando que indústria gera cerca de 10 milhões de empregos no país e é responsável por 51% das exportações nacionais.

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    Além disso, ele afirma que a excessiva concentração de funções em um único ministério reduziria a atenção sobre temas que cruciais para a indústria, que, segundo Andrade, ficariam diluídos em meio aos incêndios que cotidianamente desafiam a gestão macroeconômica.

    O representante da indústria diz que o próximo governo tem o desafio incontornável de recolocar o Brasil no caminho do desenvolvimento econômico e social e, para isso, o país precisa ter uma indústria forte.

    Para isso, afirma, é imprescindível que o país tenha um ministério independente para elaborar, executar e coordenar as políticas públicas para o setor industrial e monitorar seus impactos. “Nenhuma grande economia do mundo abre mão de ter um ministério responsável pela indústria e pelo comércio exterior forte e atuante”, completa.

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    Segundo o presidente da CNI, desde a crise de 2008 e o impacto da indústria 4.0, aumentou o número de países com ministérios específicos e estratégias industriais.

    Os Estados Unidos, tidos como referência de liberalismo econômico, Andrade diz, empreendem uma política industrial ampla e consistente, com um Departamento de Comércio que foi reforçado pelo governo Donald Trump.

    “A eventual perda de status do Mdic colocaria o Brasil, portanto, na contramão dessa tendência e reduziria a nossa capacidade em negociações internacionais”, conclui.

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