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Concentração de renda

Como o Brasil reduziu a extrema pobreza ao menor nível em 40 anos – e em plena pandemia

  • 10/08/2020 20:15
Pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 ajudou a reduzir o nível da extrema pobreza no país.
Pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 ajudou a reduzir o nível da extrema pobreza no país em meio à crise de saúde causada pelo coronavírus.| Foto: Tarso Sarraf/AFP

O governo federal mais do que compensou a perda de renda de trabalho da camada mais pobre dos brasileiros com o pagamento do auxílio emergencial, de pelo menos R$ 600, para trabalhadores informais e população vulnerável. O benefício acabou produzindo um efeito colateral positivo, mas inesperado: reduziu o nível de pobreza extrema, em junho, para o menor índice em 40 anos. Obter em poucas semanas um objetivo que o país não conseguia alcançar nos últimos anos aumenta a pressão sobre a agenda de assistência social do governo para o período pós-pandemia.

O levantamento do pesquisador Daniel Duque, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), mostrou que, em junho, apenas 3,3% dos brasileiros estavam em situação de extrema pobreza, de acordo com os dados da Pnad Covid-19, do IBGE. Ou seja: cerca de 6,9 milhões de pessoas viviam com renda per capita domiciliar inferior a US$ 1,90 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 154 mensais por integrante da família.

No mês de maio, eram 4,2% (8,8 milhões de pessoas) na faixa da extrema pobreza – indicador alcançado em 2014, em um ano com mais redução desse contingente na série histórica a partir da década de 1980. O número caiu a medida em que o benefício passou a ser distribuído para mais pessoas: mais de metade dos brasileiros, direta ou indiretamente, foram impactados pela medida emergencial.

Seguindo esse critério, adotado pelo Banco Mundial para a definição de linha de pobreza, o Brasil teria alcançado o menor índice de pobreza extrema averiguado em pesquisas domiciliares. No entanto, o próprio pesquisador faz a ressalva de que é preciso cautela para a comparação desses dados, uma vez que a abrangência e modelo dos levantamentos mudou muito ao longo dos anos.

“O auxílio emergencial obteve de logro impedir que houvesse um impacto da crise econômica nos mais vulneráveis. Mas, certamente, a gente não resolveu o problema da pobreza e da extrema pobreza, isso está bem estabelecido”, aponta o pesquisador. Duque reforça que sem o auxílio emergencial haveria perda de renda generalizada em todas as camadas da sociedade.

Pobreza já era grande antes da Covid-19

Independentemente da crise causada pelo coronavírus, é fato que o Brasil já tinha um grande contingente de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. A última edição da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), do IBGE, divulgada em novembro de 2019 sobre os dados de 2018, apontava que havia 13,5 milhões de brasileiros vivendo com renda mensal per capita inferior a US$ 1,90 e considerados extremamente pobres, o que representava um indicador de 6,5% da população.

Esse mesmo estudo mostrou que havia 52,5 milhões de brasileiros com renda per capita inferior a US$ 5,50 mensais – esses são os considerados pobres, de acordo com os critérios do Banco Mundial. Ainda vale ressaltar que, entre 2014 e 2018, a extrema pobreza avançou 67% no país, de acordo com projeção da FGV Social, que ainda apontou que a renda dos 5% mais pobres havia recuado 39% no período.

Na avaliação de Daniel Duque, do Ibre, o forte impacto do auxílio emergencial revela o quão subfinanciado é o Bolsa Família, programa de transferência de renda do governo federal que está na mira de uma reformulação para se tornar o Renda Brasil. “A gente tinha um programa [Bolsa Família] que cobria quase um quarto da população, mas tinha até então uma pobreza extrema de 6,5% da população e pobreza a quase 25%”, exemplifica o pesquisador, para dar dimensão do alcance do auxílio emergencial.

Um relatório do Banco Mundial, publicado em julho desse ano, ponderava que a crise do coronavírus vinha na esteira da recessão, atingindo o país no momento em que os 40% mais pobres ainda estavam lutando para se recuperar do tombo anterior. Na avaliação da instituição, 52% dos brasileiros eram economicamente vulneráveis antes da pandemia e, em razão de choques na renda de trabalho e desemprego, a projeção inicial apontava para que pelo menos 8,4 milhões de brasileiros poderiam se tornar pobres em 2020.

No entanto, o auxílio emergencial já teria um impacto significativo nas famílias de baixa renda, e essas transferências mais do que compensariam o impacto da pandemia nos quintis mais pobres da população, elevando a renda para os 40% mais pobres da população. “Em termos anuais, os três meses de transferências aumentariam a renda média do quintil mais pobre em 14% em relação a 2019, quando ele era de R$ 203,50 per capita, e do segundo quintil em 3%”, aponta a projeção do Banco Mundial.

Esse incremento de renda teria o potencial de reverter o impacto da pandemia na pobreza, de acordo com a instituição. Mas, há uma ressalva: essas famílias passarão, ao menos, três meses com a renda mais alta do que o normal durante a pandemia – o benefício já foi prorrogado por mais dois meses e pode ser ampliado novamente até dezembro, ainda que em valor menor do que o atual.

“Uma vez que as transferências acabem, e se as taxas de empregos continuarem baixas, essas mesmas famílias passarão por uma séria redução de renda. Em relação à situação anterior à pandemia, a renda dos dois quintis inferiores cairá em 26% em média depois de considerado o seguro desemprego”, aponta o documento.

O peso dos programas de transferência de renda para o brasileiro

A concessão e a extensão do pagamento do auxílio emergencial mudaram parte da sistemática de projeções de mobilidade social neste ano. O economista Lucas Assis, analista de macroeconomia da Tendências Consultoria, explica que transferências do governo, como Bolsa Família e Previdência (aposentadoria e pensão), já entram nos cálculos de rendimento das famílias, além dos recursos obtidos com trabalho. Para 2020, foram acrescentadas as informações do auxílio emergencial e do programa de manutenção do emprego e renda.

Os dados mais amplos da consultoria, que são de 2018 e contam com a avaliação de informes do Imposto de Renda, apontava que, naquele período, 61,1% da renda das famílias vinha da massa de trabalho. A situação era diferente nas classes D e E, que já tinham mais prevalência de contribuições do governo: mais de 40% dos rendimentos dessas famílias tinham origem em transferências da União.

Neste ano, mesmo com as transferências governamentais para os mais vulneráveis, a consultoria projeta um inchaço das classes D e E – cerca de 3,8 milhões de domicílios ficarão mais pobres – e encolhimento da classe média – a classe C perderá 1,2 milhão de domicílios.

“O principal fator para isso é o desemprego dos menos escolarizados. Na perspectiva dos empregadores, os trabalhadores menos quilificados são os mais dispensáveis. A grande questão é o que vai ocorrer com essa população informal, com baixa escolaridade, depois do fim auxílio. As cicatrizes no mercado de trabalho são bem evidentes e, após o fim do auxílio, eles vão ficar sem suporte para se inserir nesse mercado”, avalia.

A Tendências projeta melhora para o cenário de mobilidade social em 2021 e 2022, ainda que bastante lenta. “Ela acompanha o fenômeno de países com alta desigualdade e baixa qualificação, que deve impedir a geração de empregos melhores”, aponta Assis.

O impacto do auxílio emergencial nas contas públicas

Até o início de agosto, o auxílio emergencial já havia sido distribuído a 65,9 milhões de pessoas e custado R$ 151,4 bilhões aos cofres públicos, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Cidadania na última sexta-feira (7). Para comparação, o Bolsa Família, que atende mensalmente a cerca de 14 milhões de famílias custa R$ 30 bilhões anuais.

“O governo não tem recursos para poder gastar com auxílio emergencial como gastou esse ano. Vai haver uma perda de bem-estar e rendimento da população mais pobre, não há dúvida disso. Mesmo que o Renda Brasil aumente orçamento, não tem como chegar nem próximo do que foi gasto com o auxílio”, avalia Daniel Duque, do Ibre/FGV.

O Banco Mundial pondera que não está claro que tipo de medidas podem ser tomadas ao fim do auxílio emergencial, mas é preciso considerar um aumento no valor do benefício e cobertura do Bolsa Família no longo prazo. “É improvável que a pouca generosidade do PBF [programa Bolsa Família] e sua cobertura limitada sejam suficientes para apoiar a população economicamente vulnerável após o final do Auxílio Emergencial”, aponta o documento.

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Comentários [ 27 ]

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  • P

    Paulo Henrique

    ± 13 horas

    Excelente artigo! Não se trata de dizer que "o problema da pobreza no Brasil acabou", como dizem alguns - que ou não leram o artigo ou simplesmente querem denegrir o governo -, mas sim de reconhecer que o Governo Federal fez a coisa certa, na hora certa, e fez tão certo que não só impediu que a ruína econômica - visada por vários governadores, prefeitos e adversários políticos - como colheu este fruto, nada menos do que a redução da extrema pobreza "ao menor nível em 40 anos"! Importante dizer que não se trata de "assistencialismo", mas de uma ajuda emergencial, necessária. E que ninguém em sã consciência critica - daí algumas ausências notórias nestes comentários, diga-se de passagem.

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  • E

    Edivaldo S

    ± 18 horas

    Logo logo aparece um "barriga cheia" e diz que é inconstitucional....

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  • A

    ALVARO JOSE JUNQUEIRA NUNES

    ± 19 horas

    É vergonhoso saber que a maioria da população brasileira sobrevive com a renda apontada. Está claro que, além de investimento pesado na educação básica e profissionalizante, o governo precisa continuar atuando no sentido de permitir uma renda mínima, através de critérios rigorosos. isto não decorre de qualquer inclinação ideológica, acontece que países mais inteligentes e menos corruptos enriqueceram primeiro para oferecer benefícios sociais. O Brasil empobrece antes de enriquecer.

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  • P

    Plinio

    ± 20 horas

    Foi atendimento emergencial. Não há plano para sustentar esse fato isolado. É criar emprego e estimulo ao trabalho com empréstimos , educação formal, escolas tecnicas ,menos dilomas de curso superior para guardar na gaveta.

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    • C

      Carlos Roberto

      ± 20 horas

      Perfeito caro Plinio, mas em se tratando de emergência, está sendo feito pelo menos alguma coisa em prol aos mais vulneráveis! Há de se pensar num programa sustentável! Me parece que o "Renda Brasil" contempla isso. Estão construindo ainda.

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    Giancarlo Bento Antoniutti

    ± 20 horas

    Favor corrigir, 1,9 dolares por dia, não por mês.

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    Cidadão Brasileiro

    ± 21 horas

    Assistencialismo bem sucedido pela mão de Bolsonaro coloca sentimentos antagônicos nas gargantas dos apoiadores e dos oponentes do governo. Mas fato é que não por acaso a Alemanha é caso clássico de país que prefere sustentar desocupados a arcar com a queda de qualidade de vida generalizada decorrente das consequências da miséria. Os que achavam o bolsa família reles compra de votos terão q conviver com esse monumento antiliberal justo após a passagem, quem diria, de um Chicago Boy pelo ministério da economia.

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    Carlos Roberto

    ± 21 horas

    É o Governo chegando em regiões paupérrimas antes visitadas somente em épocas de eleições. Parabéns Bolsonaro. Como bem escreveu o nosso colega assinante Rogério R, haja lenços para a esquerdalha opressora e corrupta.

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  • R

    Rogério R

    ± 21 horas

    E a fábrica de lenços anuncia que o pt, piçol, pcdob, e afins compraram toda a produção até 2022!!!

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    Intruso

    ± 21 horas

    Esse governo é mais humano q o anterior, na prática..

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  • I

    Intruso

    ± 21 horas

    Quando a dor do próximo nos atinge cai a ficha.. Estamos todos no mesmo barco alguns dentro dele e outros nele agarrados..

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    Frank de Luca

    ± 21 horas

    So si remova o povo de extrema pobreza criando empregos, diminuindo a burocracia , apoiando programas de limite de filhos, incentivando a iniciativa privada, eliminando o quanto possível a roubalheira dos politicos .Mais qualquer iniciativa deve ser avaliado

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  • F

    Freitas

    ± 21 horas

    E era para ser DUZENTÃO. O Congresso elevou o valor. Mas, passada a fase do auxílio o que virá? Esses SEISCENTÃO ajudaram o PR nas pesquisas. Como ele vai se sustentar? Mais auxílios? Reverteremos o desemprego? Mais tributos? CPMPF? 12% de CBS? Daqui a alguns meses saberemos.

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      Freitas

      ± 17 horas

      Carlos Roberto: Era APENAS DUZENTÃO. Depois, para não PASSAR VERGONHA, entrou no LEILÃO. Mas, se não fosse o Congresso, seria apenas DUZENTÃO.

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      Carlos Roberto

      ± 20 horas

      Você que se diz bem informado, deve lembrar que era, como você diz DUZENTÃO, o Congresso elevou para R$ 500,00 e o Governo fechou em R$ 600,00. O resto é mimimi!

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    EMILIO BURILLI

    ± 22 horas

    E claro que precisa tirar o povo da extrema pobreza, mas também a pessoa necessitada tem que se mexer e não ficar esperando deitado numa rede esperando o dinheiro cair na conta. Outra coisa que deveria ser discutida, inclusive nas igrejas católicas, que casal que vive em extrema pobreza ter um limite de filhos. Conheço vários casais que não tem o que comer mas todo ano arruma mais um filho.

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    Marco Antônio Rizzo da Silva

    ± 24 horas

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    Eduardo Leivas Bastos

    ± 24 horas

    Todos nós sabemos que isso é circunstancial e não estrutural. Não devemos propagar isso como uma conquista, até porque isso será pago com juros, correção monetária e muito pobreza futura.

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      marcelo bergerson

      ± 24 horas

      Correto!

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  • S

    Sr. Walker

    ± 1 dias

    Lembrando que isso é temporário. Não foi nenhum milagre. Não foi transformação estrutural. Esse governo que cuide de não ficar bradando isso aos quatro ventos ou vai ser como o milagre do PT que tirou 20 milhões de brasileiros da extrema pobreza, a coisa não se sustentou e virou mesmo só propaganda do partido dos trabalhadores.

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  • V

    VBSB

    ± 1 dias

    Menos corrupção. Mais distribuição de renda e educação, com a dose correta de assistêncialismo, sem utopia.

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  • A

    André Sena Pereira

    ± 1 dias

    Eu fico a imaginar como estaríamos hoje nas mãos malignas do pt, do pcdoB e companhia limitada. Um Haiti? Uma Venezuela? Uma Coreia do Norte? Misericórdia, acabariam com o Brasil. Agradeço todos os dias pelo PR. A esquerda patológica, aquela que tem índole de escorpião, está deprimida.

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  • W

    Walter

    ± 1 dias

    Mostrou-se efetiva a solução de governo para o combate à pandemia. E só. Solução definitiva para diminuição da quantidade de pessoas na linha de pobreza: educação fundamental (escola) de qualidade. O resto é paliativo.

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  • G

    Gisa

    ± 1 dias

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      Somente Verdades

      ± 23 horas

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  • M

    Marcelo

    ± 1 dias

    Sem dúvida é isso que o Brasil precisa. Uma renda básica para que o brasileiro possa estudar, se preparar para o mercado de trabalho e ampliar essa mesma renda a partir do seu trabalho. Esse é o caminho. O problema é como fazer.

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  • S

    Stefan

    ± 1 dias

    Excelente artigo!

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