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O PSB deu mais um passo para fechar a chapa petista em São Paulo nesta sexta-feira (31), ao confirmar as candidaturas da ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet ao Senado e a do ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França a vice-governador, na chapa encabeçada pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).
Durante a convenção estadual, os candidatos se concentraram em criticar o atual chefe do Executivo paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tentará a reeleição. Tebet afirmou que não houve melhora na segurança pública no estado, uma vez que há "no Brasil uma diminuição histórica da violência contra a mulher e em São Paulo um aumento vertiginoso graças ao discurso de ódio da violência doméstica".
A sul-mato-grossense de Três Lagoas tem sido alvo de críticas por ter mudado de estado para concorrer. Após Tarcísio dizer que ela levou um "cartão vermelho" em seu estado natal, a ex-ministra citou o histórico do governador, que veio do Rio de Janeiro e chegou a enfrentar uma investigação por alterar seu domicílio eleitoral para São José dos Campos. A defesa apresentou um contrato de aluguel em seu nome e o caso acabou arquivado.
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Ainda falta a convenção da Rede para oficializar a deputada federal Marina Silva (Rede-SP) para a segunda cadeira. Ela vem do Acre e alterou seu domicílio eleitoral em 2022, sendo posteriormente eleita com 237 mil votos.
Desta vez, porém, o desafio ganha mais uma camada. Fundadora da Rede, a ex-ministra do Meio Ambiente disputa o poder dentro da legenda com a ex-deputada federal Heloísa Helena. A cúpula chegou a pedir que Marina deixasse o partido, mas ela se negou e segue na Justiça buscando anular o último congresso.
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Do lado oposto, o diretório estadual do Republicanos marcou para este sábado (1º) a oficialização da candidatura de Tarcísio. A chapa já tem um candidato a vice-governador desde 20 de julho, quando o MDB paulista decidiu que o atual vice-governador, Felício Ramuth (MDB), buscará seguir ao lado do ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (PL).
À Presidência, no entanto, houve uma decisão histórica. Pela primeira vez em 20 anos, o partido presidido pelo deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP) adotará a neutralidade. O PP fez a mesma coisa, mesmo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) disputando o Senado ao lado do governador, frustrando as negociações para que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) fosse candidata a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Já com o PL, a relação segue estável. Tarcísio apoiará Flávio e subirá ao palanque ao lado do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado. Do Texas, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) entraria como suplente, mas desistiu após avaliar o cenário com seus advogados.




